Por João Galamba | Terça-feira, 22 Setembro , 2009, 02:42

Não deve explicações aos Portugueses? Haja vergonha.


Por João Galamba | Segunda-feira, 14 Setembro , 2009, 12:58

O extraordinário Nuno Gouveia ensaia mais uma pirueta, tentando transformar uma declaração autoritária e anti-democrática de Ferreira Leite ("sinto-me pressionada e não gosto de manifestações e petições que envolvam camaradas de Sócrates e autarcas espanhóis") em pressões ilegítimas da responsabilidade de José Sócrates.  É o spinning dos desesperados. Para o Nuno, Ferreira Leite teve toda a razão na história das manifestações e petições, porque, como toda a gente sabe, estas "manobras" foram "promovidas" pelo PS e não têm nada de espontâneo. Não interessa que os "camaradas da fronteira" e os  "espanhóis" lutem — democraticamente — por aquilo que entendem ser os seus interesses. Nuno Gouveia acha que isso é irrelevante porque é tudo "promovido" pelo PS. Para o Nuno  estas manifestações não são espontâneas, o que sugere bastidores pouco transparentes, maquievelismos de Elvas e estratégias sinistras para asfixiar Ferreira Leite e todos aqueles que amam a Liberdade. Em suma: as manifestações são mais um sintoma da asfixia democrática. O Nuno vê interesses sinistros (do PS, claro) em todo lado, o que indicia uma atitude algo paranoide. Só a custo e com muito sacrifício pessoal é que Ferreira Leite pode denunciar esta sinistra cabala. Louve-se a coragem da líder do PSD.


Por Paulo Ferreira | Segunda-feira, 07 Setembro , 2009, 18:04

Assessores de Portas alteravam alinhamentos do Telejornal da TVI?Caso Prestige foi silenciado no consulado de Paulo Portas no Governo?A cobertura do caso Casa Pia foi "vergonhosa"?"A verdade é que existiam noticias fabricadas"?

Não posso crer que é realmente esta postura do Paulinho das Feiras e das Virtudes!

De certeza que a Dra. Manuela da Verdade jamais se coligaria com alguém que mente tanto e tão descaradamente!Ou não...

Ainda bem que Manuela Ferreira Leite não terá essa oportunidade em virtude dos resultados que obterá a 27 de Setembro, poupa-se a si mesma o embaraço de ter de andar de braço dado com " esta gente"...já basta ter Alberto João Jardim ao seu colo!

 


Por Paulo Ferreira | Segunda-feira, 07 Setembro , 2009, 10:54

Existem mesmo semelhanças extraordinárias!

fonte-Facebook                                                                           

 

 publicado em estéreo aqui

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Por Paulo Ferreira | Domingo, 06 Setembro , 2009, 15:32

A chanceler alemã deu indicações para que não fosse autorizada a recolha de imagens no encontro de hoje com a presidente do PSD
Angela Merkel chegou meia hora atrasada à sede da União Democrata-Cristã (CDU, na sigla alemã), em Berlim, onde esta manhã reuniu com Manuela Ferreira Leite.
Segundo informa a Lusa, o gabinete de relações internacionais do CDU impediu também a recolha de imagens durante o encontro, disponibilizando apenas as
fotografias tiradas por um fotógrafo contratado pelo partido alemão
.
Manuela Ferreira Leite assinalou que respeita as regras estabelecidas pela CDU alemã, já que
“em primeiro lugar, era importante ter um encontro pessoal com a senhora Merkel e, em segundo lugar, em termos de provas temos as fotografias".
 

A falta de credibilidade e de auto-confiança de Manuela Ferreira Leite é já tanta que até o próprio PSD presume que é preciso fotografias para nós acreditarmos na cabeça de cartaz da Volta da Verdade!

Alguma vez um líder partidário minimamente sério com alguma capacidade e aptidão para o lugar teria de dizer "Acreditem....tenho fotos...a sério!"?!

De mau já bastava a imagem de vassalagem constrangedora da pupila do Sr. Reitor à lider do Bloco Central alemão, manda quem pode, espera quem deve. 

 

em estéreo aqui


Por João Galamba | Quinta-feira, 03 Setembro , 2009, 10:25

Pacheco Pereira acha que "acreditar em nós próprios", "optimismo" e "esperança" são formas de infantilização do eleitorado. Em contraponto a este psicologismo new age, Pacheco propõe o realismo, a sensatez, a Verdade e a Razão de Ferreira Leite.  Não sei se Pacheco sabe, mas existe um conjunto de indicadores económicos — que não foram inventados por Sócrates e são usados em todo o mundo — conhecidos por "índices de confiança". Consta que são importantes e que muita gente — incluindo o circunspecto FMI — os leva a sério. Há mesmo quem ouse dizer (suprema tolice!) que a economia depende em grande parte de expectativas. Pobre mundo o nosso, que se deixa enrolar pelo marketing emocional de Sócrates.


