Por Ana Vidigal | Sexta-feira, 11 Setembro , 2009, 21:54

 


Por Ana Vidigal | Sexta-feira, 11 Setembro , 2009, 17:16

 


Por Ana Vidigal | Sexta-feira, 11 Setembro , 2009, 10:53

"A 10 de Março de 2002 descemos uma 5th Avenue deserta e fria. Íamos* subir ao Empire State Building, que voltara a ser o maior edifício de NYC. A 366 metros por minuto o céu fica mais perto. Não estava muita gente. Estava até muito pouca gente. Ali e na cidade inteira. De repente, duas enormes colunas de luz azul substituiram o World Trade Center.
Ninguém falou, fotografou ou fez qualquer gesto.Olhamos simplesmente em silêncio. Depois descemos, voltamos pela Broadway até à 51.
Nunca falamos muito sobre essa noite. Voltamos muitas vezes a NYC. Nunca fomos ao Ground Zero. Por respeito."

 

(comentário colocado por mim  a 11.09.08, no texto "Rapsódia em blue" de José Pedro Barreto no blogue Caminhos da Memória)

 

*  Madalena Barbosa (1942 - 2008) e eu


Por Ana Vidigal | Quarta-feira, 09 Setembro , 2009, 15:46

 

Archie Bunker/Alberto João


Por Ana Vidigal | Terça-feira, 08 Setembro , 2009, 23:53

 


Por Ana Vidigal | Terça-feira, 08 Setembro , 2009, 21:50


Por Ana Vidigal | Terça-feira, 08 Setembro , 2009, 18:24

A fina flor "ultra vermelha" só usa lentes P(er)S(ol)...


Por Palmira F. Silva | Segunda-feira, 07 Setembro , 2009, 21:50

 

Gosto do eufemismo escolhido pela RTP para designar o «fuck them» endereçado por Alberto João Jardim àqueles que questionaram a utilização  de meios do estado na visita da presidente do PSD à Madeira. «E se alguém ficou ofendido, que se dane, fez saber em inglês, Alberto J. Jardim».


Por Ana Vidigal | Segunda-feira, 07 Setembro , 2009, 02:47

«Onde está o dinheiro? / O gato comeu, o gato comeu  / E ninguém viu / O gato fugiu, o gato fugiu / O seu paradeiro / Está no estrangeiro / Onde está o dinheiro?» (Gal Costa)


Por Ana Vidigal | Segunda-feira, 07 Setembro , 2009, 00:59

 

 

 


Por Rogério Costa Pereira | Sábado, 05 Setembro , 2009, 01:11


Por Rogério Costa Pereira | Sexta-feira, 04 Setembro , 2009, 22:07

Trocaram os primos, mas a  história é a mesma, certo? O outro era magro, este é gordo. O outro estava na China, este anda por Angola. Brilhante. Segue-se o quê? O primo metrossexual que vive no meio dos Ye'kuana?

 

(em estéreo na jugular)


Por Rogério Costa Pereira | Sexta-feira, 04 Setembro , 2009, 20:40

O gordo, o gordo. Brutal! Mas que estocada violenta, alguém me chegue o fenistil.


Por Rogério Costa Pereira | Sexta-feira, 04 Setembro , 2009, 20:39

soltem as chaimites!


Por Ana Vidigal | Sexta-feira, 04 Setembro , 2009, 11:10


Por Palmira F. Silva | Quinta-feira, 03 Setembro , 2009, 23:55

Não sei porquê, entre a prestação de Portas no debate de ontem e algumas reacções ao não-caso Manuela Moura Guedes, isto não me sai da cabeça  ...


Por Ana Vidigal | Quinta-feira, 03 Setembro , 2009, 11:15


Por Ana Vidigal | Quarta-feira, 02 Setembro , 2009, 11:17


Por Ana Vidigal | Terça-feira, 01 Setembro , 2009, 11:18

O "pequeno líder" do be afirmou que «sabe quem são os responsáveis pela crise e vai incomodá-los».


Por Rogério Costa Pereira | Segunda-feira, 31 Agosto , 2009, 19:04

"Também deve recolher [Sócrates] o contributo de não-socialistas empenhados em fazer as coisas de modo diferente, disponíveis - e não meros oportunistas de circunstância - para ajudar a fazer sair o país da decepção, do atoleiro e da mediocridade em que a coligação do "tempo novo" nos enfiou.", João Gonçalves, 24.02.2005 - link directo - link para a cache do google

 

Claro que o homem pode mudar de ideias, caramba. De resto, antes do ataque das ténias, ele até confessou ao PM que tinha votado nele. A parte engraçada não é, pois, a do Sócrates - que o terá desiludido -, é a outra, aquela cena "do atoleiro e da mediocridade em que a coligação do "tempo novo" nos enfiou".

 

Coligação do "tempo novo"? Antes do Sócrates? Ora deixa cá ver...

 

PS - Também gosto muito deste: "Os seis meses trapalhões em São Bento e uma campanha eleitoral tão ou mais errática do que a infeliz governação, permitiram que Santana Lopes, o "menino-guerreiro", chegasse a 20 de Fevereiro com um passivo letal. Finalmente a substância, ou a falta dela, venceu definitivamente a forma. Nesse dia os portugueses disseram a Santana Lopes que sabiam perfeitamente quem ele era. Aparentemente ainda está a fazer-se de desentendido e acha que a pátria, no fundo, suspira por ele. A sua mitomania arrastou um grande partido nacional para uma derrota profunda e para a desonra. O "cabo eleitoral", o "gladiador" incontornável, o "ganhador" em combate é, aos olhos da maioria e das poucas formas de vida inteligente que subsistem no PSD, aquilo que ele é: um perdedor.", João Gonçalves, 25.02.2005 - link directo - link para a cache do google [aqui 4 anos e meio mais velho]

 

PPS - Aquele mês de Fevereiro de 2005 é todo ele uma delícia.


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