Por André Couto | Terça-feira, 22 Setembro , 2009, 18:00

Por iniciativa do Núcleo de Estudantes Socialistas da Faculdade de Direito de Lisboa e de Estudantes Sociais Democratas da mesma Faculdade anunciamos o mui esperado debate SIMplex vs. Jamais, a decorrer esta 5a feira dia 24 de Setembro às 15h no Anfiteatro 6 da Faculdade de Direito de Lisboa, junto à Reitoria da Universidade de Lisboa.

 

Contamos com a presença de todos!

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Por André Couto | Sábado, 12 Setembro , 2009, 23:29

 

"A candidatura de Alberto João Jardim não é falsa, ele sempre foi candidato a Deputado."


Por André Couto | Sábado, 12 Setembro , 2009, 23:16

 

[Acerca da privatização do Serviço Nacional de Saúde] "Pois, mas uma notícia da Lusa não me chega.". Terá chegado a entrevista ao Público?


Por André Couto | Sábado, 12 Setembro , 2009, 23:12

 

"O Senhor Engenheiro só insiste na Rede de Alta Velocidade para ajudar os seus amigos espanhóis.".


Por André Couto | Sábado, 12 Setembro , 2009, 23:02

 

"O Senhor Engenheiro parece aquele que mata os pais para dizer que é órfão.".

 


Por André Couto | Segunda-feira, 07 Setembro , 2009, 16:54

Manuela Ferreira Leite passeia alegremente pela Madeira, sentindo o doce cheiro de circular nas artérias do poder. É assim que o verniz se quebra e a Verdade vem ao de cima. Percebemos então que para Manuela Ferreira Leite asfixia democrática só no Continente, na Madeira os nativos respiram liberdade de expressão e de opinião. No mesmo sentido o Arquipélago que hoje visita é o paladino nacional da legitimidade democrática, exactamente o mesmo sítio onde Deputados são impedidos de entrar na Casa da Democracia. Imposta parece ser a legitimidade de José Sócrates, mas isso já terá sido um exagero de interpretação dos jornalistas, claro.
Estes dois pontos são conjugados com as inaugurações em período eleitoral. No Continente e feitas por Socialistas são oportunismo, na Madeira e feitas por si, são uma consequência natural da obra feita.

 

Será a Madeira um mundo paralelo? Achará Manuela Ferreira Leite que passou por um qualquer Buraco Negro e que portanto passeia por uma realidade política diferente? Verdade como tudo isto é ter andando de festa em festa sentada num veículo do Governo Regional. Um mimo esta excursão. Faço votos que não se constipe.
A ler no insuspeito
Público.

 

(Também no Câmara de Comuns)


Por André Couto | Quinta-feira, 27 Agosto , 2009, 12:27

José Sócrates e Luís Marques Mendes almoçaram a 8 de Setembro de 2006 em Belém.O repasto celebrava a assinatura do Acordo para a Reforma da Justiça, onde PS e PSD se comprometiam a resolver alguns pontos quentes da área, designadamente ao nível do Processo Penal, da questão do Mapa Judiciário ou do Estatuto dos Magistrados. Numa atitude de louvar, assumiram-se algumas convergências políticas, colocando-se de parte as divergências. A Justiça ganhava novo alento como vertente vital do Estado de Direito e meio pelo qual este se realiza.

 

Os múltiplos interesses em jogo não eram facilmente conciliáveis, sendo certo que as corporações, instaladas em quintas ornamentadas durante décadas, criaram vícios e privilégios dos quais não pareciam pretender abdicar. O caminho delineado era difícil e corajoso mas, apesar das dificuldades, assumiu-se um compromisso. Porém, o PSD, logo após a saída de Luís Marques Mendes, e pela mão dos líderes que lhe sucederam, empenhou-se em rasgar o acordado.

