Por Ana Paula Fitas | Sábado, 15 Agosto , 2009, 07:21

Ao anúncio do primeiro sinal de crescimento do PIB após 3 trimestres de queda contínua, seguiu-se a divulgação da actual taxa de desemprego: 9,1% ou seja, cerca de meio milhão de portugueses. A notícia, preocupante, teve um impacto social interessante: para a população em geral significou a confirmação das previsões que vinham a ser divulgadas desde que a crise deflagrou, não implicando, por esta razão, nenhuma surpresa extraordinária, nomeadamente porque os cidadãos têm uma noção clara da dimensão deste flagelo já que o vivem diariamente nas famílias e na gestão da sobrevivência; para a oposição, oportunista e sensacionalista, foi a oportunidade para, uma vez mais, demagogicamente, atribuirem culpas ao Governo por uma realidade que transcende em muito a capacidade de intervenção do Estado... porque o desemprego decorre da fragilidade do tecido económico, da ausência de criação de postos de trabalho, da falência das empresas - tal como a pobreza resulta da precariedade, da mobilidade e da flexibilidade laboral capaz vez mais atingida e exposta à exploração dos trabalhadores, vítimas do aumento incontrolado dos horários de trabalho e de uma assustadora e crescente prática de baixos salários... a título de

    


Por Ana Paula Fitas | Sexta-feira, 14 Agosto , 2009, 08:05

O crescimento do PIB em 0,3% no 2º trimestre de 2009 assinala a adequação das opções governamentais no que se refere à dinamização das políticas económicas que alcançaram, no contexto de uma complexa crise internacional e contra as expectativas dos "velhos do Restelo",  resultados capazes de reforçar a confiança indispensável à continuidade do esforço e do empenhamento de investidores e consumidores... registe-se ainda que Portugal integra, com as duas maiores economias europeias, a saber, alemã e a francesa, o restrito grupo de países que dá sinais de ultrapassagem da designada "recessão técnica" (ler mais em A Nossa Candeia).


Por Ana Paula Fitas | Segunda-feira, 03 Agosto , 2009, 00:00

Em Portugal, como aliás por toda a Europa, problematiza-se, debate-se e equaciona-se a identidade política da Esquerda, processo com o qual a direita se regozija (o caso mais recente veio de Itália), proclamando a inexistência de um projecto europeu de esquerda para a União Europeia ou sequer para a governação nacional de cada um dos países que a constituem... um contributo para a reflexão pode ler-se AQUI.


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