Por João Galamba | Segunda-feira, 03 Agosto , 2009, 15:14

Na mesma semana em que o PS apresentou o seu programa político, a líder do PSD falou de iates, de perseguições aos ricos, e manteve a aposta na Verdade (assim, com maiúscula). Centremo-nos no único ponto passível de discussão: a Verdade. Para Ferreira Leite, a nossa verdade é o endividamento: não há dinheiro para nada e o PS, se insistir na sua política de investimentos, vai levar-nos à ruína. Dito assim, impressiona. Estamos perante uma reedição do discurso da tanga. Mas, e independentemente da nossa avaliação sobre a estratégia de desenvolvimento proposta pelo PS, a verdade, em si mesma, não é nem nunca poderá ser um programa político, pois um programa implica duas coisas: um diagnóstico sobre a situação do país e um compromisso com um plano de acção. Desde Aristóteles que a política é entendida como uma forma de acção, mas Ferreira Leite decidiu inovar e propõe uma alternativa: a resignação e a passividade estóica.

 

Assim não, diz a líder do PSD, sem nunca nos dizer o que fará com tanta e tão assustadora verdade. Pondo de parte a hipótese de auto-flagelação, o que nos resta? Será que Portugal tem de poupar mais? Baixar despesa? Reduzir impostos para estimular a actividade económica? Esperar que o "abalozinho" passe? Não sabemos. Sabemos apenas que, numa recessão onde existe um risco de deflação, isto é, num contexto onde não podemos recorrer à cartilha liberal de que as empresas não produzem porque o Estado não as deixa, nenhuma dessas opções parece fazer sentido. Tirando alguns liberais que já ninguém leva minimamente a sério, o consenso internacional é de que só o Estado pode desempenhar o papel de liderança que a situação exige - e isto requer investimento.

 

A "posição" de Ferreira Leite pode não aumentar o endividamento, mas não faz nada para o reduzir. Podemos evitar o desastre, mas não fazemos nada para alterar o status quo. Reconhecer um facto, parar, repensar e adiar, que eu saiba, não resolve problemas, porque não é agir nem assumir qualquer tipo de responsabilidade perante a nossa situação. O endividamento é um problema que carece de uma resposta política afirmativa. Só há duas soluções para o endividamento: crescimento ou diminuição da despesa, isto é, medidas expansionistas ou pró-cíclicas. De uma maneira ou de outra, algo tem de ser feito. Dado que Ferreira Leite não é liberal, ou seja, não acha que desmantelar o Estado assegura, só por si, crescimento futuro, e tendo em conta que, segundo a líder do PSD, não há dinheiro para nada, tenho alguma dificuldade em perceber o que a sua Verdade quer para Portugal e para os Portugueses.

 

(artigo publicado no Diário Económico)


Por Rogério Costa Pereira | Sábado, 25 Julho , 2009, 01:44

 

PROGRAMA DE GOVERNO DO PSD/PPDlá-blá-blá-blá-blá-lá-blá-blá-blá-blá-lá-blá-blá-

Portugueses blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá. A economia blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-be fartei-me de vender coisaslá-blá-blá-blá-blá-blá. Portugal carece de blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-bmantive-nos na CEE.lá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá capacidade dos portugueses blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blátenabolir os comícios (menos o Chão da Lagoa).-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-bláLançar um  blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá Promover a blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-bláinterpretação especialblá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá. Consolidar as blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-blá-

 

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Por O Jumento | Sexta-feira, 24 Julho , 2009, 18:48

A Carlyle é um fundo de investimentos americano ligado à família Bush, tão ligado que no mesmo momento em que as torres eram atingidas por aviões em Washington decorria uma sessão de promoção junto de investidores, entre os quais estrava um Bin Laden, que desapareceu dos EUA sem deixar rasto. Na Europa este Fundo tem a representá-lo gente grada da direita, por exemplo, no Reino Unido é representada por John Major, em Portugal era representada por Martins da Cruz que assumiu o cargo um mês depois de ser ministro. Recorde-se que Martins da Cruz é o pai da menina que ia entrar no curso de medicina pela porta do cavalo e ficou famoso com a sua "diplomacia económica".

