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SIMplex

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25
Set09

Votar PS

Simplex

No domingo vamos votar PS. São várias as razões deste voto. Defendemos acima de tudo a liberdade, e esta mede-se pela capacidade de garantir progresso social e económico; a diversidade de opções e escolhas; o reconhecimento e os direitos das minorias. Somos ainda pela inovação, pelo conhecimento, pela capacidade inventiva e criadora, pela sustentabilidade energética, pela ecologia. Somos por um país que mede o seu valor pelo que faz agora pelos seus cidadãos e pelas suas cidadãs, nascidos ou não aqui, falantes ou não de português.


Apesar das razões do nosso apoio ao Partido Socialista serem muito diferentes estamos dispostos a apresentar um voto de confiança; assumido e partilhando sem complexos uma visão crítica e construtiva da política e do país. Queremos um país moderno com perspectivas de progresso. Vemos no PS a capacidade de mudança e modernização. Sem a tentação miserabilista e tacanha da direita e as utopias irresponsáveis da extrema-esquerda.

 

Queremos, em suma, que o Partido Socialista ganhe as eleições de 27 de Setembro próximo, de preferência com maioria absoluta. Só ele pode contribuir decisivamente para que Portugal se mantenha na vanguarda política do século XXI.

25
Set09

Testemunho: Votar PS

Tiago Barbosa Ribeiro

«Muitos temos assistido esta como outras campanhas no passado.

E sempre vamos deitando o olho aqui e acolá, nos debates, nos programas e nos cartazes, e confesso que o resultado final é alguma tristeza pela forma como se vais falando uns dos outros, nos diferentes suportes.

Campanha que reside os seus argumentos na base da ofensa, da caricatura barata, do argumento sem conteúdo.

Esperava eu, e de certo a restante população, uma campanha inteligente onde pudéssemos ouvir argumentos com substância, … ideia e propostas que de facto fossem isso mesmo, propostas para fazer mais e melhor, mas aquilo que se vê é totalmente o contrario.

Temos quem faça propostas de que vai fazer isto e aquilo de forma irrealista e injustificada, sem conseguirem na realidade explicar como pensam fazer o que dizem.

25
Set09

Reflexões Partilhadas...

Ana Paula Fitas

Houve um tempo, depois de Abril, em que o voto era pensado apenas como arma de protesto... Hoje, mantendo essa dimensão reactiva de expressão contestatária, o voto é, acima de tudo, a manifestação afirmativa das nossas escolhas... e as escolhas, caros Amigos e Leitores, não se resumem  nem podem resumir-se à negação do que rejeitamos, sob pena de ganharmos o que, também, não queremos... porque o contrário de uma coisa não é apenas o seu reverso mas, isso sim, uma variada panóplia de possibilidades, assemelhadas por certo mas, distintas... e, estou certa!, há muita coisa que não desejamos... Não podemos, por isso, trocar a preciosidade de um voto num simples "Não!" dirigido a "isto" ou "aquilo"... porque o voto configura um tempo de vida de 4 anos, demasiado tempo para poder ser perdido entre regressos ao passado ou discussões inférteis entre oposições - que, definitivamente, se não podem entender e cuja aspiração ao exercício do poder se esgota na vaidade de com mais frequência se verem ao espelho da comunicação social... o voto é, se em nós reside a grandeza humana de transcendermos os nossos pequenos interesses e as nossas pequenas contrariedades, a manifestação imensa da nossa universal humanidade porque, com ele, damos voz ao interesse colectivo e ao bem-comum... Por todos nós, integrados e excluídos, mais pobres e menos pobres, homens e mulheres, crianças e idosos, rurais e urbanos, é urgente responder à chamada da nossa comum capacidade decisória para, com altruísmo e confiança, participarmos na construção do presente possível, a pensar num futuro melhor!... Sejamos realistas, sejamos justos, sejamos bons... por um país melhor, para todos!... é este o voto sentido e fraterno que hoje aqui faço, com humildade cívica e o sentido da responsabilidade de uma cidadã consciente que em cada pessoa vê toda a Humanidade...  Não mataremos a esperança de um país livre, democrático e fraterno, de um país que recusa o cinzentismo triste e obcecado do lucro, de um país vivo, a lutar por si próprio, sensato e solidário, empenhado num mundo melhor, com mais emprego, menos pobreza e sem guerras inúteis! Viva a Vida! Viva a Liberdade! Viva Portugal! Até amanhã...

