Por Vera Santana | Sexta-feira, 25 Setembro , 2009, 17:41

. . .  os portugueses e as portuguesas terão exercido o direito de eleger representantes para a Assembleia da República ao longo do dia e os resultados provisórios começarão a ser conhecidos.

 

Recordo a longa noite democrática, na Fundação Calouste Gulbenkian, em que eramos muito jovens e esperávamos pelos resultados do 1º sufrágio livre. Estive lá, na sala da Imprensa, onde vivi com emoção esse primeiro escrutínio.

 

Hoje, a democracia continua a passar por aqui, pela eleição de representantes, mas passa também pelo exercício diário dos poderes, dos direitos e dos deveres que cada um tem, nos locais de trabalho e nos espaços públicos. Passa pelo diálogo e pela negociação do possível, enquadrados sempre por princípios. Este novo espaço público e virtual, de liberdade de expressão - o SIMpleX -  deu-me a possibilidade de dialogar com muitas pessoas que não conheço - os/as muitos/as comentadores/as que reagiram aos "posts" -cuja disponibilidade para participar e  força para argumentar, tantas vezes no sentido inverso ao das minhas ideias, fiquei a admirar profundamente!

 

A noite de dia 27 de Setembro de 2009 será curta, muito curta, ao contrário da 1ª noite de eleições em  Portugal. Muitos de nós já não somos jovens mas a expectativa, nestas eleições, é enorme. Sejam quais forem os resultados, há muito caminho a percorrer. Quotidianamente e em diálogo.

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Por Vera Santana | Sábado, 19 Setembro , 2009, 16:29

 

 

The Portuguese Socialist Party, first winner of the PACE Gender Equality Prize

Strasbourg, 08.09.2009

 

The Committee on Equal Opportunities of the Parliamentary Assembly of the Council of Europe (PACE) today designated the three winners of the PACE Gender Equality Prize. The first winner is the Portuguese Socialist Party, Partido Socialista, followed by the British Labour Party and Swedish left-wing party Vänsterpartiet. All three were rewarded for the steps they had taken to significantly improve women’s participation in their parties or in the elected assemblies of their respective countries.

The jury, comprising Lena Hjelm-Wallén (Chair, Sweden), Leena Linnainmaa (Finland) and Dubravka Šimonović (Croatia), had shortlisted six candidates. Lluís Maria de Puig, PACE President, will present the Equality Prize on 30 September 2009 at a ceremony to be held during the autumn session of the Assembly (28 September-2 October).

 


Por Vera Santana | Sábado, 19 Setembro , 2009, 16:19

 

Gender Equality Prize to encourage

parity in politics

   

 

The PACE Gender Equality Prize will be awarded every five years in recognition of completed or current action, schemes or initiatives by political parties that have significantly improved in women’s participation in elected assemblies, political parties and their respective executives. Women still only account for less than 20% of members of parliament in nearly half of the 47 Council of Europe member countries. For more information on the Prize and the jury, please go to:

 

 

 


Por Vera Santana | Domingo, 13 Setembro , 2009, 18:40

Em Julho escrevi no SIMpleX um post invocando um clássico de quem gosto, Max Weber. Hoje volto-me de novo para o ensaio "A Política como vocação", desse autor, não para dar "indicação de voto" mas para percorrer dois caminhos - que começam por ser paralelos e acabam num ponto único - permitindo tomar opções.

 

O caminho da ética da convicção leva-me ao lugar que é o Partido Socialista. É o meu espaço ideológico, aquele onde se encontram as possibilidades de "actualizar" a igualdade, a liberdade e a solidariedade. Não há, no sistema partidário português, nenhum outro lugar onde estes três factores elementares da vida individual e colectiva se possam tornar realidade, de um modo justo.

 


Por Vera Santana | Sexta-feira, 11 Setembro , 2009, 08:31

Um testemunho pessoal

 

Por duas vezes, a 11 de Setembro, o mundo pula e transforma-se. Foi em 1973, com o fim absoluto do socialista Allende, foi em 2001 com a implosão de duas Torres Gémeas e o espectacular eclodir  de um conflito latente. Em 1973 senti-me socialista. Em 2001 senti-me ocidental.

