Por Vera Santana | Domingo, 09 Agosto , 2009, 12:10

Cai um mito: o da ETA que tinha ÉTICA segundo a qual não atingia alvos humanos. Atingiu e reivindicou os recentes atentados e os mortos atingidos.

 

Gostava de saber a opinião do Francisco Louçã. Segundo ele, e neste caso, os meios justificarão os fins?

 

 


Pedro Correia a 9 de Agosto de 2009 às 13:37
«Cai» um mito? Para quê o verbo no presente? A ETA mata há 40 anos. Já matou 828 pessoas. Não é mito nenhum.

Miguel a 9 de Agosto de 2009 às 14:56
talvez a Vera precise de se documentar um pouco, a ETA nunca disse que não atacava alvos humanos, o que a ETA sim assume como a sua pratica é não atingir alvos civis! Bastante diferente. os 3 policias que morreram são alvos militares que pertencem há mesma guardia civil que limita a liberdade dos independentistas que age violentamente contra jornalistas que publiquem artigos independentistas, e que em conjunto com um tribunal de um estado espanhol repressor fechou mais de uma centena de publicações independentistas bascas, e por fechar entenda-se entrar destruir tudo e cerrar as portas com cimento e tijolos.

Ha um livro muito bom sobre a gyerra ETA/forças do estado espanhol, e sobre o movimento independentista vs estado espanhol, devia le-lo chama-se "Euskadi" e foi escrito por Rui Pereira.

quanto à sua vontade de saber a opinião de Louça é ridicula, pois a opinião do mesmo também é irrelevante é apenas uma opinião.

capitão haddock a 9 de Agosto de 2009 às 15:32
desde quando é que a eta tem (tinha/teve) essa ética de não atingir alvos humanos?


duarte a 9 de Agosto de 2009 às 16:06
Ao fazer esta pergunta, esta Srª., será normal?
Não me parece, pois o que é que F. L. tem a ver com aquela acção?.
Neste momento vale tudo para "atacar", quando deveria ser "criticar" com argumentos credíveis e sérios. Chega de cretinisses, chega de anormais, já há de mais

Daniel João Santos a 9 de Agosto de 2009 às 18:37
baixa, muito baixa politica que passou por aqui.

Daniel João Santos a 9 de Agosto de 2009 às 18:39
Já agora e se me permite, aconselho a leitura do texto mais acima do seu colega de blogue Leonel Moura, texto esse sobre arguemntos e discussão sobre a sociedade.

Miguel Lopes a 9 de Agosto de 2009 às 19:02
"Cai um mito: o da ETA que tinha ÉTICA segundo a qual não atingia alvos humanos."

Já caiu há muitos anos. Desde o hipercor e por aí fora.
Ainda que a questão referendária esteja constitucionalmente blindada à vontade popular, eu creio que não há condições para a luta armada. E nesta guerra assimétrica, só há civis mortos porque não um reconhecimento de beligerância. Não creio que a guarda civil seja um alvo militar.
Eu só vejo uma razão para se explorar o gregarismo e os particularismos regionais: furar as regras da monarquia. Mas usar os argumentos dos reaccionários contra os próprios é coisa que não me convence.
Cara Vera Santana. Deixe lá o Louçã em paz... tanto quanto sei, nunca deu cobertura ao Batasuna ou à ETA. E tanto que não me parecem correctos os pedidos de explicações a quem tem posições neutras, porque a questão é complicada. E sim, existem determinados meios que justificam determinados fins. A luta armada justifica-se em determinadas situações, nomeadamente quando as portas institucionais estão fechadas à vontade maioritária. Basta lembrar o plano Ibarretxe.
A questão é: eu sou a favor da autodeterminação pela via referendária, mas a constituição espanhola proíbe (o tribunal constitucional até proibiu uma consulta). Ora, antes de pedir explicações aos outros, responda-me: O que fazer?

Odete Pinto a 9 de Agosto de 2009 às 20:02
Só Francisco Louçã? E o PCP?

Para que conste, dois esclarecedores posts sobre o tenebroso assunto:

http://agualisa6.blogs.sapo.pt/256211.html e
http://agualisa6.blogs.sapo.pt/243286.html


Miguel Lopes a 9 de Agosto de 2009 às 23:30
"o que a ETA sim assume como a sua pratica é não atingir alvos civis! Bastante diferente. os 3 policias que morreram são alvos militares que pertencem há mesma guardia civil"

Não me parece correcto considerar todas as forças policiais como alvos militares. Isso é uma noção muito elástica.

"chama-se Euskadi " e foi escrito por Rui Pereira."

Já li esse livro e também aconselho.

PortelaMenos1 a 9 de Agosto de 2009 às 23:33
mais um não-post ou como a idiotice do simplex o leva a incluir FL e/ou o BE em tudo o que mexe.

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