Por João Paulo Pedrosa | Domingo, 30 Agosto , 2009, 15:51

Este eleitor (...) não vive no médio prazo e sabe que o dano que a direita fará ao já minguado Estado-Providência será desta vez irreversível.

 

[Boaventura Sousa Santos, Visão, Um cidadão comum de esquerda]


Por João Paulo Pedrosa | Sábado, 29 Agosto , 2009, 15:05

No programa do PSD o grande suporte das propostas de redução da receita fiscal é o despedimento de 200 mil funcionários públicos. Dito por outras palavras, acabar com os serviços públicos de saúde, educação e prestações sociais e substitui-los por agentes privados e outsourcing.

No programa do PSD omite-se também que ao prescindir do investimento público o desemprego em vez de diminuir, aumenta.
No programa do PSD não há, portanto, verdade nem novidade.
Aqui não há entusiasmo, aqui regista-se a ocorrência e Manuela Ferreira Leite só quis os debates propostos por Louçã, Portas e Jerónimo.
Política de Verdade, lembrem-se! 

Por João Paulo Pedrosa | Quarta-feira, 26 Agosto , 2009, 23:58

O investimento público é, generalizadamente reconhecido pelos especialistas internacionais, um instrumento decisivo de recuperação da crise económica. A excepção a este entendimento é Manuela Ferreira Leite que o considera apenas uma despesa, chamando-lhe, com desprezo, simples despesa de capital. A verdade é que sem investimento público, o desemprego aumentaria ainda mais e a economia afundar-se-ia irremediavelmente.

O TGV, por exemplo, é uma obra financiada em muitos milhões de Euros pela União Europeia e é uma grande oportunidade de negócio para muitas empresas portuguesas, aumentando, em consequência, o número dos postos de trabalho e a riqueza nacional.
Para que a abordagem destes assuntos não fique confinada a discussões etéreas, cito três empresas portuguesas que empregam milhares de trabalhadores – esta, esta e esta, por exemplo – que cresceram na oportunidade dos investimentos públicos, internacionalizando-se e para quem este investimento na ferrovia é uma grande oportunidade para voltarem a crescer e a fortalecer-se ainda mais.
Não se percebe, pois, como pretende Manuela Ferreira Leite fazer diminuir o desemprego se nega às empresas a possibilidade de valorizarem e aumentarem os seus negócios.
A menos que a líder do PSD se tenha rendido aos encantos de Francisco Louçã e pretenda criar empregos por decreto.
 

Por João Paulo Pedrosa | Segunda-feira, 24 Agosto , 2009, 15:43

"Já tive a minha dose de problemas com "fontes de Belém". Denunciei-as por estarem a colocar sob anonimato notícias nos jornais que depois não confirmavam oficialmente, criando embaraços aos editores mais crédulos. O chefe da Casa Civil, Nunes Liberato, brindou-me com uma queixa aos meus empregadores. É distinção que me honra e faz curriculum. Fiquei agora a saber que "as fontes de Belém" estão não só secas de confirmações, mas estão a secar a dignidade informativa à sua volta." [Mário Crespo, JN]


Por João Paulo Pedrosa | Sexta-feira, 21 Agosto , 2009, 11:31

Não há nada que venha no meu programa que já não tivesse dito antes.

(Manuela Ferreira Leite, ontem, RTP1)


Por João Paulo Pedrosa | Quinta-feira, 13 Agosto , 2009, 02:51

Helena Pinto do BE, a propósito das propostas de investimento público e das políticas económicas e sociais de José Sócrates, e do PS, veio acusá-lo de falta de legitimidade. Militantes do BE, de Vizela, denunciam os dirigentes nacionais de combinarem uma coisa com eles e, passado duas horas, lhe terem espetado uma faca nas costas, "impingindo-lhes" outro candidato.´Pedro Soares responsável, presume-se, pelo centralismo democrático da agremiação, vem dizer que o BE não é um partido igual aos outros.