 

De 2001 para cá, à porta de entrada do século XXI, nada ficou igual.


Por Vera Santana | Quarta-feira, 09 Setembro , 2009, 13:07

 

Maître Corbeau, sur un arbre perché,
Tenait en son bec un fromage.
Maître Renard, par l'odeur alléché,
Lui tint à peu près ce langage :
"Hé ! bonjour, Monsieur du Corbeau.
Que vous êtes joli ! que vous me semblez beau !
Sans mentir, si votre ramage
Se rapporte à votre plumage,
Vous êtes le Phénix des hôtes de ces bois. "
A ces mots le Corbeau ne se sent pas de joie ;
Et pour montrer sa belle voix,
Il ouvre un large bec, laisse tomber sa proie.
Le Renard s'en saisit, et dit : "Mon bon Monsieur,
Apprenez que tout flatteur
Vit aux dépens de celui qui l'écoute :
Cette leçon vaut bien un fromage, sans doute
. "
Le Corbeau, honteux et confus,
Jura, mais un peu tard, qu'on ne l'y prendrait plus.
 
 
E assim, o parvo do Corvo entregou o queijo (leia-se o voto) nas patas do Raposão manhoso.
 
Porque o  Raposão Francisco Louçã mexe com a utopia que há dentro de nós, fazendo cócegas nos egos de quem acredita que pode mudar de repente a sociedade e fazer do  mundo - com uma cartilha na mão -  un endroit de "bonheur permanent", porque acredita na cartilha, porque tem fé na revolução que não aconteceu.
 
Não vamos dar o queijo/voto ao Raposão Francisco! Já aprendemos a lição!

Por Vera Santana | Domingo, 06 Setembro , 2009, 12:26

Consideram umas pessoas minhas amigas e semi-estrangeiras que o Primeiro Ministro português, José Sócrates, tem demonstrado ser alguém que quer fazer, que quer mudar Portugal e que o tem feito no sentido de modernizar e de desenvolver o País.

 

Considero eu importante ouvir a voz do "outro", do estrangeiro, sobre Portugal. Não porque esteja mais ou melhor informado mas porque está informado de outra maneira e transporta na voz a proximidade e a distância e um sentir desinteressado interessado.

 

Simmel definiu a singularidade da figura do estrangeiro como expressão de unidade de duas diferenças e/ou contrários; ao mesmo tempo que está à margem, a figura social em questão sente e instala-se na sociedade de acolhimento. Entre rejeição e integração, proximidade e distância, participação e observação, o estrangeiro, na sua singularidade, representa “o outro”, o que vive entre fronteiras simbólico-sociais.

 

Relembro as gostosas crónicas de Miguel Esteves Cardoso, há muitos anos atrás, quando voltou para Portugal, como um semi-estrangeiro, e via o que nós viamos todos os dias sem ver.


Por Vera Santana | Domingo, 06 Setembro , 2009, 12:05

Género e poder

 

Lamento que a Manuela Moura Guedes, que foi uma profissional do jornalismo há uns anos atrás, se tenha tornado na esposa_de_um_Director_que_lhe_deu_um_programa. É triste ver uma mulher que se desautonomiza na maturidade. É triste ver jogos de casais quer em grandes empresas que não são "propriamente" empresas familiares - nestas, sim, pode e deve estar uma família inteira e intergeracional que  ama a empresa tantas vezes construída por  várias gerações - quer em instituições com uma vertente de serviço público. Estou a pensar em instituições de ensino, de saúde e outras, e, repito, com uma vertente de serviço público e frequentemente beneficiárias de dinheiros públicos (de subsídios, empréstimos a fundo perdido, etc). Em algumas destas instituições a democracia ficou à porta porque todo/a/s consentem e calam, porque o exercício da democracia seria inconveniente para  interesses institucionais entretanto enviesados, porque - tantas vezes! - os poderes se instalam e reproduzem, qual polvos virando costas ao interesse público que deveriam servir.

