Por Palmira F. Silva | Segunda-feira, 24 Agosto , 2009, 09:18

No Esquerda Republicana, o Ricardo escreve um post fundamental que explica de forma eloquente porque razão «uma vitória do PSD, e consequente ruir destas medidas e destas políticas, seria, a meu ver, absolutamente desastroso para todos!».

 

O Ricardo desenvolve 5 pontos, ilustrados com dados de governação em forma gráfica,  do programa do PS que considera «fundamentais para o desenvolvimento futuro de Portugal». Vale a pena ler o artigo na íntegra e vale a pena reflectir, entre outros, neste excerto do texto, «é importante também relembrar o papel dos governos socialistas no que diz respeito às desigualdades de rendimento e taxa de risco de pobreza:


A diferença entre PS e PSD é clara e elucidativa dos objectivos de cada um.»


Por João Galamba | Segunda-feira, 03 Agosto , 2009, 02:55

O combate às desigualdades é uma bandeira histórica da esquerda. O problema do BE e do PCP é o de terem transformado este objectivo político num absoluto que determina toda a sua acção política, esquecendo-se que, sem uma política que também aposte e promova o crescimento económico, uma estratégia de puro combate às desigualdades redunda necessariamente em empobrecimento colectivo. A nossa experiência historica não começou em 2008 — é preciso continuar a ter presente que o socialismo real foi uma tragédia; a sua repetição seria desastrosa. A extrema esquerda tem de ser capaz de reconhecer que as suas receitas tradicionais fracassaram e que um discurso de oposição e combate ao capitalismo não faz hoje qualquer sentido.


Por Hugo Mendes | Quinta-feira, 23 Julho , 2009, 20:12

José Sócrates anunciou no passado sábado que o Partido Socialista se propõe, caso ganhe as eleições de Setembro, criar um complemento para as famílias trabalhadoras em risco de pobreza. Pedro Mota Soares, líder parlamentar do CDS-PP, logo saltou da cadeira.

 

No lugar dele, eu teria feito o mesmo, porque as notícias são más para o CDS-PP. No capítulo do combate à pobreza e às desigualdades, a legislatura que agora finda trouxe resultados importantes. Os mais inequívocos e esclarecedores são os que dizem respeito ao público-alvo de que o CDS-PP tanto gosta: os "pensionistas".

 

Vejamos o que aconteceu à taxa de pobreza dos indivíduos com mais de 65 anos e ao número de idosos pobres nos últimos anos.

 

 

 

 

 

Já agora, «descaramento» é achar que «as coisas só pioraram».

 


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