(Este post tem publicação simultânea no A Nossa Candeia e no Público-Eleições 2009)

25
Set09

No Domingo votarei em consciência...

GWOM

Votarei consciente que a intervenção do Estado tem razão de ser para corrigir as desigualdades e fomentar a riqueza, quando tal seja necessário.

 

Votarei consciente que os operadores querem estabilidade, e não ruptura, para encararem com optimismo a retoma económica.

 

Votarei consciente que as gerações futuras pedem às passadas energia e acção, no pressuposto que haja partilha de custos e de benefícios.

 

Votarei consciente numa política fiscal responsável que passe pela não degradação indiscriminada da receita, pela percepção do mercado e pela escolha do tipo de financiamento mais adequado.

 

Votarei consciente que todos os problemas encarados terão tratamento próprio e adequado, sem dilações, adiamentos ou confusões.

 

Votarei consciente que a melhor forma de dizer a verdade passa pelo reconhecimento dos próprios erros, numa lógica de auto-responsabilização própria do método da tentativa e do erro.

 

Votarei consciente que não há salvadores, mas sim empreendedores.

 

No Domingo votarei PS. Simplex e claro...

25
Set09

Onde estavas em 27 de Setembro?

João Pinto e Castro

Há quatro anos, eu não sabia muito bem o que esperar do primeiro-ministro José Sócrates. Agora, acho que o resultado foi muito melhor do que tinhamos direito a esperar, sobretudo dadas as circunstâncias extremamente difíceis da governação, agravadas desde o Verão de 2007 pela avassaladora crise internacional.

Mais, considero que tivemos o melhor governo em 35 anos de democracia.

Também a presente campanha foi uma das melhores e mais entusiásticas de sempre. Poucas vezes, como agora, se discutiram tanto os programas dos partidos, a poucos sobrando dúvidas acerca do muito que distingue uns dos outros. Os debates foram tão esclarecedores como o podem ser nestas circunstâncias. Os eleitores interessaram-se e estão mobilizados para votar.

Neste domingo, não somos apenas chamados a votar num rumo para o governo do país. Está também em causa saber o que pensamos sobre a tentativa de degradação do debate democrático que o PSD sistematicamente protagonizou nesta legislatura.

No dia 27 de Setembro, é indispensável que o voto popular traduza uma clara condenação da política suja que emporcalha a vida pública e boicota o debate racional e civilizado.

Vocês sabem o que está em jogo.

 

 

25
Set09

SONDAGENS (QUADRO FINAL)

Eduardo Graça

 

Todos sabemos que as sondagens não votam. Mas existem. Encorajam uns e desencorajam outros. Criam expectativas e conformam decisões. Não vale a pena esconjurá-las quando os seus resultados nos são desfavoráveis, nem endeusá-las quando nos favorecem. Valem o que valem. E quer-me parecer que valem bastante. É este o quadro síntese das mais recentes sondagens realizadas a propósito das eleições legislativas de domingo. E este um dos mais importantes espaços de reflexão acerca das mesmas. Para mais tarde comparar.
25
Set09

Encontro de gerações

Ana Vidigal

Hoje na Cervejaria Trindade, alguns SIMplex:

Em cima da esquerda para a direita: Rui Herbon, João Pinto e Castro, Ana Vidigal, Sofia Loureiro dos Santos, Bruno Cardoso Reis, Porfírio Silva, João Galamba, Paulo Ferreira, Tiago Julião.

Em baixo, da esquerda para a direita: André Couto, Eduardo Pitta, Mariana Vieira da Silva, José Sócrates, Palmira F. Silva, Irene Pimentel, Tomás  Vasques, José Reis Santos, Gonçalo Pires, João Contâncio.

Estiveram ainda presentes Victor Sancho, Guilherme W. de Oliveira Martins, Miguel Vale de Almeida e Eduardo Graça 

(fotografia de Maria João Pires)