Por Tomás Vasques | Terça-feira, 21 Julho , 2009, 02:22

Este blogue – o Simplex – surgiu ontem. Nele se juntaram pessoas que vivem e pensam de modo diferente, mas unidas à volta de uma ideia, como se escreve no Manifesto: «que o Partido Socialista ganhe as eleições de 27 de Setembro próximo, de preferência com maioria absoluta. Só ele pode contribuir decisivamente para que Portugal se mantenha na vanguarda política do século XXI.» Esta iniciativa, normal em democracia, despertou engulhos, sobretudo da parte daqueles que, depois das eleições europeias, engravidaram. O que é normal. Uns referiram-se ao aparecimento deste blog de apoio ao Partido Socialista com fair play democrático, o que é de louvar; outros, menos propensos à elegância democrática, sentindo-se «ameaçados» pelo debate de ideias, descarregaram a bílis, e zurziram ao jeito de quem lhes falta razão: «idiotas úteis» – escreveram uns, com raiva; bando de «rapazes e raparigas» – escreveram outros, encrespados. Ao lê-los, diverti-me: reagiram como se o chão lhes fugisse debaixo dos pés ou o céu lhes tivesse caído em cima da cabeça. Quase abortaram. Por tão pouco. Apenas o manifesto de uns quantos, onde estão homens e mulheres que travaram muitas lutas ao longo da vida, que decidiram apoiar o Partido Socialista nas próximas eleições legislativas. É a democracia, estúpido! - Diria o outro.

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Por Carlos Manuel Castro | Terça-feira, 21 Julho , 2009, 01:55

           

 

Após a convocação das eleições, para 27 de Setembro, começou-se a ouvir toda a oposição ainda mais empenhada em xingar o Governo, o PS e José Sócrates.

O único objectivo, a única causa que move todos os partidos, do CDS ao BE, passando pelo PPD e PCP, é derrubar o PS. Custe o que custar.

Há uma sede obsessiva de condenar e derrubar a governação socialista.

Nunca, como hoje, houve tanto empenho da oposição em querer derrotar um Governo com tanta obra feita.

Há pouco mais quatro anos, quando o País despejou Santana Lopes e o seu Governo de direita, tal se deveu a uma profunda vontade de querer recuperar o crédito das instituições e legitimar um Governo que operasse uma efectiva mudança no País. Tudo o que a direita não fizera, pois anunciara a tanga e desbaratou as finanças, desacreditou o ensino e quase desmantelou a Segurança Social, desprezou a Saúde e ignorou a Economia. Ingredientes suficientes para afundar Portugal.   

Sócrates apresentou cinco grandes medidas, para dar um rumo ao País: Plano Tecnológico; Inglês no Básico; Retirar 300 mil idosos da pobreza; Criar o Cartão Único; e, criar 150 mil postos de trabalho.

Sócrates cumpriu o prometido, à excepção da medida de emprego, que só não a completou - e é importante referir que foram criados ao longo destes anos mais de 100 mil novos postos de trabalho, por que a crise global, que afecta tudo e todos, ao mesmo tempo, não permitiu a concretização desta medida na actual legislatura.

Infelizmente, a demagogia de toda a oposição faz de conta que não há uma crise global e que esta não tem impacto no nosso País. Como se no mundo actual algum Estado estivesse a criar ondas massivas de postos de trabalho.

O PS prometeu um rumo em 2005 e este foi concretizado.

Temos boas razões para considerar que o saldo desta governação socialista foi bastante positivo.

Somos admirados e reconhecidos no mundo por termos políticas exemplares, como a educativa e energética, que foram, e bem, concretizadas entre 2005 e 2009.

Mas, agora, é tempo de exigir mais. É tempo de o PS dar ainda mais ao nosso País. E fazê-lo progredir para níveis qualidade ainda mais elevados.

Os últimos anos elevaram os nossos patamares de desenvolvimento, mas precisamos de mais e melhor, de modo a continuar nesta senda, de criar um Portugal mais progressista e justo.

É preciso continuar a dar apoio ao rumo que se abriu em 2005, para que não recuemos.


