Por Sofia Loureiro dos Santos | Segunda-feira, 24 Agosto , 2009, 22:02

 

 

Alberto João Jardim continua a arrastar pela lama a dignidade do lugar para o qual foi eleito, de um político, de uma pessoa com o mínimo de decoro.

 

Quem o vê aos berros em frente a uma multidão ululante, a falar do seu Portugal homofóbico, boçal e intolerante, comezinho e maledicente, cora de vergonha. Pelo que diz, pelo significado do que diz e pela ovação que o acompanha.

 

Alberto João Jardim tem-se comportado como alguém que é inimputável, gozando de uma tolerante bonomia de todos os responsáveis políticos, o que apouca a democracia e diminui a credibilidade dos nossos representantes.

 

A traição é dele. E o Portugal dele não é igual ao meu.

 

Nota: Também aqui.

 


Rui a 24 de Agosto de 2009 às 22:20
Respeito pela diferença, o Portugal de Sócrates também não é o meu, é isto com que alguns socialistas não conseguem perceber

amália a 24 de Agosto de 2009 às 22:24
Quer-me parecer que todos têm medo dele. Os impropérios que ele lança assustam até o PR. O homem sente-se inatingível e ainda estou para ver quem tem coragem de o enfrentar...talvez uma cirrose.

Sísifo a 25 de Agosto de 2009 às 00:21
O desprezo pelo «povo ululante» é típico do snobismo da trampa que caracteriza aq nossa esquerdinha de trazer por casa.

Por outro lado, não se estará a esquecer do «povo ululante» que o nosso PM, a expensas de todos nós, arrasta consigo para os seus comícios.

Que exemplos? Eu dou-lhos.

Além disso, apesar de criatura pouco estimável, o homem ganha as eleições de forma democrática. E ainda não perseguiu charruas nem arados.

Gonçalo a 25 de Agosto de 2009 às 01:38
Defender Jardim é todo um novo nível de baixeza!

Não só este discurso é perfeitamente abjecto, como defender alguém que mostra tamanho desprezo pelos valores da república e da democracia como o que AJJ já fez é indescritível!

Se é isto que quer a governá-lo, peço-lhe, fuja para a Madeira! Não nos obrigue a nós a ser assolados por tamanha praga.

amália a 25 de Agosto de 2009 às 07:53
Ó Sísifo, também o Sócrates ganhou a maioria democraticamente. Mas é um rochedo demasiado para si.

Sísifo a 27 de Agosto de 2009 às 00:54
Ó Amália, triste fado o seu defender semelhante «rochedo».

Mas não se preocupe, pois ele rolará em direcção aos Infernos, onde Tanatos lhe tratará da saúde.

Saudações democráticas.

amália a 27 de Agosto de 2009 às 15:24
LOLOLOL Eu não estava a defender ninguém, só peguei no seu argumento das eleições ganhas democraticamente pelo Jardim, para lhe lembrar que o mesmo tinha acontecido ao Sócrates. Logo, se isso vale para um, vale para o outro. Malgré todas as oposições que ambos suscitam.
Pensei que era evidente.

logros a 25 de Agosto de 2009 às 03:13
Inimputável, SIM. Porque o seu léxicoo RELES e indecoroso (como diz) não tem um contraponto de responsabilização civil ou criminal. Para uma democracia moderna, esta figura que se mantém há mais de 20 anos no poder, graças a manmigâncias autocráticas,numa parcela (?), mesmo autonómica de Portugal, é intolerável para qualquer mente honesta e decente. Enfim, índice triste de patologia sociaiss, com que alguns se iludem...
Por mim, o sr. mais os seus apaniguados, podem independentizar-se ao serviço de algum casino ou de algum milionário do petróleo. O Carnaval e as bananas hão-de servir para alguma coisa.

I.

jj a 25 de Agosto de 2009 às 03:58
Este post está ferido de morte. Ou não fosse o João Galamba deste blogue.

Carlos Dias Ferreira a 25 de Agosto de 2009 às 09:38
Cara Sofia Loureiro

Também o Portugal de sócrates não é o meu, pois acredito num país com valores e não num país em que a mentira, a propaganda, a arrogância são utilizadas para tudo.
Merecemos melhor é a conclusão.

Gonçalo a 26 de Agosto de 2009 às 01:05
Mais uma vez vejo-me forçado a comentar!

Acho que é perfeitamente desinformado comparar Alberto João Jardim com José Sócrates. Por mais que este último tenha feito para irritar pessoas e interesses, nada é mais perigoso para uma democracia que o desrespeito que AJJ mostra repetidamente para com esta!

Na realidade, mesmo que outra razão não houvesse, o PSD nunca teria o meu voto pelo simples facto de não fazer o mínimo esforço para se distanciar das posições desta sua figura. Bem sei que lhes interessa mantes alguns bastiões, neste caso a Madeira, mas a custo do respeito que devemos promover pelo democracia? É triste...

amália a 27 de Agosto de 2009 às 23:00
O PSD nunca terá o meu voto por essa razão e pelas contradições aqui várias vezes expostas. E mais a última do Rangel que tem o desplante de separar a política da ética. Pois se é contra isso que me parece ser essencial uma luta sem tréguas. Para ele a política é um jogo? É a ver quem mais habilidade tem para enganar, trafulhar, para vencer?
Ora o atrevido, melhor ainda, o "inocente" que nos quer comer as papas na cabeça. Tenham mas é juízo, queques do PSD

Rui a 25 de Agosto de 2009 às 12:42
Para quem gere os comentários "é típico do snobismo da trampa que caracteriza aq nossa esquerdinha " e depois se inflama com o que outros dizem?????

Protocolos
comentários recentes
Ainda bem que procurei por ti na internet em geral...
A discussão sobre pagar a saúde de acordo com os r...
Espero que o José Sócrates faça um bom trabalho..
Boa tarde, gostava da vossa opinião.hoje dirigi-me...
EsclarecimentoA notícia é apenas sobre uma propost...
Venho por este meio relatar-vos uma situação que c...
Sou nova nestas andanças, da net (não em anos-57) ...
Obrigada pelos textos que nos deram a ler, a refle...
Estou de acordo com a ideia lançado por vocês impo...
Simplex , simplesmente. convido-os a visitarem o m...
já agora gostaria que observem uma iniciativa empr...
Estava a gostar deste blog...
Uma escrita muito pobre, na generalidade dos casos...
Estou numa dúvida: a oposição não foi eleita para ...
Posts mais comentados
88 comentários
50 comentários
44 comentários
43 comentários
38 comentários
36 comentários
27 comentários
25 comentários
arquivos
pesquisar neste blog
 

As imagens criadas pelo autor João Coisas apenas poderão ser utilizadas em blogues sem objectivo comercial, e desde que citada a respectiva origem.