Já o Governo, mostrando que fora eleito para governar, cumpriu a palavra dada ao PSD e ao país, investindo no cumprimento das reformas prometidas no programa eleitoral e no Acordo. Hoje a desmaterialização, eliminação e simplificação de actos processuais geram eficácia e redução de custos. O Plano Tecnológico da Justiça (CITIUS) é uma realidade. No quotidiano de cidadãos e empresas surgiram facilidades como o Nascer Cidadão, Casa Pronta, Documento Único Automóvel, Registo Predial online ou Empresa na Hora, bem como meios alternativos de resolução de litígios como os Julgados de Paz. Tudo isto mudou a face da Justiça, sendo certo que alguns dos efeitos apenas a longo prazo se sentirão.

Ao longo da governação, o PS, por força da concretização das reformas que a Justiça há muito reclamava, conquistou inimigos, factura da ousadia de querer mais e melhor para o país sem olhar a interesses ou ceder a pressões. Já o PSD, pela mão dos seus sucessivos líderes, em desnorte estrutural, seguiu pelo terreno fácil do populismo sem rumo, apoiando todos os que discordam do Governo.

 

Atendendo a isto, qual é hoje o valor da palavra do PSD? Que fé nela depositar sabendo-se que "rasgar" e "conveniência política" são ali sinónimos? Como pode um partido merecer o depósito da nossa confiança se desrespeita, facilmente e de forma reiterada, compromissos políticos assumidos?

 

Estabilidade, identidade e firmeza nos passos dados são requisitos essenciais para governar. A história prova que é no PS que os portugueses podem confiar. O presente não é excepção.
 

(Publicado hoje no Diário Económico)


Por André Couto | Quinta-feira, 06 Agosto , 2009, 13:47

"Eu sempre concorri à Assembleia da República e nunca pus os pés na Assembleia da República. O Dr. Salazar acho que ainda lá foi três vezes, eu nem um minuto. Disse ao povo como disse das outras vezes que se Deus me der vida e saúde continuo no Governo Regional.", Alberto João Jardim à Antena 1.


Por André Couto | Segunda-feira, 03 Agosto , 2009, 20:00

Surgiram pelo Jamais vozes de indignação pelo facto de o Diário Económico os apresentar como um "Blog crítico do PS". Não contenho a minha dificuldade em compreender a reacção.

O facto em análise é apenas este:

 

 

Como pretendem ser apresentados com identidade própria aqueles que, apresentando-se como grupo têm como rostos únicos os do inimigo? Como pretendem ser considerados alternativa construtiva aqueles cujo nome é a rejeição do opositor?

Mais, olhando para a casa onde habitam, tendo em conta não só a imagem dissecada como a maioria dos conteúdos produzidos, com que base espera Rodrigo Adão da Fonseca ser rotulado a favor de algo?


Por André Couto | Sábado, 01 Agosto , 2009, 20:00

O Tiago Moreira Ramalho fez uma crítica ao facto de o PSD se preparar para apresentar o seu programa eleitoral em Setembro. Independentemente de concordar com o exposto pelo Tiago gabo-lhe a coragem e a frontalidade de o escrever no Jamais. Valoriza a sua postura enquanto blogger.

Surgiu logo João Gonçalves defendendo a opção da "Sra. das Pérolas" num post que cujo título qualifica os programas eleitorais como "perder de tempo".

Segundo o autor o Programa Eleitoral do Partido Socialista não existe para os eleitores, existe para "os jornalistas e os escreventes (...) que precisam de qualquer coisa para encher os jornais e as televisões em tempo de morna.". Mas não é suposto os programas eleitorais serem escrutinados pela comunicação social? Não é isso saudável e do mais elementar que a democracia tem?

Diz ainda que "Ferreira Leite tem todo o interesse em falar para o país - coisa diferente de o maçar com calhamaços demagógicos que ninguém lê e dos quais só se respiga o picaresco - quando o país estiver para aí virado. E só estará (...) em Setembro. Mesmo assim e com as criancinhas a entrar na escola e na gripe psicológica, nem sequer vale muito a pena esgotar a "pedagogia e a saliva. Para mais, depois do dia 27 tudo indica que ninguém vai poder aplicar o "seu" programa. Para quê perder tempo?".