Por Eduardo Pitta | Segunda-feira, 20 Julho , 2009, 22:25

 

 

Estar à beira de completar 60 anos dá-nos a vantagem de saber como foi o antigamente e como é o agora. E, sobretudo, de poder comparar o entretanto, que foi muitas coisas ao mesmo tempo. No meu caso particular, que nasci e vivi em Moçambique até aos 26 anos (o que significa ter passado pela experiência de quatro meses do imediato pós-independência), o antigamente era uma Metrópole distante, com partido único — a União Nacional —, eleições de fachada, polícia política, prisões arbitrárias, guerra colonial, emigração forçada e censura férrea, realidades que chegavam muito diluídas à costa oriental de África, excepto na parte respeitante ao conflito independentista. Fazendo fronteira com seis países de língua inglesa, Moçambique podia servir de cenário a romances de Evelyn Waugh, por oposição à melancolia de Portugal, mesmo na fase marcelista. Era assim desde os anos 1940, o que dá a medida da diferença e, sobretudo, da injustiça na distribuição da riqueza.
 
A que vem o intróito? À necessidade de, uma vez por todas, fazer acertar o passo de Portugal com a Europa e o vasto mundo desenvolvido. O 25 de Abril abriu muitas portas mas deixou as cabeças na mesma. Mal pagas, as profissões de prestígio (magistrados, professores, médicos) com real poder reivindicativo, trataram de couraçar-se para a velhice. Em 35 anos de democracia, as desigualdades alastraram por força dos benefits que cada corporação se auto-outorgou. O impasse actual traduz trinta anos de pura irresponsabilidade.
 
Quando as coisas começaram a mudar, em Fevereiro de 2005, caiu o Carmo e a Trindade. O discurso da claustrofobia fez escola. Pensadores conspícuos falam em totalitarismo. Gente que nunca foi incomodada fala de fascismo como se falasse de rebuçados. E até uma cozinheira famosa, protegida dos Tomazes, com idade suficiente para não confundir alhos com bugalhos, invoca hitlerzinhos com a leviandade própria de quem julga chegada a hora da desforra.
 
O Partido Socialista tem uma tradição de liberdade que ninguém contesta. De tal modo que, em 1975 e 1976, a direita meteu-se toda debaixo do chapéu-de-chuva do PS soarista. Foi também o PS quem, por via de um acordo com o FMI, salvou o país da bancarrota. Porém, as suas lideranças nem sempre se distinguiram pela eficácia. Porque se Mario Soares continua a ser uma referência incontornável, a gestão de Constâncio foi pura perda de tempo, e a de Guterres, que governou pouco mais de seis anos, caracterizou-se por um somatório de indecisões letais. Dos outros não reza a história: Ferro Rodrigues, infelizmente, não teve tempo; Jorge Sampaio foi um bom autarca e pouco mais. Não admira que o voluntarismo de Sócrates incomode tanta gente, tanta gente ao mesmo tempo e com tanto vigor.
 
Não há portanto que hesitar. Num país sem soluções conhecidas (onde está o governo-sombra do PSD?) e com apelos de regresso ao PREC — basta ler os cartazes do BE —, o Partido Socialista tem soluções, que podem não ser perfeitas, mas visam o bem-público e o interesse colectivo.
 

Se dúvidas houvesse, o ensurdecedor silêncio da actual direcção do PSD face à pretendida “revisão constitucional” de Alberto João Jardim seria um sinal inequívoco de que, daqui a dois meses, a escolha terá de ser feita em nome da liberdade, do progresso e do modernismo, contra o obscurantismo dos que rasgam hoje para colar amanhã.

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Por Ana Vidigal | Segunda-feira, 20 Julho , 2009, 22:02

(banda gentilmente "roubada" a Bill Watterson

«Há tesouros escondidos por toda a parte - Calvin & Hobbes»  

Gradiva)


Por Porfírio Silva | Segunda-feira, 20 Julho , 2009, 18:22

Não é que devamos pôr os ovos todos no mesmo cesto. É que um ovo solitário nunca fará uma ninhada. E já não vale a pena partir ovos sem fazer omeletes.