Vinda de quem vem (no BE não se é especialmente conhecido por fidelidade às liberdades) esta superioridade e esta arrogância política, moral e intelectual não só é já totalmente insuportável, como começou a fazer escola. E que escola, diga-se.

Criaram-se todos na crença do despotismo do comunismo real, de Estaline, de Henver Hoxa, de Mao, de Pol Pot, de Ho Chi Minh, de Kim Il Sung, dos Sandinistas, do MPLA, de Fidel Castro, da ETA, das FARC, das Brigadas Vermelhas, do Baden Meinhof e de Álvaro Cunhal, ideias e práticas que foram responsáveis pelos maiores (dos maiores) danos causados à humanidade, sem que alguém lhes vislumbrasse arrependimento ou comiseração pela difusão desses ideais e dessas práticas erradas. As palavras melífluas de Louçã começam a não chegar...
 


Por João Paulo Pedrosa | Quarta-feira, 12 Agosto , 2009, 00:09

Falta muita legitimidade política ao engenheiro José Sócrates para falar no investimento público.

 

Helena Pinto, BE, hoje na TSF
A política de investimento público do engenheiro Sócrates vai arruinar o país.
Manuela Ferreira Leite, PSD, hoje na TSF
tags: , ,

Por João Paulo Pedrosa | Terça-feira, 11 Agosto , 2009, 12:57
Blogger: Como é que se processa o recrutamento político no BE?
Louçã: (começando por alfinetar Sócrates e os estatutos do PS) no BE não há quota do Secretário-Geral, são as distritais que escolhem.
Cinquenta e quatro membros das listas do BE no distrito de Braga resignaram, em abaixo-assinado, acusando a direcção do BE de "impingir" candidatos.
Correio da Manhã de hoje, terça-feira, dia 11 de Agosto

Por João Paulo Pedrosa | Domingo, 09 Agosto , 2009, 23:29

A ideia de uma Política de Verdade, lançada por Manuela Ferreira Leite no discurso político, constituía todo o valor da sua liderança.

 

Com efeito, num mundo de desesperança, acossado por uma crise nacional e internacional de consequências imprevisíveis, MFL era alguém que surgia rompendo com o establishment vigente, incluindo dentro do seu próprio partido. Só falaria, portanto, verdade às pessoas, enfrentaria interesses instalados, ambições, carreiras, projectos pessoais, tudo o que não estivesse em consonância com “os superiores interesses do país”, mesmo que isso nunca lhe trouxesse fama ou ganho eleitoral.
Este desprendimento em relação a uma certa forma de estar na política que é vista, aos olhos de tanta gente, como uma actividade pouco séria e irresponsável, granjeou-lhe, reconheça-se, a partir desse momento, adeptos, engodando mesmo até alguns parvenus.
A manter este registo e, claro está, sendo consequente na acção política com ele, MFL tinha um espaço de crescimento e de afirmação na vida política portuguesa só comparável ao que surgiu com Cavaco Silva depois do congresso da Figueira da Foz.
Ora acontece que MFL não nasceu hoje para a política. É uma personalidade experimentada na vida política tal como ela se faz desde há trinta anos e, nesse sentido, a Política de Verdade não era mais do que um efeito conhecido, um subterfúgio, uma manobra da “velha política manhosa” que ela tão bem conhecia e que dela tanto beneficiou. O seu sucesso era, deste ponto de vista, uma questão de tempo, apenas. E nem foi preciso esperar muito. Assim, sem surpresa, e à luz dos últimos acontecimentos políticos no PSD, a Política de Verdade de MFL estiolou.
Estiolou porque, ao contrário do que dizia, cedeu aos interesses instalados, às carreiras alicerçadas na ilegitimidade, aos projectos de poder pessoal que vêm lesando o país com más práticas e cedeu ao sectarismo que é uma das imagens de marca da sua longa actividade política concreta. Esta sim é a MFL que nós já conhecíamos!
Se, como dizem os seus companheiros do PSD, de Leiria, de Lisboa, de Vila Real, de Santarém, de Braga, de Castelo Branco e de tantos lugares por esse país fora, MFL desiludiu fiéis, demonstrou sectarismo, pagou favores, consumou ajustes de contas e acobertou falsários, é porque MFL nunca saiu do lugar donde sempre esteve. Assim as coisas ficam mais claras.
 