 

É sobretudo dentro das organizações de trabalho e de ensino - de muitas - que falta o pleno exercício democrático. Porque os abusos de poder se quedam, mudos, no seio das organizações e por entre os nós dos pequenos e não tão pequenos chefes, tantas vezes com insuficiente formação . Porque as organizações sindicais se preocupam pouco com o exercício efectivo - i.e, ao alcance de todos e de cada um - da democracia interna dentro das organizações laborais. Porque as organizações sindicais deveriam preocupar-se mais com a igualdade de oportunidades (de género e outras) de cada um/a dentro das organizações laborais.

 

Por tudo isto, lamento a imagem dada por uma mulher - Manuela Moura Guedes - que,  na idade madura e por interesses pessoais, materiais e de estatuto social,  se auto-reduziu a esposa_de_um_Director_que_lhe_deu _um_programa.

 

 

Os locus privilegiados dos abusos de poder

 

Na minha opinião, o abuso de poder está menos nas instituições políticas, onde existe controlo por parte da opinião pública, e mais em organizações que escapam  a esse controlo. No caso da TVI, o abuso de poder do casal Moniz/Guedes veio a público "por definição": por se tratar de uma empresa de comunicação de massas, por onde passa a opinião pública; por terem os interesses pessoais do casal Moniz/Guedes deixado - algures no tempo  - de corresponder aos objectivos da organização-empresa.

 


O Filósofo Gil, o não-filósofo Sócrates e um Suave Milagre

 

Finalizo afirmando estar, pelo menos num aspecto, totalmente em desacordo com o filósofo Gil que considera que o autoritarismo do actual Primeiro Ministro se propagou a toda a sociedade. Considero, inversamente, que há ainda muito autoritarismo na sociedade independentemente da "côr do Governo", nomeadamente dentro das organizações; a reprodução social de práticas verifica-se muito para além do que julgaríamos e muito para além das motivações originais  e, sobretudo, ao longo de muitos anos. Não seria possível, nem numa férrea ditadura, impôr novos comportamentos - autoritários - a uma sociedade aberta, democrática, informada, europeia.  Seria mesmo "Um Suave Milagre" algum ser humano conseguir um tal feito em 4,5 anos!  

 

O confronto com formas de autoritarismo está, por um lado, nas mãos e na voz de cada um de nós, no quotidiano, nos locais de trabalho, na rua e nas análises e apreciações que fazemos, para além dos slogans e das palavras de ordem simplificadores das realidades e castradores das mentes e das liberdades e, por outro lado, na prossecução vigilante daquilo que são os serviços públicos.


Por Vera Santana | Quinta-feira, 03 Setembro , 2009, 11:38

 

EM RESPOSTA AOS COMENTÁRIOS AO POST  "Quem avisa, Amigo/a é"
 
I. Com a frase “Independentemente da impossibilidade de a Escola voltar a funcionar a tempo parcial” estou, em primeiro lugar, a identificar a fonte do descontentamento dos professores, a saber, a institucionalização da Escola a tempo integral e a impossibilidade da sua desinstitucionalização. Esta é inviável, na medida em que o trabalho feminino é desde há muito uma realidade (mais expressiva em Portugal do que em muitos outros países europeus), os avós -  e sobretudo as avós - se encontram ainda na vida activa aquando do início da escolarização dos netos, as qualificações femininas são cada vez mais elevadas – o que leva a um maior desejo de aplicar os saberes adquiridos - e, simultaneamente, muitas mães trabalham não apenas pelo prazer de exercerem uma profissão mas frequentemente porque o salário feminino é, para as famílias portuguesas, uma necessidade familiar e não um suplemento .
Em segundo lugar estou a sublinhar que a fonte de descontentamento do grupo sócio-profissional dos Professores se tornou num permanente conflito latente, i.e., não expresso por sindicatos e por professores, dada a impossibilidade absoluta de o resolver, seja por parte do Ministério da Educação (qualquer que seja a filosofia educativa) voltando à Escola a tempo parcial, seja por parte dos Professores aceitando plenamente a mudança na sociedade portuguesa que levou à inexorabilidade da Escola a tempo integral.
 

Por Vera Santana | Quarta-feira, 02 Setembro , 2009, 20:22

 

Diz a Ministra da Educação em fim de mandato, terem existido problemas de comunicação entre o Ministério e os Professores do Ensino Básico e Secundário. Esta declaração, neste momento, pode ter várias leituras. Num primeiro momento a leitura recai sobre a constatação de um erro de forma conjugado com objectivos e conteúdos governativos considerados correctos. A reforma do Ensino Básico e Secundário – tal como foi pensada por este governo - sai, por conseguinte, ilesa desta afirmação de Maria de Lurdes Rodrigues.
 
