(post-it 34) No tempo em que a direita conservadora era outra
A 17 de Fevereiro de 2002, Durão Barroso convidou o presidente do governo espanhol Aznar para abrir, repito, abrir, o comício de lançamento da sua candidatura a primeiro-ministro. Foi Aznar, e não Cavaco Silva ou Manuela Ferreira Leite, a abrir esta decisiva iniciativa política. Todavia, ambos estiveram presentes e desfizeram-se, segundo relatos da época, em vénias e aplausos à escolha de Durão Barroso.
Paulo Portas, à época, mostrou-se escandalizado e considerou a intervenção de Aznar uma ingerência na vida interna portuguesa.