 

Resta saber como pretende que se atinja o esclarecimento para boa tomada de decisão acerca do sentido de voto. Será a concretização psicológica do regresso aos tempos em que tal não era necessário?

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Por André Couto | Sábado, 01 Agosto , 2009, 14:43

Joana Amaral Dias (JAD) tem um ego necessitado de muitos olhos e penas a ele dedicados. Não é defeito, é um feitio criticável e louvável como qualquer outro.
Em entrevista à SIC reafirmou ontem o convite que lhe terá sido feito por Paulo Campos, Secretário de Estado das Obras Públicas. Repito então a pergunta que me surgiu há dias: porque não reagiu assim quando há dois anos foi convidada para ser mandatária da candidatura de Mário Soares?
Desde essa altura JAD desapareceu da vida do Bloco de Esquerda. O auge deste ocaso deu-se no último Congresso quando foi afastada da Mesa Nacional do Partido e, mais grave que isso, excluída a sua imagem dos vídeos que incessantemente passavam com a história do Bloco de Esquerda.
Não mais se vira JAD, mas eis que ressurge envolta em polémica, bem ao seu gosto. É a estrela do Verão político!
JAD foi sondada, felizmente. Orgulho-me que o Partido Socialista esteja activo na busca de mais valias independentes na Sociedade Civil. JAD apoiou Mário Soares contra o candidato do seu Partido, foi excluída da Mesa Nacional e raramente tem sido vista como rosto do Bloco de Esquerda. Há mal que seja sondada integrar as Listas do Partido Socialista?
Compreendo que em plena crise existencial a Joana tenha chegado ao pé do Francisco e dito: "Estás a ver! Não me queres nas Listas mas eles querem! Não tenhas cuidado, não...". O que queria é que a Joana e o Francisco compreendessem que o País não tem nada a ver com essas ciumeiras e muito menos com a crise de identidade de um Bloco que, consumido em questiúnculas internas e sem identidade própria una, vê fugir ou ameaçar de fuga os seus melhores quadros.
Felizmente JAD agiu desta forma. É que estou certo que o seu ego seria incompatível com o compromisso que o Partido Socialista lhe propunha. Mais tarde ou mais cedo daria asneira.

 

(Também no Delito de Opinião)


Por André Couto | Quinta-feira, 30 Julho , 2009, 17:01

 Façam comigo o seguinte roteiro:

1. Entrem em www.psd.pt;

2. Cliquem no primeiro link, o que providência entrada directa no famoso "Gabinete de Estudos"; 3. De seguida abram o fruto único desse Gabinete, "Desafios para Portugal em 2009";

4. Contem das 39 páginas que compõe este paupérrimo documento, quantas são dedicadas às questões sociais.

 

 Ok! Eu sou amigo, poupo trabalho e amanso a Vossa curiosidade.

O documento único do Gabinete de Estudos do PSD dedica 2 páginas em 39 às questões sociais. Dois miseráveis gráficos sem uma única legenda, palavra ou proposta.

Assim era em Fevereiro e assim é hoje o PSD na sua essência, na sua Política de Verdade.


Por André Couto | Quinta-feira, 30 Julho , 2009, 17:00

 A Dra. Manuela Ferreira Leite, regressou hoje à casa de partida denunciando "uma quase perseguição social dos ricos", criticando a ainda a ideia de se lhes "retirar determinado tipo de benefícios". Não há mais preocupações sociais, não há mais preocupações com as PMEs. Desgraçadinhos dos ricos, agora. Ou então tem o coração grande estando muito preocupada com todos, tendo soluções para tudo dentro dos recursos limitados que existem...


Por André Couto | Segunda-feira, 27 Julho , 2009, 17:24

O Tiago Moreira Ramalho respondeu rápido ao meu post.

 

Mantenho a convicção que Hermínio da Palma Inácio é património histórico do Partido Socialista tal como é património do País, ao contrário do que diz o Tiago. Os Partidos são feitos por pessoas, não vislumbro o que mais possa ser seu património que os feitos dos seus militantes e daqueles que lutaram na sua estrutura.