Quanto à auto-apreciação da forma, pode significar um mea culpa e/ou um aviso ao Ministro ou Ministra que se segue. A ser um mero mea culpa, não posso deixar de o considerar tardio e extemporâneo. A ser um mero mea culpa considero-o ainda uma auto-injustiça, uma vez que um acto de comunicação implica a existência de, pelo menos, dois comunicantes, no presente caso os representantes dos Professores e a Ministra. A ser assim, a questão complica-se e o que parece ser um mea culpa é-o mas é também a constatação das dificuldades “maiores” em negociar com os Sindicatos dos Professores, o que acaba por se constituir como um duplo aviso à navegação: a reforma iniciada é para ser continuada; é necessário restabelecer a comunicação. Ora uma comunicação interrompida só pode ser restabelecida a partir do momento em que cada protagonista reconheça o(s) outro(s) nos seus direitos, deveres e especificidades. Neste acto de (in)comunicação de quatro anos temos, não dois, mas três protagonistas: o Ministério da Educação, os Sindicatos dos Professores e os Professores.
 
Os actos de comunicação entre estes três protagonistas têm sido sempre desiguais, devido a obstruções de vária ordem e a ruídos de várias naturezas. Mais do que ouvir a Ministra, os Professores ouvem os seus representantes, os Sindicatos, e agem com a raiva que estes lhes transmitem. Mais do que ouvir os Professores, no terreno, nas aulas, nas Escolas, a Ministra tem ouvido sobretudo os Sindicatos. Esta mediação, democrática e socialmente aceite, tem sofrido “ruídos” à comunicação, ao ser instrumentalizada por muitos dirigentes sindicais dos Professores com o objectivo principal de “destruir a maioria absoluta socialista”.
 
Não é difícil de efabular um quadro a partir de um cenário imaginário no qual a mediação sindical viesse a ser instrumentalizada pelos mesmos dirigentes dos Sindicatos para “destruir a maioria bloquista”. Porque as regras de acesso aos lugares de topo na carreira docente vão ter de assentar, sempre e para sempre, em avaliações e nunca mais em antiguidade. Porque a reforma do Ensino, nomeadamente a institucionalização da Escola a tempo inteiro não é um filme passível de fazer passar no sentido do passado.
 
Pode, por conseguinte, concluir-se ser a afirmação da Ministra um mea culpa e ser, sobretudo, um aviso a todos os partidos que se candidatam às eleições legislativas, Partido Socialista incluído: “atenção, o problema vai continuar!”
 
 
Nota
Acabo de ouvir os Sindicatos a rejeitarem liminarmente esta apreciação (que consideram “superficial”) da Ministra, o que reforça a minha tese. Quem avisa ... amigo/a é! Fiquem os políticos – de todos os partidos – cientes de que, para os Sindicatos, “a luta continua!”, independentemente da impossibilidade de a Escola voltar a funcionar a tempo parcial.

Por Vera Santana | Quarta-feira, 26 Agosto , 2009, 12:36

 

 

Defendem os autores da "Pragmática da Comunicação" que não existe não comunicação. Tudo é passível de ser interpretado, tudo é escolhido em função da interpretação que se quer que os outros tenham.

 

Um silêncio não é não comunicação mas sim comunicar que se não quer comunicar. Do mesmo modo, a gravata azul de José Sócrates não é ingénua, como o não é o colar de pérolas de Manuela Ferreira Leite. Significam respectivamente que o primeiro é homem e que a segunda é mulher. Significam muitas outras coisas mais.

 

Para além da comunicação imediata e imagética há os programas, as cosmovisões e, mais para além, o que queremos para o nosso País. Podemos fazer toda a semiologia da imagem, do discurso, do tom de voz e dos gestos mas atentemos, como aqui no SIMpleX se tem feito, aos programas políticos e aos seus efeitos.

 

Todos nós sabemos isto. Apeteceu-me relembrá-lo a mim mesma . . .


