Por O Jumento | Segunda-feira, 28 Setembro , 2009, 00:53


Por O Jumento | Domingo, 27 Setembro , 2009, 20:30

 


Por O Jumento | Domingo, 27 Setembro , 2009, 20:24

  


Por O Jumento | Sexta-feira, 25 Setembro , 2009, 19:55

 

 


Por O Jumento | Sexta-feira, 25 Setembro , 2009, 19:51

 

 


Por O Jumento | Sexta-feira, 25 Setembro , 2009, 11:15


Por O Jumento | Quinta-feira, 24 Setembro , 2009, 19:13


Por O Jumento | Quinta-feira, 24 Setembro , 2009, 11:58

No dia 27 só há duas escolhas possíveis ou um governo que conduza o país segundo um projecto coerente, ou um governo que se tenha de sujeitar a negociações de bastidores, com cedências a troco de favores a militantes do BE ou do PSD. A opção está entre orçamentos sérios ou orçamento sujeito à chantagem dos deputados do Alberto João ou de um qualquer deputado regionalista.


Não se enfrentam crises da gravidade da actual crise económica mundial a pensar diariamente nas sondagens, a negociar com políticos ávidos por servir as suas clientelas. Enfrenta-se a crise com medidas a pensar no futuro e não medidas para satisfazer os interesses imediatos de clientelas corporativas. O próximo governo deve governar em vez de empenhar o futuro do país em negociações obscuras onde em vez de se discutir o futuro os votos da oposição são vendidos a troco de favores e lugares para amigos.

O próximo primeiro-ministro deve ser alguém que não chegou à liderança com votos comprados ou que não foi escolhido para líder vitalício por directórios esclarecidos.

No dia 27 voto pelo meu país, voto num governo que mostre trabalho, que tenha a coragem de enfrentar os problemas mesmo que isso lhe possa custar votos, que não receie as manobras canalhas de gente que não ousa colocar os interesses corporativos à frente dos do país. Voto a pensar em Portugal, mesmo que isso signifique ter de partilhar custos e sacrifícios em nome deste país.


Por O Jumento | Segunda-feira, 21 Setembro , 2009, 12:15

A saída de José Manuel Fernandes do Público é aquilo que se pode designar por um negócio equilibrado, até porque nestas coisas de Belmiro não é propriamente um mãos dadas. Como disse o homem da SONAE quem quiser os serviços do público paga, levado à letra esta declaração explica o negócio do José Manuel Fernandes, o Belmiro paga-lhe a indemnização para que saia e o PSD dá-lhe uma reforma dourada.


E nem sequer temos muito para protestar, o Belmiro mete o dinheiro dele e como o PSD não está no governo e o orçamento de Belém mal dá para os cafés na Avenida de Roma mais a limpeza dos microfones é o orçamento comunitário que paga. Enfim, como sugeriu Belmiro de Azevedo, quem quer os fretes que os pague.


Por O Jumento | Sexta-feira, 04 Setembro , 2009, 20:36

Manuela Ferreira Leite foi à Alemanha para ser recebida em audiência durante trinta minutos, sem direito a filme, nem sequer uma daquelas fotografias com o Papa que alguns dirigentes do PSD gostam de exibir nas suas escrivaninhas.

 

Foi deprimente ver uma candidata a primeira-ministra de um país europeu falar embevecida de um governante da União Europeia, explicando aos jornalistas a razão porque não podia mostrar imagens da visita.

 

Nem sequer de um governante do Burundi eu esperava espectáculo tão deprimente. Manuela Ferreira Leite tem o direito de se sujeitar aos espectáculos tristes que bem entender, mas como candidata a primeira-ministra deste país deveria respeitar a dignidade dos seus concidadãos, podemos ser um país mais pobre do que a Alemanha mas isso não nos obriga a rastejar.


Por O Jumento | Sexta-feira, 31 Julho , 2009, 18:30

 

É difícil dizer não a este pedido de ajuda da Dra. Manuela Ferreira Leite.


Por O Jumento | Quinta-feira, 30 Julho , 2009, 11:33

 

"Um iate se calhar devia ser altamente tributado. Agora, deixe lá o rico ir comprar o iate, não lhe tire o dinheiro antes de ele ir ao iate, porque aí tira postos de trabalho àqueles que construíram o iate"
(Manuela Ferreira Leite, Conf. do DE, 29-07-2009
 