Por João Paulo Pedrosa | Sábado, 08 Agosto , 2009, 02:04

Ainda a BlogConf de Louçã:

 

Blogger: Como é que se processa o recrutamento político no BE?
Louçã: (começando por alfinetar Sócrates e os estatutos do PS) no BE não há quota do Secretário-Geral, são as distritais que escolhem.
Sabendo nós que o BE espalhou a sua elite política de Lisboa por todo o país, é caso para dizer, nunca a província andou tão desejosa de centralismo.
Blogger: O Francisco Louçã é o líder político mais antigo à frente de um partido, não acha que é muito tempo quando se fala tanto de renovação?
Louçã: Tenho a idade de José Sócrates, os outros são todos muito mais velhos do que eu.
Não lhe ocorreu, mas contar a idade, a partir da idade do BE, ser-lhe-ia ainda mais favorável.

Por João Paulo Pedrosa | Quarta-feira, 05 Agosto , 2009, 02:05

 

Os melhores diálogos da blogconf de Louçã, aquela a que eu assisti:
Bloguer: Que propostas concretas tem para o sistema educativo e para a carreira docente?
Louçã: bla, bla,bla,bla,bla, derrotar Maria de Lurdes Rodrigues e José Sócrates, bla, bla, bla, bla, bla, bla, bla,
Bloguer: Bom, mas isso é o que todos dizem, são princípios gerais, em concreto tem alguma proposta?
Louçã: Sim, derrotar Maria de Lurdes Rodrigues e José Sócrates;
Bloguer: As suas propostas para apoiar a economia são escassas, mas propõe-se redistribuir muito, com que quadro de crescimento macroeconómico pensa que elas serão concretizáveis?
Louçã: Américo Amorim, milhões nas off shores, José Eduardo dos Santos, Bibi, os ricos…
Bloguer (interrompendo): pois, mas não disse nada sobre o crescimento da economia.
Louçã: Sim, sim, fiz contas, Américo Amorim, os ricos, off shores e José Eduardo dos Santos.
Bloguer:  Mas afinal porque é que fez do PS o inimigo principal?
Louçã: O PS nestes quatro anos foi um perigo para a democracia, autoriza que as polícias, com mandado judicial, façam buscas, à noite, em casa de alguém que é suspeito de ter cometido um crime, deviam lá colocar carros de combate durante a noite e prendê-los de manhã;
Bloguer: …
Louçã: E criaram um secretário-geral de segurança para coordenar o trabalho das diversas polícias que é dirigido por um juiz conselheiro, o que é mau,  e os polícias vão aos sindicatos perguntar os itinerários das manifestações para garantirem a segurança das mesmas, o que é péssimo;
Bloguer: Portanto não há nada que o junte ao PS?
Louçã (rasgando o sorriso): Nunca! O meu antigo camarada Yuri Andropov foi presidente depois de morto e eu ainda quero ser primeiro-ministro;
Ufa! Estava a ver que no fim ainda ia dizer alguma coisa que me desagradasse.
 
tags: ,

Por João Paulo Pedrosa | Segunda-feira, 03 Agosto , 2009, 14:32

Há minutos assisti a este diálogo na TSF:

 

Jornalista: Drª Manuela Ferreira Leite o que acha da lei que impossibilita a candidatura de personalidades pronunciadas por crimes?

 

MFL: O assunto é extremamente sério para ser discutido em época de eleições.