Estamos aqui por não estarmos muito preocupados em preservar a brancura das nossas asas enquanto deixamos que o nosso mundo cresça para lá do alcance do nosso passo. E por sabermos que o grande inquisidor aqui não entra. E que os pequenos inquisidores nem teriam estômago para aqui entrar.

As igrejas dos santos perfeitos dos últimos dias podem servir para entreter as tardes de fim de semana, ou até para esperar sentado pelo reino dos céus. Mas não servem de nada para fazer avançar as nossas repúblicas de cidadãos. Essas, de futuro, só vêm em banda larga: saber preservar a diversidade, engenhando a força de nos juntarmos para os momentos de fazer.

 


Por Tomás Vasques | Segunda-feira, 20 Julho , 2009, 17:58

 

Quer queiramos quer não, a crise que nos bateu à porta, por via do sub-prime, e que atingiu em primeiro lugar o sistema financeiro antes da economia real, inédito em todas as crises anteriores (e foram mais de 30 nos últimos 250 anos), ainda está longe do seu fim. Mesmo que a actual crise já tivesse «batido no fundo», como alguns optimistas nos dizem, a experiência diz-nos que, a ser assim, ainda faltam quase dois anos para a economia real se recompor, o desemprego abrandar e o consumo reagir positivamente. Até lá é preciso governar atendendo às circunstâncias, sobretudo em matéria de investimento público e de sensibilidade social. Ora, quem não conhece as circunstâncias: o PSD, pela boca da sua líder, já demonstrou que está a leste de tudo isto, quando classificou esta crise – uma das mais profundas de sempre - como um «abalozinho» (e não nos venham exigir «interpretação especial» para as suas palavras, porque aqui há ignorância ou má-fé, e mais nada); quem não tem norte, nem rumo em relação ao investimento público; e, quem, quanto à sensibilidade social, não tem uma ideia, tendo a líder do PSD afirmado que «não há nenhuma medida anunciada por este Governo qual a qual discorde», governar significaria o desastre, sobretudo para quem mais sofre as consequências desta crise. A incapacidade de resposta por parte do PSD transforma-o num perigo para os portugueses, caso ganhasse as próximas legislativas. O desvario e as suas consequências seriam de tal ordem que, três meses depois, já estavam a dar o dito por não dito, e a proclamar que o «abolozinho» era, afinal, a maior crise dos últimos dois mil anos. Nós temos memória!


Por João Pinto e Castro | Segunda-feira, 20 Julho , 2009, 17:52


Por Sofia Loureiro dos Santos | Segunda-feira, 20 Julho , 2009, 17:10

 

É mesmo importante que se vote. É mesmo importante que a esquerda democrática ganhe. É mesmo importante que a esquerda democrática, representada pelo PS, tenha a maioria dos votos, o mais expressiva possível.

 

É indispensável que não voltemos atrás. É indispensável que as reformas iniciadas continuem. É indispensável que o estado sirva os seus cidadãos com serviços públicos de qualidade, na educação, na saúde, na segurança social, na defesa e na justiça.

 

Por isso devemos participar, com manifestos, poemas ou canções, dentro de casa e no trabalho, em conversas amenas, discussões acesas ou brandas trocas de argumentos, devemos espalhar a notícia de que o século XXI é mesmo o século das energias renováveis, da nanotecnologia, dos computadores, da internet, da globalização do saber, do conhecimento.

 

A rasgar por onde pudermos e em banda cada vez mais larga - é mesmo SIMplex.

 


Por André Couto | Segunda-feira, 20 Julho , 2009, 16:57

Os Governos que a História guarda e transmite com maior entusiasmo não são os que se fecham no seu tempo, na sua pouca ambição, visão retrógrada e pequena. Os Governos são recordados por no seu tempo olharem além das montanhas que se erguem à sua frente, construindo desde logo as bases para um futuro melhor.

Em 4 anos Portugal é o quinto país da União Europeia em Energias Renováveis, fruto da forte aposta feita no aproveitamento da água e do vento como energias de inesgotável futuro. Em matéria económica é assim que se reduz a terrível dependência do petróleo, em matéria ambiental é assim que se limpa o fumo que nos suja. Isto é marca de inegável modernidade e visão governativa.

