Por Sofia Loureiro dos Santos | Segunda-feira, 20 Julho , 2009, 17:10

 

É mesmo importante que se vote. É mesmo importante que a esquerda democrática ganhe. É mesmo importante que a esquerda democrática, representada pelo PS, tenha a maioria dos votos, o mais expressiva possível.

 

É indispensável que não voltemos atrás. É indispensável que as reformas iniciadas continuem. É indispensável que o estado sirva os seus cidadãos com serviços públicos de qualidade, na educação, na saúde, na segurança social, na defesa e na justiça.

 

Por isso devemos participar, com manifestos, poemas ou canções, dentro de casa e no trabalho, em conversas amenas, discussões acesas ou brandas trocas de argumentos, devemos espalhar a notícia de que o século XXI é mesmo o século das energias renováveis, da nanotecnologia, dos computadores, da internet, da globalização do saber, do conhecimento.

 

A rasgar por onde pudermos e em banda cada vez mais larga - é mesmo SIMplex.

 


VMB a 20 de Julho de 2009 às 17:32
A expressão "esquerda democrática" soava bem até Alberto João Jardim ter feito aquela proposta de revisão da Constituição.

Clara França Martins a 20 de Julho de 2009 às 17:51
Apoiado!

manuel gouveia a 20 de Julho de 2009 às 18:05
Quando li este apelo ao voto na esquerda, pensei que me tinha enganado no blog... afinal o PS é de esquerda, por vezes esqueço-me disso!

Francisco Crispim a 20 de Julho de 2009 às 18:06
É preciso topete, convenhamos.
Até o maior cego - que, como se sabe, é aquele que não quer ver... - enxerga claramente o estado em que o País se encontra, quatro anos depois.
E. no entanto, há quem se junte para defender a continuidade disto. Ainda bem...

Luis Gonçalves a 20 de Julho de 2009 às 20:09
Quatro anos depois e uma crise nunca vista de permeio, temos um país com as apostas correctas. Temos um país que aposta nas energias renováveis, nas novas tecnologias, na educação/formação e nos conceitos de dupla certificação de competências, que aposta na avaliação como ferramenta transversal para toda a administração pública, que aposta na reforma dos cuidados de saúde como nunca dantes tinha sido feito, que aposta numa segurança social equilibrada, sustentável e pública, que aposta na desburocratização deixando o terreno dos discursos bem intencionados para a empresa na hora, do cartão do cidadão, dos licenciamentos mais rápidos, etc, para a informatização geral de toda a máquina do estado (finanças, tribunais, segurança social e serviços públicos de emprego, etc ), que aposta no progresso. Mas temos também um país de atrasados. Atrasados e atrasos de vida. Temos também um país de fechados. E esses, de vez em quando, chateiam mesmo. Escrevem umas coisas, falam do paraíso na terra que era Portugal à 4 anos e do Santana. Sobre estes, estamos conversados.

Alves Pimenta a 20 de Julho de 2009 às 20:53
Luís Gonçalves dixit:
"(...) temos um país com as apostas correctas".
Pois. E eu sou o Pai Natal.

Mario Reis a 20 de Julho de 2009 às 23:49
Concordo plenamente. Temos de defender as reformas que corajosamente foram implementadas e aquelas que foram bloquedas, para que este país tenha futuro. A mim pouca falta fazem, mas os mais novos?
M.Reis

Paulo Lopes a 21 de Julho de 2009 às 11:10
Viva

"Mas temos também um país de atrasados. Atrasados e atrasos de vida. Temos também um país de fechados. E esses, de vez em quando, chateiam mesmo."

A arrogância desta afirmação é tão torpe que ultrapassa tudo e todos. Parabéns, porque julgo que se insere a si mesmo no grupo dos outros, dos avançados e dos que fazem avançar a vida ... eu, enfim, limito-me a ficar cá por baixo, entre os atrasados.

Mas como votar é simples(x) a minha cruzinha de atrasado, decerto não irá para o sitio das vossas cruzinhas avançadas.

Atrasados ou não, o simples(x) da cruzinha é que é "só" isso. Uma cruzinha com o poder de mudar muito. Muito mesmo...

Nuno a 21 de Julho de 2009 às 12:43
O Luis Gonçalves acerta na mouche! Subscrevo por inteiro! Se ele é arrogante como acha o Paulo Lopes pouco interessa para o que está em causa. Perdemo-nos muito no que não é essencial, neste caso a arrogância, com tantos pontos verdadeiramente importantes que o comentário refere!

Odete Pinto a 21 de Julho de 2009 às 18:51
Parabéns pelo texto, Sofia.
É indispensável que não voltemos atrás.
É indispensável que as reformas iniciadas continuem.
É indispensável que o estado sirva os seus cidadãos com serviços públicos de qualidade, na educação, na saúde, na segurança social, na defesa e na justiça.

Por isso devemos participar, com manifestos, poemas ou canções, dentro de casa e no trabalho, em conversas amenas, discussões acesas ou brandas trocas de argumentos, devemos espalhar a notícia de que o século XXI é mesmo o século das energias renováveis, da nanotecnologia, dos computadores, da internet, da globalização do saber, do conhecimento.

A rasgar por onde pudermos e em banda cada vez mais larga - é mesmo SIMplex.

Antifarsista a 21 de Julho de 2009 às 19:40
Que pobreza!!!

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