Por Ana Vidigal | Terça-feira, 22 Setembro , 2009, 16:42

 


Por Bruno Reis | Segunda-feira, 21 Setembro , 2009, 15:57

Os partidários de Manuela Ferreira Leite mostraram-se muito preocupados, a respeito de um texto que escrevi para o DE, com o facto de Sócrates fazer muitos amigos para Portugal pelo Mundo, nomeadamente o Presidente da Venezuela, país onde vivem centenas de milhares de descendentes de Portugueses e para onde aumentaram as nossas exportações.

 

Afirmava no texto que a diplomacia económica de Sócrates e dos seus ministros ajudou a criar empregos em Portugal. E mantenho.

 

Eu não morro de amores por Chávez, mas a diplomacia é isto mesmo – colocar o interesse nacional em primeiro lugar. (Aliás, para quem gosta tanto da democracia à madeirense, não percebo qual é problema do PSD com Chávez, afinal também ele ganha eleições repetidamente.)

 
Mas, podemos estar certos que se MFL chegar ao poder não haverá o problema de arranjar muitos amigos pelo Mundo. O problema será mesmo o inverso.
 
Já imaginaram o impacto da Manuela das gafes no Mundo? Já imaginaram o que isso fará à imagem internacional de Portugal? É que no Mundo, na imprensa estrangeira e nas cimeiras internacionais, a Manuela das gafes não terá Pacheco Pereira para traduzir o que ela diz e procurar acobardar a imprensa com supostas distorções.
 
Se MFL chegar a chefiar o governo é bem provável que surjam logo notícias na imprensa internacional a sublinhar no perfil da nova líder portuguesa que ela acha que o casamento é para procriar, que não gosta de dar trabalho a imigrantes de Cabo Verde e da Ucrânia. Portanto muitos amigos não ganhará em África, nos PALOP, e no Leste Europeu. Como é bem possível que lembrem as suas afirmações sobre suspender a democracia por uns tempos para resolver uns problemas. Já imaginaram o impacto da “diplomacia” de Manuela Ferreira Leite nas nossas relações com Espanha?
 
MFL tem tudo para ser, se a deixarem, um George Bush ou um Berlusconi à portuguesa. Ou seja um líder atreito a gafes, que não hesita em fazer declarações insultuosas em relação a outros países - com ou sem intenção - e insistir teimosamente nelas. São sempre os outros que não a percebem. Espero bem que dia 27 de Setembro percebam o que está em jogo, e se consiga evita que seja Portugal a pagar o preço dos desvarios verbais de MFL. É que Portugal não é os EUA, ou mesmo a Itália, precisa de ter uma diplomacia exemplar. Uma coisa que Manuela Ferreira Leite não é de certeza é diplomática.

Por Bruno Reis | Quinta-feira, 17 Setembro , 2009, 14:58

Segundo Vasco Graça Moura – com o seu jeitinho sempre tão tolerante – só um burro iliterato é que não percebe sempre o que Manuela Ferreira Leite tem para dizer.

 
 
Eu proporia, antecipando o clima de democracia “à madeirense” que o PSD de MFL se propõe promover em Portugal, que sejam decretado a seguintes adenda ao Dicionário de Português das Academia da Ciências, para que todos sejamos suficientemente literatos em Manuelaferreirês (essa variante tão rica do português):
 
Asfixia democrática: Segundo MFL o regime política vigente em Portugal continental durante o governo de José Sócrates.
 
Autenticidade Depois de MFL passou a designar aquilo que anteriomente se designava por gafes, asneiras, erros, confusões, ignorância, mau uso do português.
 
Coerência Circunstancial: Designa aquela pessoa que é coerente em cada circunstância, é, portanto, coerente no contexto de cada momento, no devir. Como “todo o Mundo é composto de mudança, tomando, sempre tomando, novas qualidades” (Camões), isto significa que MFL pode ser sempre, em verdade, coerente na sua incoerência. Neologismo cunhado para designar a atitude política de MFL.
 
Democracia: Segundo MFL regime político vigente na Madeira sob Alberto João Jardim.
 
Privatizar: antes de MFL dizia-se do acto de tornar propriedade privada entidades e serviços anteriormente na posse do Estado, e.g. privatizar empresas públicas. Depois de MFL privatizar significa manter em mãos privadas o que já está em mãos privadas. 
Foi no famoso debate entre a licenciada em Economia Manuela Ferreira Leite e o mestre em Gestão José Sócrates que MFL brilhantemente explicou que quando afirmara preto no branco, em verdade, coerentemente que se podia privatizar tudo (excepto as funções de soberania, incluindo portanto a saúde, a segurança social e a educação) significava afinal -não que o Estado iria entregar a empresas privadas partes ou a totalidade da educação, assistência social e saúde públicas ou dos respectivos orçamentos - que nestas áreas continuarão a existir a empresas privadas que já existem sem nenhuma alteração na gestão e financiamento público.
Foi a propósito desta diferença fundamental entre PS e PSD que José Sócrates mais revelou a incompreensível iliteracia relativamente ao Manuelaferreirês que tanto irritou Vasco Graça Moura.
 
Jamé: o mesmo que jamais. Este francesismo foi patrioticamente nacionalizado pelos seguidores de MFL na elegante forma – jamé – geralmente seguido de ponto de exclamação.
 
Mabalarismo: antes de MFL malabarismo. Designa aquilo que Manuela Ferreira Leite faz com tanta literacia, sabedoria e jeito no seus uso da língua portuguesas e nas sua proposta políticas.
 