 

Neste campo demos hoje outro passo firmando novo acordo com a Renault-Nissan. Somos um País capaz de atrair investimento numa indústria de futuro, na indústria do futuro. É certo que um dia não mais nos deslocaremos em carros movidos pela força dos combustíveis fósseis. Como tal uma rede de carregamento de carros eléctricos nasce pelo País, tudo isto muito antes dessa preocupação nascer no interior das pessoas. Assim se faz o futuro nos dias que correm.

Isto é sinónimo de maturidade governativa. Assim se Governa em Portugal e é por isso que rejeito as outras vias que nos tentam vender.


Por João Coisas | Segunda-feira, 20 Julho , 2009, 15:59


Por Eduardo Graça | Segunda-feira, 20 Julho , 2009, 13:08

Foi anunciado, recentemente, pelo 1º ministro que no próximo ano lectivo a oferta de “cursos profissionais” alcançará o número recorde de 125 mil vagas. Trata-se, certamente, da oferta conjunta - sistema público e privado - de ensino profissional a partir do 10º ano de escolaridade representando cerca de 50% do total de vagas do secundário.

 

A notícia passou mais ou menos despercebida mas é da maior relevância na estratégia do desenvolvimento da educação em Portugal. Eu próprio estive associado, em funções técnicas - nos idos de 1989 - ao relançamento do “ensino profissional” em Portugal, quase a partir do zero.

 

Trabalhei e reflecti acerca do tema que, apesar de complexo, na sua essência, não dá margem para grandes especulações. O que aconteceu de novo, nos últimos 4 anos, permitindo este grande salto em frente?

 

A resposta é simples: a abertura em força de cursos profissionais na escola pública. Com mais ou menos dificuldades, mais ou menos resistências, a escola pública, por decisão política do governo socialista, reassumiu a oferta do ensino profissional.

 

Em boa hora decidiu o governo romper com uma espécie de inércia que dava asas àquele tipo de discurso saudosista: “no tempo das escolas técnicas é que era bom!”

 

A nova oferta de cursos profissionais foi crescendo gradualmente aproximando-se da meta estabelecida pela União Europeia: 50% dos alunos do ensino secundário em cursos profissionais.

 

Alcançar esta meta representa um grande sucesso para o país por diversas razões:

 

1- Permite uma maior liberdade de escolha para os alunos;

 

2- Fomenta a efectiva aproximação da formação escolar ao mundo do trabalho;

 

3- Contribui para combater, de forma eficaz, o abandono e insucesso escolares;

 

4- Dá satisfação a uma aspiração profunda, e antiga, das famílias e das comunidades.

 

O governo cumpriu, no essencial, um dos compromissos mais importantes da reforma da educação a que se tinha proposto. Este é um dos muitos casos em que a obra feita não é notícia! Acerca do tema escrevi aqui, aqui e aqui.


Por Luis Novaes Tito | Segunda-feira, 20 Julho , 2009, 11:50
SimplexNão é possível estar na política com um pé dentro e o outro fora.
Não é possível pensar política com indiferença e esperar que alguém a faça por nós para depois reclamar imaculadamente.
Não é possível aguardar em política para ver a terra queimar em jogos de lucro calculado à custa da miséria alheia.
Não é possível estar na política sem tentar evitar o mal-maior.
 
Ficaria de mal comigo se faltasse a este projecto e não desse o meu contributo para a luta por um País melhor, mais justo e solidário. Ficaria de mal com os meus se nada fizesse para evitar que Portugal viesse a ser governado de Belém numa amálgama presidencial onde o governo e a capital pudessem ser a face da mesma moeda.
 
Por isso aqui estou, mais uma vez na frente de batalha, não em defesa de "sobretudo alguém" (até por não acreditar em infalíveis e iluminados), mas na defesa coerente dos que têm de ser defendidos e que sempre viram no Partido Socialista o motor do progresso, do desenvolvimento português, da solidariedade, da esperança e da liberdade.
 

