Por Diogo Moreira | Quarta-feira, 09 Setembro , 2009, 00:31

Sabemos pelas páginas 50 e 52 do programa eleitoral do BE que querem nacionalizar a banca, o sector energético e as seguradoras,

 

Contudo, na páginas 10 a 12 está insinuado que outros sectores deverão ser exclusivamente públicos como a educação, a saúde e os transportes.

 

A minha dúvida é se os colégios e universidades privadas, todos os hospitais, clínicas e laboratórios de análises, assim como as companhias de transporte, também seriam nacionalizadas se o BE fosse poder?

 

E já agora, quanto tempo é que demorariam a ilegalizar a propriedade privada?

 

Antecipadamente grato pela resposta.


Por Diogo Moreira | Segunda-feira, 07 Setembro , 2009, 00:33

Foi com grande consternação que assisti no debate com MFL à defesa despudorada que Francisco Louçã fez das “nacionalizações por decreto” que ocorreram num dos períodos mais negros da nossa história: o PREC.

 

Considerá-las necessárias porque “os seus proprietários fugiram do país”, ou porque supostamente impediam a “democratização” da economia, é das coisas mais incríveis que já ouvi num debate politico.

 

Com estes argumentos, torna-se perfeitamente óbvio que o BE nunca poderá ser parceiro de governo, ou até mesmo participar em acordos de incidência parlamentar para a sustentação de um qualquer governo.

 

A fuga de capitais para o estrangeiro provocada pelo terror de todos aqueles que temeriam, legitimamente à luz destas declarações, que os seus bens fossem nacionalizados se Louçã alguma vez assumisse funções governativas seria o suficiente para devastar a nossa economia.

 

A propriedade privada é um valor fundamental da democracia.

 

Sem ela não existe liberdade.


Por Diogo Moreira | Quinta-feira, 03 Setembro , 2009, 16:42

Confesso que é com total estupefacção que recebi a notícia de que o Jornal Nacional da TVI à sexta, sob a coordenação de Manuela Moura Guedes, tinha sido suspenso por decisão da administração da TVI. O resultado foi a demissão em bloco da direcção de informação da estação e de alguns elementos da redacção.

 

Não gosto do estilo jornalístico de Manuela Moura Guedes, e nem era um espectador atento desse noticiário. Contudo, penso que é consensual que estamos a falar de um jornal líder de audiências, e que muito contribui para a liderança da própria TVI.

 

No meio disto, especula-se abertamente nos sítios do costume que esta decisão terá sido o resultado de alegadas pressões por parte do PS. Tal acusação, que carece de qualquer fundamento, é dirigida a um partido que historicamente se bateu pela liberdade de imprensa (vide Caso República), além de que indiciaria um nível de estupidez politica que é inimaginável num líder partidário que ganhou aquilo que Sócrates já conseguiu.

 

Mas o possível aproveitamento político desta situação é óbvio, podendo vir a ter reflexos desastrosos sobre a imagem do PS. 

 

É exigível, portanto, que a administração da TVI esclareça publica e cabalmente quais os motivos que levaram a esta decisão, que à luz do que é conhecido dificilmente poderá ser atribuído a razões de carácter económico. Não o fazer, poderá ser apenas entendido como uma tentativa de influenciar o resultado destas eleições. 

     

E para que fique claro, pela parte que me toca, obviamente repudio qualquer tentativa de influência política nos critérios editoriais de qualquer órgão de comunicação social. A liberdade de imprensa é um valor fundamental da democracia.

 

Qualquer acção por parte dos media que seja considerada, por indivíduos ou instituições, como injuriosa ou difamatória, pode ser sempre alvo de processo judicial. É assim que se resolvem os problemas em sociedades livres e democráticas.

 


Por Diogo Moreira | Sexta-feira, 28 Agosto , 2009, 17:19

No corrente debate eleitoral tem-se falado de pessoas e de políticas e pouca atenção foi dada a algo que também separa as visões do mundo em confronto. Os valores.

 

Não defendo uma sociedade igualitária, ao contrário de partidos à esquerda do PS - que ainda advogam uma sociedade sem classes, sem desigualdades, em que todos são iguais - tenho consciência que a igualdade de todos os indivíduos é irrealizável. Isso deve-se à natureza da condição humana. Todos desejamos coisas diferentes e obtemos a nossa felicidade por meios muito diversos. Advogo uma sociedade livre e vibrante, em que seja possível a progressão individual, para que todos e todas possam alcançar a sua felicidade.