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Por Miguel Abrantes | Sexta-feira, 24 Julho , 2009, 13:57

 

O Boletim de Junho de 2009 da Direcção Geral do Orçamento não contém a frase que o site do PSD reproduz. A frase reproduzida na imagem é uma mentira grosseira.

 

 

Dão-se alvíssaras a quem encontrar a citada frase no boletim da Direcção Geral do Orçamento.

 

[Também no CC]

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Por Rogério Costa Pereira | Quinta-feira, 23 Julho , 2009, 22:49

O Jamais não vem para enganar ninguém. Efectivamente, se há coisa de que não pode ser acusado é de incoerência com a imagem que este PSD tem transmitido. O header, por ir buscar caras ao PS - e precisamente por isso - é, ó suprema ironia, a cara deste PSD: um partido que parece mesmo querer ir a votos não com um Programa de Governo, mas com uma espécie de programa contra o actual Governo. Neste pressuposto, as imagens escolhidas para encabeçar o blogue são bem representativas daquilo a que vêm e ao que se propõem. E João Gonçalves passa mesmo da imagem à palavra, mostrando o que se quer: "Estamos pior do que estávamos em 2005. Sócrates falhou a sua oportunidade. Não merece outra.". Que é como quem diz: é hora de passar a bola ao menino do outro canto, que está para ali a chorar, coitadinho - daí o "estamos pior".

Não se entende bem a bondade da opção (e tento colocar-me do lado de lá), mesmo porque o intérprete oficial, que não fugiu à chamada, ainda não botou faladura. E parece ser urgente, uma vez que o guru da moda da extrema esquerda e deste PSD avança que: "Portugal não está condenado a ser um laboratório de experimentalistas de ocasião agarrados a lugares-comuns sem sentido." Não querendo isto dizer, pardon my french, a ponta dum corno, arrisco um ensaio de interpretação especial, matéria em que não sou versado. Assim, João Gonçalves, que parece renegar o experimentalismo mas não a experimentação - ou não defenderia que "a política, em democracia, é imperfeição, erro, tentativa, contingência" -, parece querer defender que em vez de "experimentalistas de ocasião", o país precisa é de qualquer coisa parecida com carreiristas da experimentação agarrados a lugares-comuns com sentido. Parece coisa boa, mas não tendo a certeza que corresponda ao que se quis dizer, terei mesmo que esperar pelo Ponto Contraponto na SICN - a não ser que o Jamais já tenha garantido o preview da coisa. 


Por João Galamba | Quinta-feira, 23 Julho , 2009, 18:27

Já sabemos que Vítor Bento (e Abel Mateus) não percebe nada de análises custo benefício (como escrevi aqui, o João Pinto e Castro ali e o Carlos Santos acoli), pois acha que externalidades são "componentes da mais pura e arbitrária subjectividade", isto é, são uma treta. Também sabemos que Vítor Bento aconselha cautela, prudência e moderação. Mas — pasme-se — Vítor Bento insiste em dizer que Portugal tem de ser mais competitivo, isto é, tem de saber ultrapassar os seus constrangimentos estruturais. Como? É um mistério. Sabemos que não aprova os investimentos que visam diminuir a factura energética e modernizar as infra-estruturas do país. Se sabemos que rejeita tudo isto, o que nos resta? Tirando a ideia peregrina da redução dos salários, nada. Infelizmente, parece que alguma economia parece estar definitivamente condenada ao papel de lúgubre ciência.


Por Eduardo Graça | Quinta-feira, 23 Julho , 2009, 15:59

Para mim a melhor ideia para celebrar a liberdade é, simplesmente, praticá-la. As eleições, tal qual o nosso sistema político constitucional consagra, são um momento de exercício da liberdade. Muitas gerações de portugueses lutaram, sofreram, morreram ou, simplesmente, ansiaram pela chegada do dia em que pudessem votar em liberdade. Um dos apelos mais banais e, ao mesmo tempo, mais transcendentes, em democracia, é o apelo ao voto. O voto é uma obrigação dos que prezam a liberdade e a democracia.
 
A melhor estratégia para mobilizar os cidadãos a ir às urnas reside na capacidade dos partidos em criarem ideias novas que possam ser postas em prática no sentido da melhoria da qualidade da vida de cada um, e de todos, e da própria democracia. Elementar! Mas é o mais difícil desde o princípio: a elaboração dos programas eleitorais é suficientemente participada, ao menos, pelos militantes e simpatizantes dos respectivos partidos? Não! Que não passe em claro a fraqueza da componente participativa da democracia representativa!
 
