Por Ana Paula Fitas | Quinta-feira, 06 Agosto , 2009, 20:28

Marcelo Rebelo de Sousa foi demolidor nos considerandos tecidos sobre "o actual PSD" e as listas de Manuela Ferreira Leite à AR, classificando-as como uma "inesperada desilusão", fruto de uma atitude política assente em dois pilares que nos reiteram o carácter e a natureza do partido que pretende competir com o PS no acesso à governação, a saber: o "acerto de contas" e o "pagamento de favores"... Marcelo é insuspeito e foi, desta vez, objectivo.


Joaquim Amado Lopes a 8 de Agosto de 2009 às 14:34
Cara Ana Paula Fitas,
O facto de ser militante e ter sido Presidente do PSD torna-o insuspeito de as suas motivações serem partidárias. No entanto, não são apenas as motivações partidárias que tornam uma opinião mais ou menos suspeita ou mais ou menos válida.

A acusação de "acerto de contas" nas listas do PSD é ridícula. É claro que teria que ser exluída gente como Pedro Passos Coelho, que, desde que perdeu as eleições internas, PPC fez tudo para sabotar o trabalho de Manuela Ferreira Leite, mesmo que à custa de prejudicar o PSD.
As listas são feitas com pessoas em quem se possa confiar. É natural que se exclua apenas que demonstraram não merecer confiança.

E "pagamento de favores"?!
Mas há alguma lista, incluíndo as que Marcelo Rebelo de Sousa não tenha feito, em que esse não seja um factor?

Nunca há consenso na produção das listas. Há quem não goste de ser excluído, há quem gostasse que tivessem sido incluídos mais elementos da sua "entourage",etc.
Veja-se o caso de Manuel Alegre.

A diferença é que, neste caso, os que ficaram menos satisfeitos são mais vocais do que o costume (o que levanta suspeitas sobre se não estarão a contar com a derrota do PSD nas legislativas e a preparar-se para o dia seguinte) e as suas queixas são amplificadas pelos que querem transmitir a ideia de confusão no PSD. Sei lá, assim de repente vem-me à cabeça uma palavra que não existe. "Simplex" diz-lhe alguma coisa?

Já há muito tempo que faço questão de não ouvir Marcelo Rebelo de Sousa. Mas li que, na mesma intervenção, ele se referiu também às listas do PS.
Se foi esse o caso, por que razão a Ana Paula não reproduziu também essas palavras? Motivações partidárias? Do Marcelo ou da Ana Paula?

Um abraço,
Joaquim Amado Lopes

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