Por João Galamba | Segunda-feira, 27 Julho , 2009, 19:35

"Há uma revolução tecnológica em curso. Portugal tem de escolher: arrisca ou fica passivamente à espera que algo aconteça"

 

"produzimos nós ou importamos dos outros"

 

José Sócrates

 

Pergunta aos apoiantes de Ferreira Leite: qual a vossa resposta a isto? Rasgar? Parar? Têm alguma alternativa? é que são estas as questões decisivas que definirão o nosso futuro.


Joaquim Amado Lopes a 27 de Julho de 2009 às 20:10
"produzimos nós ou importamos dos outros"
E quanto, do "primeiro computador português", não é importado?

Ricardo Ferreira a 27 de Julho de 2009 às 20:12
Se existe algo de positivo e que tem vindo a ser cumprido por este Governo, é a sua opção por implementar a tecnologia em Portugal, de modo a modernizar a sua economia.

Desde o tempo que concorreu nas eleições internas para o PS, que ouço Sócrates falar de choque tecnológico e de plano tecnológico. Muitos (velhos do restelo), subvalorizavam a ideia, ou diziam que existiam coisas mais importantes a fazer.

No entanto, ao longo destes anos, tem-se começado a ver alguns resultados. É claro que um plano destes só começa a dar plenos resultados a longo prazo. E aí reside a minha preocupação. O discurso de MFL, do rasgar, do poupar, do não investir, deixa-me preocupado e deixa-me pensativo. Esta mulher quer Portugal de volta à economia tradicional? Assim é que o País se afundava... E acho que de deveria dar mais ênfase a este e outros aspectos, que irei comentando aqui ou no meu blog.

Já agora, para quem não me conhece, sou militante do PS, já fui dirigente concelhio e distrital na JS, mas agora estou nas bases. Nem sempre votei PS, e reconheço muitos erros a este Governo, mas mesmo assim vou votar PS nestas eleições, porque existem de facto coisas positivas e a alternativa mete-me muito medo...

Valter Marques a 27 de Julho de 2009 às 20:18
Olá João,
já hoje tive a oportunidade de comentar um Post de Pedro Adão e Silva e referir porque Sócrates terá o meu voto. Sócrates tem visão, não pensa a curto prazo. Sócrates sabe que o país não pode estagnar, necessita de se modernizar. E as mais recentes críticas sobre a falha na transmissão da conferência, mostra que aqueles que nada fazem, apenas se limitam a criticar. Essa gente limita-se a destilar veneno, incompreensivelmente têm um ódio terrível ao ódio, como é o caso de José Manuel Fernandes, que hoje deu mais uma mostra de que se o jornal Público quer continuar a parecer um jornal imparcial, aquele senhor não pode continuar à frente do diário. É simplesmente uma vergonha.

www.esquerdismosliberais.blogspot.com

Levy a 27 de Julho de 2009 às 21:10
Dito assim soa tão bem, Galamba. Mas quando se vai ver o que está por detrás dessas frases, normalmente é só disso que se trata, frases.

RMG a 28 de Julho de 2009 às 02:29
Para quem passou uma tarde às escuras, e dando de barato que este post não tem uma pontinha de ironia, também fiquei à espera passivamente da luz. Mas, como é hábito, foi mais uma promessa falhada!

AP a 28 de Julho de 2009 às 02:42
Caro João Galamba,

a sua argumentação parece a de um menino do 1º ciclo!

do género..."nós temos isto, bah bah bah, toma toma" e "voces o que têêm? toma toma"

fb a 28 de Julho de 2009 às 05:06
pois é, isso deve ser bom para as empresas que oferecem servicos ao estado sem necessidade de concurso público. as outras que se lixem.

mas conta lá como vai a revolucao tecnológica em portugal. eu dedico-me às telecomunicacoes, mas felizmente faz mais de 10 anos que deixei portugal. voces ainda me convencem a regressar....

http://econominho.blogspot.com/2009/07/macro-inauguracoes-nano-seriedade.html

ou nao.

abraco

zulu a 28 de Julho de 2009 às 10:12
A conferênci falhou, porque se quis que falhasse para não ser escrutinada por um público mais vasto! Queremos enganar quem afinal? Não conhecemos já o chico espertismo do PM. Essa agora!! Produzimos ou importamos, sábias palavras! O negócio dos classmate vai de vento em popa, tudo asseblagem nacional. Qual é mesmo a estrutura acionista da JP Sá couto?

MigPt a 28 de Julho de 2009 às 11:22
O JG, imbuído da excitação provocada pela militância míope, esquece o básico da economia. Para responder às suas questões e às do "eng.", basta recordar David Ricardo.
Para a 1ª questão, tem que se responder com outra questão. Quem arrisca e qual o nível de risco? quem financia esse risco?
Para a fantástica frase "produzimos nós ou importamos dos outros", que me lembra a famosa Lei do Condicionamento Industrial, basta recorrer então a David Ricardo. Assim, recomendo ao JG acompanhado do seu "eng." que façam uma pequena incursão à lei das vantagens comparativas e aí têm a resposta à grande pergunta "produzimos nós ou importamos?"
Numa situação normal (sem militância cega) o JG teria um ataque de riso ao ler a famosa frase do "inginheiro"

Filipa Amaral a 28 de Julho de 2009 às 14:18
Com este choque tecnológico talvez aprendamos a trabalhar com computadores mas vamos deixar de saber como funcionam. O que nós precisamos é de um choque educativo. Começar pelo fim nunca deu bom resultado.

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