 

Defendo assim que o Estado deve proporcionar as condições necessárias para que a desigualdade natural dos indivíduos não seja impeditivo da sua ascensão social por via do mérito. Esta é a razão do Estado Social. Alguns de nós nascem ricos, outros nascem pobres. Alguns com saúde, outros doentes. Uns nas áreas urbanas, outros em zonas rurais. O Sistema Nacional de Educação assegura que, a custos reduzidos, todos - independentemente das posses, ‘status', local de residência e outras diferenciações - possam ter acesso ao mais eficaz elemento de progressão social: a educação. O Serviço Nacional de Saúde minora uma das consequências da desigualdade económica e social - uns terem mais saúde do que outros. A Segurança Social assegura, através de subsídios, que a doença e o despedimento, que antes eram causas de miséria absoluta, passem a ser obstáculos que podem ser ultrapassados. E as reformas dos pensionistas - financiadas pelos trabalhadores no activo, através do intermédio do Estado - afiançam que o fim da vida útil não seja a pobreza da maioria.

 

E como é que se financia o Estado Social? Por lógicas redistributivas, em que o dinheiro de todos, mas sobretudo das classes média e alta, captado por impostos progressivos, financia um sistema universal que serve todos, assistindo os mais desfavorecidos. A solidariedade inter-geracional está na origem do nosso sistema de segurança social. Pagamos com o nosso trabalho as reformas de quem já não trabalha, como no futuro outros pagarão as nossas.

 

Toda a arquitectura do Estado Social assenta também na solidariedade. Entre os que têm muito ou alguma coisa e aqueles que têm pouco ou nada. O meu ideal é que os pobres de hoje tenham possibilidade, caso o mérito deles o permita, a vir a ser os ricos de amanhã. O que menos se fala é que os ricos de agora podem, por vicissitudes, vir a ser os pobres do futuro.

 

A solidariedade existe em ambos os sentidos.

 

(publicado hoje no Diário Económico)

 

*Pode ser visto como continuação do artigo de Irene Pimentel


Por Diogo Moreira | Quarta-feira, 26 Agosto , 2009, 01:37

 

Tirando a parte da "criaturinha", que pode ser considerada de mau tom, até tens razão no teu argumento.

Enfim, os erros do passado assombram-nos sempre.

É da vida.

É claro que o juízo que fazemos sobre as pessoas é sempre o pesar dos seus erros, tanto no passado como os que tememos no futuro, com os bons actos que fizeram ou podem vir a fazer.

Se considerarmos que uma pessoa fica inequivocamente marcada pelo que fez no passado, ou porventura por não ter assumido no presente esse erro, então nada mais há para dizer.

 

Eu, pela minha parte, nunca esperei que os líderes fossem pessoas perfeitas, sem erros e sem vícios.

 

Gosto de julgá-los pelas suas políticas e pelas suas acções na política. Julgo também os seus partidos e as pessoas com que se rodeia politicamente. A sua vida privada ou profissional dá-me apenas indicação da sua ética e da sua moral. E isso, para mim, é relevante apenas em casos extremos.

 

Acho a história da “licenciatura por fax” ridícula? Claro que sim.

 

Acho que isso o desqualifica para ser Primeiro-Ministro e não poder falar sobre educação? Claro que não.

 
Adenda: Foi retirada uma frase do post que dava a impressão errónea que todos os membros deste blog concordavam com um dos argumentos deste post. Neste caso, como em todos os posts assinados individualmente, a opinião aqui expressa é exclusiva do seu autor.

 


Por Diogo Moreira | Segunda-feira, 24 Agosto , 2009, 15:00

A secção de operacionais ligeiros (SOL) socialistas, também conhecidos como os “espiões do PS”, acaba de descobrir mais um “perigoso segredo” do PSD.

 

Faltam quatro dias para o fim do grande mistério. A 27 de Agosto, ou seja nesta quinta-feira, ficaremos finalmente a saber o que nos tem sido escondido desde há tempos imemoriais.

 

Nesta quinta-feira será apresentado o programa eleitoral do PSD.

 

Já não teremos que nos basear na leitura de folhas de chá, ou em discursos ocos e contraditórios. Não mais teremos que adivinhar se as ideias veiculadas pelos nossos leais opositores são mesmo aquilo que o PSD defende.

 

A partir de quinta-feira, acabou-se a ambiguidade. As decisões terão sido tomadas. O PSD finalmente mostrará o que propõe para o país. Para o bem e para o mal, entraremos numa nova fase do conflito político.

 

As expectativas não poderiam ser mais elevadas.

 


Por Diogo Moreira | Domingo, 16 Agosto , 2009, 19:42

 

Com estas declarações, talvez tenha sido dado o tiro de partida para uma das campanhas mais sujas que Portugal já conheceu em termos de eleições.
 
Tanta lama há de ser lançada de lado a lado, que ninguém dos principais partidos sairá “limpo” desta história.
 
O BE, o PCP e o CDS-PP agradecem.
 