Actualmente, na aquisição de iates de luxo (20 <= mts > 40) os proprietários efectivos deste tipo de embarcações de recreio recorrem a esquemas baseados em empresas offshore, contratos de leasing, certificados de IVA pago como forma de minimizar as suas obrigações tributárias.
Estes mecanismos de evasão fiscal em sede de IVA são igualmente utilizados, nos habitualmente, designados mega iates (>= 40 mts), cuja produção é feita por encomenda, sendo o seu custo >= 1 milhão de euros/ mt, i.e., dependendo dos materiais utilizados a bordo, para fazer face às necessidades dos seus reais proprietários, que para minimizarem os seus encargos tributários em sede de IVA, utilizam empresas offshore e de charter, bem como recorrem à obtenção de um certificado de IVA pago emitido por um paraíso fiscal.
Estes dois casos configuram uma prática abusiva, difícil de combater por parte das administrações tributárias, na medida em que este tipo de embarcações de recreio muda de porto e/ou marina com relativa frequência, nomeadamente, permanecendo nas águas do mediterrâneo e das Caraíbas, consoante a época do ano.
Relativamente, à tributação indirecta, mais concretamente, à sujeição ao Imposto sobre Veículos (ISV), estes bens duradouros de luxo, excepcionalmente dispendiosos, encontram-se isentos deste tipo de tributação. A tributação em sede de Imposto sobre os Produtos Petrolíferos e Energéticos (ISPE), para o caso concreto do abastecimento de combustível, os proprietários deste tipo de embarcações procuram, através de contratos comerciais, nomeadamente de fretamento a terceiros, devidamente simulados, abastecer com a redução efectiva do valor final apresentado na factura, ou então, em alternativa, procuram abastecer em locais com um controlo menos eficaz, de modo a abastecerem sem sujeição a qualquer tributação, quer de ISPE quer de IVA.
Se os iates mal pagam impostos resta-nos defender o emprego criado pelo importante sector da construção de barcos de luxo, que, como se sabe, tem um grande peso em Portugal.
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Por O Jumento | Terça-feira, 28 Julho , 2009, 15:52

A Directiva 112/2006, de 28/11 permite, no seu artigo 66º alínea b), que os Estados membros, derrogando as regras gerais de exigibilidade do imposto, fixem, para certas operações ou categorias de sujeitos passivos, que o IVA se torna exigível, o mais tardar no momento em que o pagamento das transmissões de bens e prestações de serviços é recebido, É o chamado regime de exigibilidade de caixa ou de exigibilidade no pagamento.

 
É reconhecido pela Comissão e pelos Estados membros que esta regra não pode ser objecto de aplicação generalizada a todos os sujeitos passivos.
 
Os sujeitos passivos abrangidos por esta regra procedem à liquidação do IVA pelas operações que realizam quando obtêm o respectivo pagamento, mas no que respeita ao imposto que suportam nas aquisições de bens e serviços efectuadas para a respectiva actividade, a dedução é feita na data da factura, independentemente de esta estar ou não paga.
 

Por O Jumento | Sexta-feira, 24 Julho , 2009, 18:48

A Carlyle é um fundo de investimentos americano ligado à família Bush, tão ligado que no mesmo momento em que as torres eram atingidas por aviões em Washington decorria uma sessão de promoção junto de investidores, entre os quais estrava um Bin Laden, que desapareceu dos EUA sem deixar rasto. Na Europa este Fundo tem a representá-lo gente grada da direita, por exemplo, no Reino Unido é representada por John Major, em Portugal era representada por Martins da Cruz que assumiu o cargo um mês depois de ser ministro. Recorde-se que Martins da Cruz é o pai da menina que ia entrar no curso de medicina pela porta do cavalo e ficou famoso com a sua "diplomacia económica".

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Por O Jumento | Quarta-feira, 22 Julho , 2009, 22:40

 

Confesso que estava ansioso por conhecer as listas de candidatos a deputados do PSD, depois de Manuela Ferreira Leite ter prometido rejuvenescimento tinha curiosidade em saber qual o conceito de juventude da líder do PSD. Estava convencido de que iria algumas caras jovens, enfim, uma espécie de clonagem do Paulo Rangel para as legislativas.

 

Azar, fiquei desiludido, desde um candidato a deputado que se cansou depressa do parlamento a um ministro que deixou de o ser depois de ter tentado levar a filha de um amigo a médica, não faltam motivos para desconfiar da promessa de Manuela Ferreira Leite. Também por lá consta um tal Rui Gomes da Silva que se notabilizou pelo caso Marcelo Rebelo de Sousa na TVI, enfim, um piscar de olho à família Moniz Manuela.

 

Bem, sempre encontrei um jovem, é o deputado António Preto que por azar vai ter de suspender o mandato para ir a julgamento pelos rimes de fraude fiscal e falsificação. Já não é assim tão jovem e tem um pneu furado, mas foi o mais novito que se arranjou, pelo menos entre os chamados nomes "sonantes".
 
É caso para dizer que entre mortos e feridos algum há-de escapar.

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