Por Simplex | Sexta-feira, 25 Setembro , 2009, 23:59

No domingo vamos votar PS. São várias as razões deste voto. Defendemos acima de tudo a liberdade, e esta mede-se pela capacidade de garantir progresso social e económico; a diversidade de opções e escolhas; o reconhecimento e os direitos das minorias. Somos ainda pela inovação, pelo conhecimento, pela capacidade inventiva e criadora, pela sustentabilidade energética, pela ecologia. Somos por um país que mede o seu valor pelo que faz agora pelos seus cidadãos e pelas suas cidadãs, nascidos ou não aqui, falantes ou não de português.


Apesar das razões do nosso apoio ao Partido Socialista serem muito diferentes estamos dispostos a apresentar um voto de confiança; assumido e partilhando sem complexos uma visão crítica e construtiva da política e do país. Queremos um país moderno com perspectivas de progresso. Vemos no PS a capacidade de mudança e modernização. Sem a tentação miserabilista e tacanha da direita e as utopias irresponsáveis da extrema-esquerda.

 

Queremos, em suma, que o Partido Socialista ganhe as eleições de 27 de Setembro próximo, de preferência com maioria absoluta. Só ele pode contribuir decisivamente para que Portugal se mantenha na vanguarda política do século XXI.

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Por João Galamba | Quinta-feira, 30 Julho , 2009, 17:08

A entrevista do senhor Olim ao jornal i foi publicada esta manhã. Quanto tempo é que o PS vai esperar até tomar uma posição?


Por Irene Pimentel | Terça-feira, 28 Julho , 2009, 18:07

 

É extraordinário o que se lê por aí na blogosfera. Há uma sensação de anacronismo. Parece que estamos no PREC (naquilo que ele teve de pior, nomeadamente o sectarismo dos pequenos grupos, em que cada um que não pense como nós é colocado num campo inimigo). Engraçado também como o «politicamente correcto» invadiu o pensamento que alguns gostariam que fosse único! Em particular, é politicamente incorrectíssimo dizer que se vai votar PS, o que implica não estar na oposição (palavra sinónima de «bom», por contraposição ao «situacionismo» mau), uma vez que é esse partido que está no governo. Agora os maus da fita são os independentes, identificados como dependentes, tachistas, oportunistas, provocadores, cúmplices de um logro, idiotas úteis…
Hellooooo! Posso pensar, posso falar, posso ter uma opinião? Já agora, era bonito chamar os nomes às coisas. Dizer a quem são dirigidas as críticas, para que a/o criticada/o possa responder, sem que lhe digam que «não é consigo!»
 

Por Diogo Moreira | Terça-feira, 28 Julho , 2009, 17:17

No cabeçalho do Jamais deparamos com várias imagens emblemáticas do que algumas pessoas consideram ser os piores ministros deste governo. Muito poderia ser escrito sobre o conteúdo desta banner. Retenho sobretudo a imagem dos “indicadores de Manuel Pinho” (a manchete que dá origem a esta expressão deve merecer um prémio), não só pelo carácter insultuoso do gesto em si, mas por nos fazer recordar uma dos actos mais tristes e vergonhosos que um membro do governo alguma vez cometeu no hemiciclo. A única consolação foi a sua pronta saída do executivo. Adiante.

 

É com alguma estupefacção que noto a presença, entre os magníficos, de José Eduardo Martins (JEM), infamemente conhecido como o deputado do círculo eleitoral de Taiwan. Aqui no SIMplex até desenvolvemos a teoria de que JEM seria uma espécie de “Bobby e Tareco”, sendo a sua função intimidar os adversários blogosféricos do Jamais, com “cabeçadas à la Cais de Sodré”, havendo inclusive apostas sobre quanto tempo demoraria JEM a mandar-nos para o outro sítio.

 

Falando agora a sério, é com agrado que noto que o Jamais ignora o calculismo politico fácil que levaria a que JEM fosse remetido para a obscuridade. Apesar dos óbvios custos que tal acção acarreta, como se pode ver na parte humorística deste post. Conhecendo a integridade moral e coragem politica de alguns elementos do Jamais, este acto não me surpreende.

 

Seria de facto uma infelicidade, talvez mesmo uma tragédia, que todo o historial de dedicação à causa pública duma pessoa, que todo o seu trabalho em prol do que acreditava e do seu pais, fosse reduzido a um mero acto irreflectido, por muito insultuoso e grosseiro que fosse, ocorrido no parlamento.

 

Devemos dar oportunidade a essa pessoa de se redimir.
 


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