E já agora, o que significa Aguiar-Branco dizer que o “Governo está sob suspeição?” Estará o vice-Presidente do PSD a insinuar que o Governo do país é uma associação criminosa?
 
Se querem referenciar alguma coisa concreta em relação a alguém, sejam claros, e não se escudem em generalizações.  
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Por Diogo Moreira | Quarta-feira, 12 Agosto , 2009, 01:07

É bom ver que a autoridade do Estado, o Estado de Direito ou o simples cumprimento da Lei é algo que os “guerrilheiros ideológicos” consideram risível.

 

Espero que saibam o que isto lhes custa em termos de legitimidade para falar sobre estes assuntos.  

Por Diogo Moreira | Quarta-feira, 12 Agosto , 2009, 01:03

Eu pensava que os anarquistas eram de extrema-esquerda.

Estamos sempre a aprender.

 


Por Diogo Moreira | Quarta-feira, 12 Agosto , 2009, 01:01

Caso não haja uma resposta enérgica e firme por parte das autoridades, nunca a expressão “República (ou Câmara) das Bananas” foi mais apropriada.


Por Diogo Moreira | Quarta-feira, 12 Agosto , 2009, 00:58

Com o crime de furto rebaixado à categoria de anedota nacional, vivemos hoje num país mais perigoso.

 

Pela parte que me toca, obrigadinho criminosos.  

Por Diogo Moreira | Quarta-feira, 12 Agosto , 2009, 00:55

Nunca tão poucos deram uma machadada tão grande na autoridade do Estado.


Por Diogo Moreira | Segunda-feira, 10 Agosto , 2009, 14:32

“Com os seus protestos raivosos contra a "desigualdade", o PS e os seus aliados entretiveram-se a destruir as condições basilares da mobilidade social”.

 

Confesso a minha admiração pela brilhante escrita e pelo conhecimento enciclopédico do Miguel Morgado sobre Teoria Política, independentemente das divergências políticas que nos separam.

 

Dito isto, agradecia que o Miguel clarificasse o que são “as condições basilares da mobilidade social” que o PS terá destruído nos últimos quatro anos e meio.

 

Quais são essas condições?

 

Sei perfeitamente que um artigo de imprensa raramente tem a extensão necessária para abordar todos os aspectos de uma questão, mas esse conceito deixou-me curioso. Gostava de o ver concretizado.


Por Diogo Moreira | Domingo, 09 Agosto , 2009, 16:13

Confesso que fiquei parvo ao ver na RTP, a descrição dos acontecimentos das eleições intercalares do secretariado da secção da Sé do PS Porto.


Pela descrição ignóbil dada por membros de ambas as listas, desde insultos a agressões com cadeiras a camaradas, fiquei com a ideia que o comportamento era próprio de animais da selva e não de homens livres.


Simples palavras não podem transmitir o meu repúdio pelo comportamento destes militantes do PS, que cospem em cima da história de liberdade que o PS honra e tem no seu código genético.


Nunca tão poucos fizeram tão mal à imagem de tantos.


Espero que todos os envolvidos tenham a punição exemplar que merecem.


Mas o dano à imagem do Partido Socialista já está feito e é grave.


Resta dizer que do meu conhecimento, tais acontecimentos criminosos são a excepção e não a regra dentro das estruturas internas do PS.
 


Por Diogo Moreira | Domingo, 09 Agosto , 2009, 10:48

Segundo o DN de hoje (pg. 13) a deputada do BE Helena Pinto terá afirmado na sexta-feira em Castelo Branco que “o Partido Socialista tem um programa que é secreto”.

 

Informamos a senhora deputada Helena Pinto que o programa eleitoral do PS não é secreto, foi apresentado publicamente – e inclusive já foi criticado pelo próprio BE – podendo ser descarregado em formato digital aqui ou ali.   
Obrigado.  
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Por Diogo Moreira | Sexta-feira, 31 Julho , 2009, 15:55

Realmente ter um programa eleitoral publicitado e que seja alvo de discussão pública é um peso grande. Na sua centena de páginas estão de certeza coisas com as quais não concordamos, assim como medidas que nem sequer percebemos (os célebres 200€, por exemplo). E de resto, faltará sempre algo que achamos que deveria estar lá, ou caminhos em que se poderia ter ido mais longe, como a explicação de como é que esperamos financiar estas medidas e quais as formas de efectuar a racionalização do Estado (algo que todos os quadrantes da politica portuguesa, sem excepção, parecem não querer discutir).

 

Não é um programa eleitoral perfeito, convenhamos.

 

Assim já consigo perceber o porquê do PSD remeter o seu programa só para Setembro. Quanto menos tempo tiverem que carregar o peso, melhor para eles. Claro que é pior para o esclarecimento dos eleitores, mas isso é outra história. 

