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SIMplex

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31
Jul09

(post-it 5) Da utilidade do voto no BE, contributos

João Paulo Pedrosa

No Barómetro Sic/Expresso/Eurosondagem que dá a vitória ao PS, Francisco Louçã é o líder da oposição com melhor registo de opiniões favoráveis.

Na Marinha Grande, terra de ancestrais tradições operárias, o BE supera já em eleições (nalgumas freguesias) o próprio PCP. Para quem acompanha de perto a acção do PCP, concorde-se ou não com as suas causas (e eu quase nunca concordo), a verdade é que o PCP tem rostos concretos na acção política local, defende ideias políticas e assume causas públicas que procuram ir ao encontro dos interesses dos cidadãos.

O BE e Francisco Louçã são, para a Marinha Grande ou para qualquer localidade deste país, dois minutos, todos os dias, nos telejornais. Não têm rostos, nem propostas na acção política no país e quanto às causas, exceptuando a defesa de polícias sem pistola, produtos agricolas sem adubo e drogas que não agarram, tudo o resto é uma miserável exploração da inveja social e populismo. 

A manter-se este resultado, a votação no BE impossibilita a maioria do PS e  torna o país ingovernável e à beira do abismo. Desde a criação do regime democrático em 1974, nunca estivemos numa encruzilhada tão grande. É por isso que pergunto:  

Quais as razões para uma escolha política que passe pelo BE e Francisco Louçã?

Agradeço os contributos.

3 comentários

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    Vera Santana 31.07.2009

    Stran ,

    Não ficou orfão, fugiu de casa. Tem esse direito. Bem como o de enviar postais à casa paterna (ou materna?).

    Estou plenamente de acordo consigo relativamente a uma importante (a meu ver) afirmação que fez neste blogue "os fins não justificam os meios" e a uma outra que li en passant " no seu blogue, declarando-se "marginal".

    Continuemos a postalar " i.e. emailar "...

    Vera
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    Stran 31.07.2009

    Oi Vera,

    Antes demais se me quiser tratar por "tu" esteja à vontade (para ser honesto até prefiro).

    E muito obrigado pelas suas palavras.

    Sim fui um fugitivo, mas que neste momento se tornou emigrante (mas o meu partido de destino não será o BE). Mas como bom emigrante guardo as minhas raizes, e obviamente enviarei sempre postais à minha excelente casa materna e paterna.

    E concordo consigo na importância dessa frase. É que o fim, dá apenas o destino onde queremos chegar mas é "os meios" que nós temos que viver e conviver.

    É a minha opinião pessoal obviamente, mas deveria ser um principio que norteasse a politica (ou as pessoas num todo) independentemente do partido politico.

    E muito obrigado por ter passado no meu blogue e pelo que disse!

    Um abraço,
    Stran

    P.S. Tenho de confessar existem momentos que fazem valer a pena, e o ler o seu comentário foi um desses momentos (mas sobre isso escreverei no meu blogue :-))
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