O Tiago acusou-me de o associar ao PSD e de cair no soundbyte de ligar os democratas liberais ao fascismo. Estranho pois não falo sequer no PSD, não faço alusão a militância sua e nada do que escrevi se aproxima do tal soundbyte. Falo em inveja da direita, nada mais. Essa suspeita que muita direita tem é estranha, às vezes parece o enfiar de um barrete que nem é estendido. Neste ponto não é o caso do Tiago.

Mais desiludido fiquei quando o Tiago citou de forma perversamente parcial um período do meu post. Isso é feio. O que digo e repito é que, ao tempo, Hermínio da Palma Inácio merecia nomeação, eleição, bem como receber múltiplas honras (e não apenas nomeação) e a acompanhar fiz uma análise do contexto político pós-25 de Abril, período a que António de Almeida Santos se referiu. Repito que com o 25 de Abril se substituíram os governantes depostos por uma nova geração. Assumiram as rédeas do País aqueles que mais lutaram e pugnaram pela desejada mudança, aqueles que, por feitos heróicos ou persistente resistência, decisivamente contribuíram para a ansiada Revolução. Foi algo natural e dificilmente poderia ter sido doutra forma.

É neste contexto (omitido pelo Tiago) que defendo que Hermínio Palma Inácio merecia ter sido nomeado, eleito ou devidamente honrado, tal como muitos outros foram. Parece-me que alguém com o seu perfil se enquadraria, naquele contexto, em múltiplas áreas da governação do País e das suas instituições. Estou certo que o Tiago não acha que António de Almeida Santos se referia a tempos recentes, é que Hermínio da Palma Inácio faleceu há duas semanas, mas com 87 anos...

 

Por fim o Tiago diz que o Estado não é do Partido Socialista, e que Hermínio da Palma Inácio também não é património do Partido Socialista. Sendo Hermínio da Palma Inácio património do País, como defende, não será obrigação do Estado reconhecer os valorosos serviços por ele prestados, num dos períodos mais difíceis da nossa história?


Por André Couto | Segunda-feira, 27 Julho , 2009, 10:00

Alguma direita ingrata, como Helena Matos e Tiago Moreira Ramalho, veio ontem a terreiro vociferar críticas a António de Almeida Santos, por este, nos elogios que teceu a Hermínio da Palma Inácio, ter dito que "o Partido Socialista esteve sempre disponível para o compensar e o recompensar da forma que ele quisesse" e que Palma Inácio "nunca quis nada: nenhuma honraria, nenhum cargo, nenhuma nomeação".

Quem sente tem memória e não nega a História na forma daqueles que mais lutaram pela liberdade, pela revolução, por coisas tão simples como o sacrossanto direito que o Tiago e a Helena hoje têm de opinar, mesmo de forma infame.

Com o 25 de Abril substituíram-se os governantes depostos por uma nova geração. Assumiram as rédeas do País aqueles que mais lutaram e pugnaram pela desejada mudança, aqueles que, por feitos heróicos ou persistente resistência, decisivamente contribuíram para a ansiada Revolução. É natural e dificilmente poderia ser doutra forma.

Estranho que a supra citada direita não critique aqueles que nos seus clubes políticos se dedicam a intensas e injustificadas permutas de lugares, nomeações e honrarias. Palma Inácio deve ser a todos os títulos lembrado como exemplo. Homem de luta desinteressada, Homem que defendia os valores pelos valores, sem segundas intenções ou na forma de investimento.

Hermínio da Palma Inácio ao tempo, naquele contexto e pelo que demonstrou, merecia ocupar as mais variadas funções através de nomeação ou eleição, bem como receber múltiplas honras. O facto de tudo ter rejeitado demonstra bem o seu carácter e espírito de luta desinteressada.

O problema da direita é não possuir exemplos destes. Seria um bom começo pensarem porquê.