 

Dito isto, o grande peso da versão digital do programa do PS (50 Megas) é realmente problemático. Nos tempos que correm, ter um ficheiro digital que é tão pesado que não se consegue enviar por email, é realmente um “monstro”.

 

Não se consegue arranjar uma versão menos pesada em termos de bytes? Quem está a tentar a sua divulgação e discussão agradecia.

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Por Diogo Moreira | Quarta-feira, 29 Julho , 2009, 01:15

Compreendo que o duelo entre o SIMplex e o Jamais seja inevitavelmente o foco principal de atenção da maioria dos membros destes dois blogues, embora ache que assim o debate de ideias e propostas perde-se em querelas pessoais de pouca relevância.

 

Dito isto, agradecia a ambas as partes que não tomassem os seus respectivos adversários como um colectivo uno e monolítico. Isso não é, de todo, a realidade dos bloggers que compõem o SIMplex, como penso que não será a realidade do Jamais. 

 

Cada blogger individual é responsável por aquilo que escreve e assina. Cada um de nós tem opiniões que poderão ser diferentes, em muitos assuntos, dos seus colegas de blog. Não é razoável que se agreguem actos individuais numa espécie de acto colectivo indistinto. 

 

isto é também uma questão de liberdade individual.

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Por Diogo Moreira | Terça-feira, 28 Julho , 2009, 17:17

No cabeçalho do Jamais deparamos com várias imagens emblemáticas do que algumas pessoas consideram ser os piores ministros deste governo. Muito poderia ser escrito sobre o conteúdo desta banner. Retenho sobretudo a imagem dos “indicadores de Manuel Pinho” (a manchete que dá origem a esta expressão deve merecer um prémio), não só pelo carácter insultuoso do gesto em si, mas por nos fazer recordar uma dos actos mais tristes e vergonhosos que um membro do governo alguma vez cometeu no hemiciclo. A única consolação foi a sua pronta saída do executivo. Adiante.

 

É com alguma estupefacção que noto a presença, entre os magníficos, de José Eduardo Martins (JEM), infamemente conhecido como o deputado do círculo eleitoral de Taiwan. Aqui no SIMplex até desenvolvemos a teoria de que JEM seria uma espécie de “Bobby e Tareco”, sendo a sua função intimidar os adversários blogosféricos do Jamais, com “cabeçadas à la Cais de Sodré”, havendo inclusive apostas sobre quanto tempo demoraria JEM a mandar-nos para o outro sítio.

 

Falando agora a sério, é com agrado que noto que o Jamais ignora o calculismo politico fácil que levaria a que JEM fosse remetido para a obscuridade. Apesar dos óbvios custos que tal acção acarreta, como se pode ver na parte humorística deste post. Conhecendo a integridade moral e coragem politica de alguns elementos do Jamais, este acto não me surpreende.

 

Seria de facto uma infelicidade, talvez mesmo uma tragédia, que todo o historial de dedicação à causa pública duma pessoa, que todo o seu trabalho em prol do que acreditava e do seu pais, fosse reduzido a um mero acto irreflectido, por muito insultuoso e grosseiro que fosse, ocorrido no parlamento.

 

Devemos dar oportunidade a essa pessoa de se redimir.
 


Por Diogo Moreira | Terça-feira, 28 Julho , 2009, 11:27

 

Tendo estado a semana passada fora do pais, só agora tenho oportunidade para começar a escrever no SIMplex. Como parece ser praxe deste blog que o nosso primeiro post seja uma breve introdução, ela aqui está:

 

Porque escrevo no SIMplex?

 

Obviamente, tal como a esmagadora maioria dos meus colegas neste blog, é por não ter sido convidado para fazer parte dos magníficos. Quem não entra na primeira escolha, vai para a segunda.

 

Num tom mais sério, não irei fazer apologia de voto em ninguém e nunca gostei de homens (e mulheres) providenciais. Para mim, o messianismo pertence ao domínio do sagrado e não do profano. Acredito que na raiz das ideias políticas das pessoas estão presentes valores e princípios, os quais cristalizam uma determinada visão do mundo. As opções de políticas públicas são uma extensão natural do que pensamos sobre a sociedade.

 

É meu objectivo contribuir para uma debate franco de ideias, para que os valores e princípios que suportam determinadas propostas sejam revelados, e para que todos tenhamos uma ideia mais clara do que pensam cada um dos partidos que a partir de 27 de Setembro nos representarão colectivamente na esfera pública.

 

Não tenho ideias pré-concebidas e estou pronto a mudar de opinião sobre os assuntos se considerar que os outros argumentos fazem mais sentido. Para isso é que serve um debate.   

 


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