Por Vera Santana | Sexta-feira, 14 Agosto , 2009, 20:44

Se eu fosse Primeira Ministra teria usado da minha tribuna para falar ao País, no mesmo dia, do aumento do crescimento económico e do aumento do desemprego. Teria falado hoje ao fim da manhã, aquando do conhecimento público dos dados do INE relativos ao desemprego.

 

Por que razão o não fez o nosso Primeiro Ministro? Ao usar da palavra, ontem Quinta-feira ao fim da manhã, para falar do 1º facto, e ao não ter usado (que eu saiba) hoje - ainda - da palavra para falar do 2º facto, o Primeiro Ministro deixou o campo aberto para os líderes das oposições se encarregarem do discurso sobre o desemprego e transmitirem a dupla ideia, perante o País, de serem as Oposições quem se preocupa com os desempregados e de serem o Primeiro Ministro e o seu Governo os responsáveis pelo aumento do desemprego.

 

Ora essa dupla ideia transmitida pelas Oposições é uma dupla mentira. O desemprego não é imputável tout court aos poderes políticos e, inversamente,  as medidas de protecção aos desempregados têm sido uma preocupação constante deste Governo.

 

Dirão tratar-se de uma questão secundária, de mero marketing político...  


Por Vera Santana | Sexta-feira, 14 Agosto , 2009, 14:02

 

Bloco cerâmico (também há em betão, etc ...)

 

 

No dicionário on-line

 

Bloco

 

1. Massa (porção volumosa e sólida).
2. Paralelepípedo de betão utilizado nas construções.
3. Conjunto de folhas de papel destinadas à escrita e unidas numa das extremidades por canhoto agrafado ou pregado, cabeceira encolada ou por sistema de espiral de arame ou plástico.
4. Coligação de elementos políticos.
 
: bloco, caderno ou livro, com folhas descartáveis, destinadas a reter apontamentos ou informações.

 
 

 

bloco de notas

Por Vera Santana | Domingo, 09 Agosto , 2009, 12:10

Cai um mito: o da ETA que tinha ÉTICA segundo a qual não atingia alvos humanos. Atingiu e reivindicou os recentes atentados e os mortos atingidos.

 

Gostava de saber a opinião do Francisco Louçã. Segundo ele, e neste caso, os meios justificarão os fins?

 

 


Por Vera Santana | Terça-feira, 04 Agosto , 2009, 14:05

 

O post anterior é enorme. Talvez porque há muito a fazer em matéria de igualdade de género. Poderia ter feito um link mas optei por postá-lo por inteiro.

 

Para outras perspectivas sobre igualdade de género, consultar:

 

www.congressofeminista2008.org


Por Vera Santana | Terça-feira, 04 Agosto , 2009, 14:00

 

Igualdade de género
 
As políticas de promoção da igualdade de género ganharam, nos últimos anos, um forte impulso, fazendo, hoje, parte da agenda nacional. A igualdade de género que queremos construir opõe-se à desigualdade e não à diferença entre os sexos. Lutar contra a discriminação com base no sexo significa promover activamente uma participação igual de homens e mulheres em todas as esferas da vida pública e privada.
 
O desafio do PS será a concretização rigorosa deste desígnio estratégico, assente em três objectivos: consolidar as medidas promotoras da igualdade de género que têm sido postas em prática; aprofundar a transversalidade da perspectiva de género nas políticas públicas e fortalecer os mecanismos e estruturas que promovam uma igualdade efectiva entre mulheres e homens.
 
Tendo em consideração a experiência em curso do III Plano Nacional para a Igualdade – Cidadania e Género (2007-2010), o PS defenderá a continuação da aplicação desse Plano e a sua avaliação, bem como a implementação de um novo Plano que dê continuidade às políticas de cidadania e de igualdade de género como factor de coesão social.
 
Em concreto, o PS compromete-se a destacar a Educação para a Cidadania, no sentido de:
 

Por Vera Santana | Segunda-feira, 03 Agosto , 2009, 00:27

 

Mais um post totalmente denotativo. De pura e simples leitura, sem a mais pequena maldade, da imagem dada pelo próprio BE. Aqui não há conotações!


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