 

Jornalista: Drª Manuela Ferreira Leite veio ao tribunal de Sintra no dia da sentença de Isaltino Morais, há um significado político?

 

MFL: Não, foi uma coincidência. Não querem que saiba o dia dos julgamentos da pessoas, rematou.

 

Jornalista: Drª Manuela Ferreira Leite veio ao tribunal de Vila Franca de Xira?

 

MFL: Sim, se eu soubesse que o governo ia anunciar obras aqui, como anunciou, tinha vindo mais cedo, é que eu não acredito em coincidências


Por João Paulo Pedrosa | Domingo, 02 Agosto , 2009, 02:45

Em torno deste episódio JAD, aquilo que mais inquieta, confesso, é a total indulgência com que Louçã é tratado, da esquerda à direita, não há, de facto, excepções. Isto diz muito também sobre a facilidade com que o seu discurso demagógico e  populista tem entrado na vida política portuguesa sem combate nem oposição.

  O assunto está, efectivamente, esclarecido, JAD foi abordada (ou mesmo até convidada) por Paulo Campos para fazer parte das listas do PS, como aconteceu, aliás, com muito mais gente em muitos outros locais e da parte de todos os partidos políticos.

Não vale, pois, a pena crucificar JAD, discutir o seu carácter ou a sua culpa, já que só ela não percebeu que, depois de ter apoiado Mário Soares contra Louçã, pagaria um preço muito alto por isso e, por conseguinte, não há redenção que lhe valha. Humanamente, apenas podemos lastimar…   

Este episódio não merecia nenhuma relevância pública se não tivesse sido aproveitado por Louçã para fortalecer e alargar o populismo com que gere a sua intervenção na vida pública portuguesa.
É bom lembrar, com todo o rigor o que disse Louçã a este propósito:
Perante estas palavras constata-se que  Louçã mentiu intencionalmente, com total despudor e com um único propósito político, a saber, desacreditar a democracia, as instituições políticas, o primeiro-ministro e abalar confiança (já pouca) que os cidadãos têm na democracia parlamentar. Ele é, portanto, o fautor desta grande mentira política e está a passar ao lado dela sem escrutínio, sem evidência comunicacional, crítica política ou censura pública. E contra isso todos nos devemos insurgir. 
O populismo é o maior inimigo da democracia. É-o hoje, da mesma forma que o foi no passado. A História, infelizmente, desde a “lenda da punhalada” está cheia de exemplos de democracias que pereceram ao som de palavras melífluas.  
A comiseração de Manuela Ferreira Leite pelos impostos dos ricos, a indignação de Paulo Portas pelas sondagens que não o favorecem, as manifestações de Mário Nogueira ou as diatribes de João Jardim contra os cubanos são, neste contexto, assuntos sem qualquer relevância.
Acima de tudo, Louçã personifica um combate político que hoje, como sempre,  vale muito a pena travar - salvar a democracia do populismo.

 

tags: ,

Por João Paulo Pedrosa | Sexta-feira, 31 Julho , 2009, 15:33

Sem expectativas concretas sobre a adesão dos nossos leitores, sugeri aqui que me fornecessem contributos sobre a utilidade do voto no BE. As respostas são interessantes e merecem atenção.

Assim, agrupando o conjunto de comentários posso sintetizar, até ao momento, duas ordens de razões:
1ª – PS é igual ao PSD;
2ª – Valorização da acção tribunícia do BE como partido de protesto em detrimento da afirmação de políticas públicas concretas;
Centremo-nos agora apenas na  primeira.
A primeira prende-se com uma certa indiferença e despreocupação que é manifestada perante os resultados que vierem a ser obtidos quer pelo PS quer pelo PSD, ou seja, a ideia que, quer ganhe um quer ganhe o outro, as políticas serão exactamente as mesmas.
 
tags: ,

Por João Paulo Pedrosa | Sexta-feira, 31 Julho , 2009, 01:33

No Barómetro Sic/Expresso/Eurosondagem que dá a vitória ao PS, Francisco Louçã é o líder da oposição com melhor registo de opiniões favoráveis.