Por Simplex | Segunda-feira, 20 Julho , 2009, 06:00

A vida tem destas coisas, juntar pessoas que não se conhecem, homens e mulheres, jovens e menos jovens, gente consagrada e por consagrar, gente divertida e sisuda, oriunda das mais diversas áreas profissionais e políticas, sem outra afinidade que não uma declaração de voto comum: nas próximas eleições legislativas vamos todos votar no Partido Socialista.

São várias as razões deste voto. Defendemos acima de tudo a liberdade, e esta mede-se pela capacidade de garantir progresso social e económico; a diversidade de opções e escolhas; o reconhecimento e os direitos das minorias. Assim, grande parte dos colaboradores do SIMplex apoia a interrupção voluntária da gravidez; a pluralidade cultural de todas as regiões do país; a plena igualdade no acesso ao casamento civil entre pessoas do mesmo sexo; a laicidade do estado e a liberdade religiosa; bem como, naturalmente, a real igualdade de género.
 

 

Somos ainda pela inovação, pelo conhecimento, pela capacidade inventiva e criadora, pela sustentabilidade energética, pela ecologia. Somos por um país que mede o seu valor pelo que faz agora pelos seus cidadãos e pelas suas cidadãs, nascidos ou não aqui, falantes ou não de português. Recusamos os mitos do passado, o medo, o atavismo e a violência simbólica das nostalgias salazarentas. Com igual vigor recusamos as utopias revolucionárias. Somos pela dignificação do sistema político, trazendo para ele novas caras, gente desinteressada, apostada bom bem-público, exigindo accountability. Não somos pelo corte definitivo entre a cidadania e a representação democrática. Repudiamos com veemência as alternativas caudilhistas, presidencialistas ou que se deixem seduzir  por suspensões da democracia.

Acreditamos que a política não é uma arte perfeita. Cometem-se erros. Admitimos mesmo que o PS os tenha cometido. Como todos os partidos, o PS não é perfeito, nem pretendemos que seja. Muitos de nós gostamos do que o PS tem feito pela liberdade, pela igualdade e pela modernidade. Acreditamos num socialismo moderno que aposte no papel do Estado, com serviços públicos de qualidade para todos, com igualdade de oportunidades e no quadro de uma economia de mercado regulada por parâmetros europeus. O PS do centrão e as políticas neo-liberais no trabalho e na economia não nos interessam.

Não estamos, portanto, satisfeitos. Se estivéssemos, não abriríamos este espaço de apoio declarado, mas também de crítica e prospecção. Interessa debater o que foi feito, de bom e de mau, neste últimos quatro anos; mas também projectar o que de melhor se pode fazer para a próxima legislatura. Queremos que o ritmo das reformas se mantenha ou acelere. Queremos transformações concretas na justiça, na segurança social, na saúde e na educação. A dignificação dos profissionais, em todas as áreas, é fundamental. O fosso entre ricos e pobres não pode continuar a alargar. A classe-média não pode ser cilindrada. Não há sociedades perfeitas. Mas há sociedades justas. Acreditamos nisso. Votamos PS por acreditar que está bem preparado para o conseguir.

Não iremos votar no PSD porque a sua líder simboliza praticamente tudo o que de negativo foi aqui elencado – uma política que aposta na negatividade e apela aos piores instintos de receio, fechamento, e honrada pobreza. Não queremos o regresso do PSD, muito menos do PSD personificado por Manuela Ferreira Leite ou Santana Lopes.
Não queremos o regresso da tanga.

Como se depreende, as razões do nosso apoio ao Partido Socialista são muito diferentes. Estamos aqui para demonstrar um voto de confiança, assumido e partilhando sem complexos, uma visão crítica e construtiva da política e do país. Queremos um país moderno com perspectivas de progresso. Vemos no PS, e sobretudo em José Sócrates, capacidade de mudança e modernização. Sem a tentação miserabilista da direita e as utopias irresponsáveis da extrema-esquerda.

Queremos, em suma, que o Partido Socialista ganhe as eleições de 27 de Setembro próximo, de preferência com maioria absoluta. Só ele pode contribuir decisivamente para que Portugal se mantenha na vanguarda política do século XXI.
 


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