No caso das presentes eleições legislativas o PS, tal como os restantes partidos de esquerda, e o CDS/PP, têm apresentado fragmentos relevantes dos respectivos programas que são inteligíveis pela maioria dos cidadãos. Além do mais todos os principais partidos, com excepção do PSD, mantêm as respectivas lideranças partidárias o que, atendendo à forte tendência para a personalização das escolhas dos eleitores, atenuam o deficit do debate programático.
 
O mesmo não acontece com o PSD de cujo programa, a dois meses do escrutínio, não se conhecem mais do que ideias que ziguezagueiam entre a negação, o vazio e a omissão. O que pensa o PSD fazer, se acaso aceder ao governo, é um enigma insuportável em democracia de que não serve de desculpa a escassez do tempo que, aliás, foi de sobra.
 
Talvez o PSD, e a sua nova liderança, pensem que o melhor programa seja a ausência de programa. Compreendo o topete: a memória atrapalha quem tem medo do futuro e o futuro atrapalha quem vive de mal com a memória do passado.

Por Bruno Reis | Quinta-feira, 23 Julho , 2009, 12:48

Uma feito deste governo do PS é que inquestionavelmente conseguiu pôr a direita a falar francês!! Welcome be they!


Por João Galamba | Quinta-feira, 23 Julho , 2009, 03:31

No blog da SEDES, Vítor Bento acusa os defensores do TGV de praticarem Voodoo Economics nas suas análises custo-benefício. O que é o Voodoo Economics? É uma projecção que carece de objectividade. No caso do TGV — e, por implicação, em grande parte dos investimentos proposto pelo PS —o problema é que parte da rentabilidade esperada do projecto depende "de componentes da mais pura e arbitrária subjectividade”, como os "benefícios obtidos com a redução do tempo médio de viagem das travessias sobre o Tejo" , a "redução dos custos operacionais dos carros que dessa forma se consegue e pelo impacto positivo em termos ambientais", o "aumento de produtividade". Ficamos a saber que intangível e dificilmente quantificável são sinónimos de pura arbitrariedade. E ficamos também a saber que Vítor Bento defende uma bizarra e misteriosa metodologia  de análise de projectos, pois todas as avaliações dependem de interpretações subjectivas.

 


Por O Jumento | Quarta-feira, 22 Julho , 2009, 22:40

 

Confesso que estava ansioso por conhecer as listas de candidatos a deputados do PSD, depois de Manuela Ferreira Leite ter prometido rejuvenescimento tinha curiosidade em saber qual o conceito de juventude da líder do PSD. Estava convencido de que iria algumas caras jovens, enfim, uma espécie de clonagem do Paulo Rangel para as legislativas.

 

Azar, fiquei desiludido, desde um candidato a deputado que se cansou depressa do parlamento a um ministro que deixou de o ser depois de ter tentado levar a filha de um amigo a médica, não faltam motivos para desconfiar da promessa de Manuela Ferreira Leite. Também por lá consta um tal Rui Gomes da Silva que se notabilizou pelo caso Marcelo Rebelo de Sousa na TVI, enfim, um piscar de olho à família Moniz Manuela.

 

Bem, sempre encontrei um jovem, é o deputado António Preto que por azar vai ter de suspender o mandato para ir a julgamento pelos rimes de fraude fiscal e falsificação. Já não é assim tão jovem e tem um pneu furado, mas foi o mais novito que se arranjou, pelo menos entre os chamados nomes "sonantes".
 
É caso para dizer que entre mortos e feridos algum há-de escapar.

Por Paulo Ferreira | Quarta-feira, 22 Julho , 2009, 18:35

Aquilo que os soundbytes de Paulo Rangel procuravam esconder com a conivência de alguns comentadores e analistas, aquilo que as hesitações e os soluços dos "porta-vozes" do PPD procuram disfarçar, de Aguiar Branco ao inefável António Borges, passando pelo cómico inconveniente de serviço Alberto João Jardim, aquilo que as "trocas e baldrocas" da pupila Dra. Manuela Ferreira Leite tentam ocultar, aquilo que o Reitor residente em Belém procura tapar com uma peneira desajeitada é isto, o PPD não tem programa que se veja, não tem soluções sérias e credíveis para apresentar ao país e a politica da verdade não passa duma falácia para esconder o mar de enriquecimento ilícito que se fez à sombra da bananeira do cavaquismo que, agora serôdio e guloso, tenta regressar aos tempos áureos. Ponto final paragrafo.

 

 

 publicado também no Câmara de Comuns


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