Por João Paulo Pedrosa | Quinta-feira, 24 Setembro , 2009, 11:26

Agora mesmo, no fórum da TSF, um ouvinte assinalou:

"Votei Sócrates mas fiquei desiludido com algumas medidas do governo e decidi votar no BE nestas eleições, tinha grandes esperanças no Louçã. No entanto, com os debates fiquei desiludido, ele não tinha preparação como eu pensava que tinha e neste momento estou indeciso" 

Este ouvinte expressa, no meu entender, o sentimento de muitos eleitores, a saber, uma sedução enorme pelo discurso demagógico, populista e de facilidade de Louçã e a consciência, tomada pelo confronto dos debates, de que as palavras melífluas de Louçã não passam de um enorme logro. 

E é por isso que Louçã (até aqui afirmava-se candidato a primeiro-ministro), vem agora dizer que já só quer impedir a vitória do PS. Impedir a vitória do PS não é nenhuma proposta política decente, é apenas um péssimo contributo para tornar o país ingovernável, sem rumo e sem estratégia para os problemas das pessoas.

Não creio que seja isso que o cidadão quer na hora que decide o seu voto. 

 


Por Carlos Manuel Castro | Quarta-feira, 16 Setembro , 2009, 23:17

Vivemos num mundo cada vez mais globalizado e competitivo. Hoje, Portugal, como qualquer país do mundo, não se pode compreender fora do seu enquadramento regional e mundial.

 

Existem várias complexidades como múltiplas oportunidades. Tudo depende do modo como encaramos as situações e as circunstâncias com que nos confrontamos. Ou nos empenhamos ou conformamos. E, num país que tantos mundos deu ao mundo - como o nosso -, esta etapa deve ser encarada como mais um desafio e uma grande oportunidade de darmos o salto qualitativo que todos pretendemos; terminando, de vez, com o fatalismo que alguns tanto gostam de apregoar, sem, no entanto, nada construir.

 

Nos últimos quatro anos contámos com um Governo que rompeu com barreiras, ultrapassou obstáculos e almejou novas e melhores metas para Portugal e para os portugueses. O investimento sem precedentes na Educação e na qualificação, a aposta nas energias renováveis, o empenho no aumento da oferta científica e tecnológica, a ajuda às empresas e à projecção internacional do nosso tecido económico, sem perder de vista a solidariedade, no sentido de garantir uma efectiva Justiça Social.

 

O que está em causa no próximo dia 27 não é apenas uma escolha entre partidos, mas entre o Portugal do futuro e o Portugal sem rumo.

 

(publicado no Diário Económico)


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