Na Marinha Grande, terra de ancestrais tradições operárias, o BE supera já em eleições (nalgumas freguesias) o próprio PCP. Para quem acompanha de perto a acção do PCP, concorde-se ou não com as suas causas (e eu quase nunca concordo), a verdade é que o PCP tem rostos concretos na acção política local, defende ideias políticas e assume causas públicas que procuram ir ao encontro dos interesses dos cidadãos.

O BE e Francisco Louçã são, para a Marinha Grande ou para qualquer localidade deste país, dois minutos, todos os dias, nos telejornais. Não têm rostos, nem propostas na acção política no país e quanto às causas, exceptuando a defesa de polícias sem pistola, produtos agricolas sem adubo e drogas que não agarram, tudo o resto é uma miserável exploração da inveja social e populismo. 

A manter-se este resultado, a votação no BE impossibilita a maioria do PS e  torna o país ingovernável e à beira do abismo. Desde a criação do regime democrático em 1974, nunca estivemos numa encruzilhada tão grande. É por isso que pergunto:  

Quais as razões para uma escolha política que passe pelo BE e Francisco Louçã?

Agradeço os contributos.

tags: ,

Por João Paulo Pedrosa | Quinta-feira, 30 Julho , 2009, 01:22
As prestações e apoios sociais do Estado, sejam elas abono de família, complemento solidário para idosos, acção social escolar, subsídio social de desemprego, hospitais de retaguarda para cuidados prolongados, apoio domiciliário, creches ou lares para cidadãos deficientes, entre outros, cresceram exponencialmente durante este mandato governativo e são, inegavelmente, um marco de uma governação de esquerda em Portugal.
Para além disto, foi assegurado (tanto quanto o envelhecimento da população ainda deixa prever) um sistema de garantia público para os pensionistas, contra os desmandos da especulação bolsista de Wall Street tão ao gosto da direita.
O BE, tal como toda a direita, foi contra esta decisiva reforma do sistema de segurança social público.
Há, agora, à esquerda do PS, alguém que pense que se pode voltar para trás?
Não creio! O caminho é, se possível, fortalecer esta almofada de solidariedade com quem é mais vulnerável socialmente e, como foi anunciado hoje, o novo programa de governo deve completar este projecto solidário com políticas públicas de apoio às famílias com filhos, não só a nível de prestações, mas também em situação fiscal. Ora aqui está uma matéria que sempre entendi que se devia ter ido mais longe. Como disse o Pedro Adão e Silva, o país precisa de mais filhos, é bom que o Estado ajude a cuidar deles.
 
tags: ,

Protocolos
comentários recentes
Ainda bem que procurei por ti na internet em geral...
A discussão sobre pagar a saúde de acordo com os r...
Espero que o José Sócrates faça um bom trabalho..
Boa tarde, gostava da vossa opinião.hoje dirigi-me...
EsclarecimentoA notícia é apenas sobre uma propost...
Venho por este meio relatar-vos uma situação que c...
Sou nova nestas andanças, da net (não em anos-57) ...
Obrigada pelos textos que nos deram a ler, a refle...
Estou de acordo com a ideia lançado por vocês impo...
Simplex , simplesmente. convido-os a visitarem o m...
já agora gostaria que observem uma iniciativa empr...
Estava a gostar deste blog...
Uma escrita muito pobre, na generalidade dos casos...
Estou numa dúvida: a oposição não foi eleita para ...
Posts mais comentados
88 comentários
50 comentários
44 comentários
43 comentários
38 comentários
36 comentários
27 comentários
25 comentários
arquivos
pesquisar neste blog
 
subscrever feeds

As imagens criadas pelo autor João Coisas apenas poderão ser utilizadas em blogues sem objectivo comercial, e desde que citada a respectiva origem.