Por Irene Pimentel | Quarta-feira, 12 Agosto , 2009, 17:37

«As Forças Armadas portuguesas foram transformadas numa espécie de corpo expedicionário ao serviço das estratégias imperiais e agressivas da NATO e dos EUA, sendo que o essencial das suas missões, do seu equipamento e funções são, na verdade, definidos por centros de decisão onde elas não participam senão subsidiariamente e orientadas por critérios totalmente estranhos e contrários aos interesses do povo português»

 
Entre as medidas que o BE se propõe adoptar a curto prazo contam-se as seguintes:
 
«• Portugal deve sair da NATO e pugnar pela extinção deste e de todos os blocos militares.
• Portugal deve defender o desarmamento geral e universal, e opor-se, como membro da UE, à constituição de uma força armada europeia.
• Portugal deve bater-se pelo encerramento de todas as bases militares estrangeiras na Europa e pôr termo à cedência da Base das Lajes, nos Açores, aos EUA.»
 
Pergunto:
- em que mundo vive o BE?
- que quer o BE para Portugal?
- será que os candidatos a votantes no BE conhecem este programa?
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Portela Menos 1 a 12 de Agosto de 2009 às 22:20
já li o programa do BE, estou de acordo no essencial e sou a favor da paz.
o pessoal do simplex tem algum argumento a favor de uma economia de guerra?
esse esforço de guerra é para nos proteger de quê?
dos emigrantes marroquinos?
dos presos de Guantanamo?
dos barcos do aborto?


Vera Santana a 13 de Agosto de 2009 às 11:03
Vlad,

Sou a favor da constituição de uma força militar europeia. Porque quero ter Europa (uma União Europeia) e não há entidade política soberana sem uma força militar autónoma. A paz constrói-se e mantém-se com fundamentos na autonomia das instituições de poder político, militar, de socialização (família, educação, cultura...) e simbólicas. Quanto às instituições económicas parece-me difícil, no século XXI, falar de autonomia europeia; no entanto, há formas politicas de regulamentar o mercado global, ao nível do Capital (regulando-o) e do Trabalho (fortalecendo fortemente as instituições sindicais europeias e internacionais para que acompanhem a força do Capital internacional ).

Se assim não for, quais as alternativas? Forças militares nacionais? Forças militares dos USA? Ou inexistência de forças militares?

Não estou a falar de Guerra.

Mas falar abstractamente de PAZ, como se ela caísse do céu ou das barbas de um qualquer ícone omnipotente é pouco realista. A paz constrói-se pela negociação. E os processos de negociação são árduos, longos e precários. Temos paz na Europa após duas Grandes Guerras no século XX (para além das guerras civis e de toda a história para trás).

Peace and best regards,

Vera

Vera Santana a 13 de Agosto de 2009 às 12:15
ERREI!

Onde está Vlad leia-se, por favor, Portela-1

As minhas desculpas!

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