Por André Couto | Quarta-feira, 22 Julho , 2009, 16:31

Depois de há quatro anos Pedro Santana Lopes ter procedido à escolha do seu Grupo Parlamentar "numa noite de nevoeiro", parece que de novo o fenómeno escurecedor se abateu sobre a Sede Nacional do PSD e, logo por azar, noutra noite de feitura de Listas de Deputados.

Soubemos agora que na Lista de Deputados por Lisboa surge o nome de Nuno Morais Sarmento, que depois da renúncia ao seu mandato, entre outros feitos como relata o Rui Herbon, se candidata a um novo.

Não sendo bastante temos ainda Pedro Lynce, ex-Ministro da Ciência e do Ensino Superior, já refeito da sua demissão, depois do favorecimento à filha de António Martins da Cruz, ao tempo Ministro dos Negócios Estrangeiros, renasce das cinzas para ganhar assento na Casa da Democracia.

Veremos daqui a uns meses como é apelidado o novo Grupo Parlamentar do PSD que agora dá os primeiros passos.

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Por André Couto | Quarta-feira, 22 Julho , 2009, 09:50

Um grupo de amigos das manhãs de domingo não quis ficar atrás na moda dos manifestos. Tal como em 2005, surgem agora a querer saber, e bem, o que pensam os Partidos sobre a defesa e a protecção da instituição familiar fundada na complementaridade homem-mulher, sobre o respeito incondicional pela vida humana em todas as suas etapas, sobre o testamento vital ou as soluções para problemas sociais como o desemprego ou o combate à corrupção.

 

Da parte do PS têm tido resposta diariamente nas múltiplas sessões de esclarecimento que José Sócrates tem feito em tudo o que é canto do País.

Da parte do PSD parece que só lá para Setembro é que vamos ter mais notícias. Valha-nos o tempo em que a Dra. Manuela Ferreira Leite teve a bondade de nos deliciar com as suas opiniões, antes de perceber que o seu silêncio programático lhe rendia mais votos que a sua pro-actividade.

Disse-nos há parcos meses sobre as preocupações sociais que "aumentar o salário mínimo roça a irresponsabilidade" pelo que certamente não irá por aí. Em relação à família e à complementaridade homem-mulher, a Dra. Manuela simplificou dizendo que a "família serve para a procriação" e chega pois a complementaridade não interessa a ninguém. Em relação ao desemprego a Dra. Manuela, antes de se remeter ao sagrado silêncio disse-nos que não está interessada no "desemprego de Cabo Verde e da Ucrânia". Serão problemáticas, variadas e sempre secretas as reacções que terão a este ponto...
Quanto ao combate à corrupção é fácil: é recorrer aos famosos "seis meses sem democracia para se meter tudo na ordem".

E não é que, vendo bem, não faltam muitas respostas?


Por André Couto | Segunda-feira, 20 Julho , 2009, 16:57

Os Governos que a História guarda e transmite com maior entusiasmo não são os que se fecham no seu tempo, na sua pouca ambição, visão retrógrada e pequena. Os Governos são recordados por no seu tempo olharem além das montanhas que se erguem à sua frente, construindo desde logo as bases para um futuro melhor.

Em 4 anos Portugal é o quinto país da União Europeia em Energias Renováveis, fruto da forte aposta feita no aproveitamento da água e do vento como energias de inesgotável futuro. Em matéria económica é assim que se reduz a terrível dependência do petróleo, em matéria ambiental é assim que se limpa o fumo que nos suja. Isto é marca de inegável modernidade e visão governativa.

 

Neste campo demos hoje outro passo firmando novo acordo com a Renault-Nissan. Somos um País capaz de atrair investimento numa indústria de futuro, na indústria do futuro. É certo que um dia não mais nos deslocaremos em carros movidos pela força dos combustíveis fósseis. Como tal uma rede de carregamento de carros eléctricos nasce pelo País, tudo isto muito antes dessa preocupação nascer no interior das pessoas. Assim se faz o futuro nos dias que correm.

Isto é sinónimo de maturidade governativa. Assim se Governa em Portugal e é por isso que rejeito as outras vias que nos tentam vender.


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