Por Pedro Adão e Silva | Terça-feira, 28 Julho , 2009, 11:30

Para quem está no poder, um novo ciclo assenta na avaliação combinada do que foi feito com o que de novo se propõe.

Não por acaso, o PSD, assim que o PS apresentou as suas linha programáticas, veio chamar a atenção para as promessas não cumpridas nos últimos cinco anos. E, nesta legislatura, promessas não cumpridas é sinónimo de 150 mil postos de trabalho. Sejamos claros: não fazem sentido promessas quantificadas em torno de objectivos cuja concretização não depende exclusivamente da acção governativa. Este é o caso da criação de emprego. Estando descartada a possibilidade de criar emprego público, o mais que o Estado pode fazer - e está longe de ser pouco - é criar condições que estimulem o emprego privado e intervir nos factores que alteram o padrão de especialização da nossa economia. Ora esta intervenção pública só produz efeitos no médio prazo e a sua avaliação não é compaginável com metas quantificadas. Dito isto, o que é que aconteceu, de facto, aos 150 mil postos de trabalho? a resposta está no meu artigo de hoje no Diário Económico.


António Monteiro a 28 de Julho de 2009 às 21:14
Senhores, a promessa foi textualmente 150 mil empregos numa legislatura, agora podem dourar a pilula, mas está lá gravado para quem quiser escutar, por essa e pelas outras, "não subimos impostos", é que estão os portugueses escaldados, que os politicos mentem em campanha todos sabemos, não somos assim tão cândidos, com esta magnitude, com este descaramento, depois lançar as culpas para factores que não puderam conrolar por serem externos e internacionais, então esses crâneos que pensaram além duma legisltura não previram que uma coisa destas pode ocorrer, que é ciclica e que devia estar para acontecer? Afinal porque havemos de confiar de novo neste tao competente Engenheiro, lá porque conseguiu obter o canudo ao domingo, não se deve ao facto de ser religioso, porque se fosse sabia que mentir é pecado.Então ele que vá mentir para bruxelas e nos deixe em paz.
"Sejamos claros: não fazem sentido promessas quantificadas em torno de objectivos cuja concretização não depende exclusivamente da acção governativa."
Então para quê prometê-las? tenha dó e vá chatear o Camões.

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