Por Eduardo Pitta | Quinta-feira, 03 Setembro , 2009, 11:58

O advogado Jorge Bleck disse hoje ao Jornal de Negócios que o gabinete do primeiro-ministro tinha pressionado Alexandre Relvas, presidente do Instituto Francisco Sá-Carneiro, no Outono do ano passado. As alegadas pressões estariam relacionadas com a Logoplaste, empresa de que Relvas também é presidente. A Logoplaste tem ligações à REN, empresa pública que assegura o transporte de energia. A insinuação é de meridiana clareza. De acordo com Bleck, «pessoas próximas do primeiro-ministro disseram-lhe que convinha ser moderado».

 

Admitindo que isto tenha acontecido, por que razão Relvas não denunciou o facto no Outono do ano passado? E qual a necessidade de intermediação de Bleck? Fazendo-o a três semanas das eleições, temos de concluir que no Outono do ano passado aceitou as pressões. E agora, ressabiado, pediu a um amigo para intrigalhar. É isto a política de Verdade?

 


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