TVG: antes de MFL conhecido por TGV: comboio que alegadamente dizem ser da alta velocidades mas que é demasiado caro para Portugal suportar o seus custos com fundos da UE, e cuja construção só serve os interesses dos imigrantes ucranianos e cabe-verdianos e dos espanhóis (os quais note-se têm pouca ou nenhuma literacia em português). Um francesismo que MFL tratou patrioticamente e em verdade de  tornar uma palavra bem portuguesa.

 

 

PS : Imagem do Príncipe Filipe de Edimburgo (um bom par para MFL) in http://myfunnybusiness.com 


Por João Galamba | Quinta-feira, 17 Setembro , 2009, 13:01

Pergunta de um ouvinte da TSF: se fosse PM concelava os projectos PIN ou mandava fazer auditorias?

 

Resposta de MFL: Estou de acordo com o princípio mas não pode ser o governo a decidir que empresas devem ser salvas

 

MFL, a especialista, a conhecedora, a brilhante economista, a candidata primeira ministra de Portugal mostra — mais uma vez — que não faz a mínima ideia do que está a falar e confunde os projectos PIN com parte da actuação do ex-ministro Pinho. Eu sei que isto é tudo irrelevante, que é uma gaffe e que, na Verdade, MFL sabe tudo e é extremamente competente. É certo que sempre que fala, MFL diz disparates, mas são disparates genuínos, verdadeiros, honestos e plenos de seriedade. A figura mitificada que dá pelo nome de Manuela Ferreira Leite é um ideal e nunca é afectada pelo desempenho da Manuela Ferreira Leite empiricamente existente. Desculpa-se tudo porque há o Sócrates, esse desastre. A MFL que vemos e ouvimos não interessa, MFL é uma promessa, uma ideia. O que interessa aos portugueses não é o que Ferreira Leite diz e faz, é o que ela é. E ela é uma ideia eterna e imutável, independente da sua realidade empirica. É extraordinário que se fale de Sócrates como o querido líder quando o culto de personalidade está todo do lado do PSD. A mitificação em torno de Ferreira Leite é um platonismo para as massas.


Por João Paulo Pedrosa | Quinta-feira, 17 Setembro , 2009, 00:06

A 17 de Fevereiro de 2002, Durão Barroso convidou o presidente do governo espanhol Aznar para abrir, repito, abrir, o comício de lançamento da sua candidatura a primeiro-ministro. Foi Aznar, e não Cavaco Silva ou Manuela Ferreira Leite, a abrir esta decisiva iniciativa política. Todavia, ambos estiveram presentes e desfizeram-se, segundo relatos da época, em vénias e aplausos à escolha de Durão Barroso.

Paulo Portas, à época, mostrou-se escandalizado e considerou a intervenção de Aznar uma ingerência na vida interna portuguesa.

 


Por Ana Vidigal | Terça-feira, 15 Setembro , 2009, 23:12

 


Por João Galamba | Terça-feira, 15 Setembro , 2009, 02:59

As voltas que o mundo dá. Primeiro tivemos Ferreira Leite a criticar os grandes grupos económicos, piscando o olho à esquerda. Agora, no caso do TGV, vemos a líder do PSD e vários defensores da economia de mercado a falar de uma suposta oposição entre interesses nacionais e interesses espanhóis. Fascinante. Para estes nacionalistas de ocasião, o facto do TGV interessar aos Espanhóis significa que não interessa aos Portugueses. Porquê? Porque sim. Reparem que, subitamente, o problema deixou de estar no TGV em si e passou para o facto dos espanhóis se entusiasmarem com a coisa - um pecado, suponho. Isto dos interesses só existe em registo de soma nula, asseguram-nos, sem desatar a rir, os defensores da economia de mercado.

 

O que uma campanha eleitoral faz às pessoas. Em vez de tentar defender o indefensável, não seria mais fácil reconhecer a "gaffe" (um eufemismo, eu sei) e - sei lá - partir para outra? 


Por João Galamba | Segunda-feira, 14 Setembro , 2009, 12:58

O extraordinário Nuno Gouveia ensaia mais uma pirueta, tentando transformar uma declaração autoritária e anti-democrática de Ferreira Leite ("sinto-me pressionada e não gosto de manifestações e petições que envolvam camaradas de Sócrates e autarcas espanhóis") em pressões ilegítimas da responsabilidade de José Sócrates.  É o spinning dos desesperados. Para o Nuno, Ferreira Leite teve toda a razão na história das manifestações e petições, porque, como toda a gente sabe, estas "manobras" foram "promovidas" pelo PS e não têm nada de espontâneo. Não interessa que os "camaradas da fronteira" e os  "espanhóis" lutem — democraticamente — por aquilo que entendem ser os seus interesses. Nuno Gouveia acha que isso é irrelevante porque é tudo "promovido" pelo PS. Para o Nuno  estas manifestações não são espontâneas, o que sugere bastidores pouco transparentes, maquievelismos de Elvas e estratégias sinistras para asfixiar Ferreira Leite e todos aqueles que amam a Liberdade. Em suma: as manifestações são mais um sintoma da asfixia democrática. O Nuno vê interesses sinistros (do PS, claro) em todo lado, o que indicia uma atitude algo paranoide. Só a custo e com muito sacrifício pessoal é que Ferreira Leite pode denunciar esta sinistra cabala. Louve-se a coragem da líder do PSD.


Por Palmira F. Silva | Segunda-feira, 14 Setembro , 2009, 11:18

Ontem, em declarações à RTP Açores (por volta dos 17 mn), após prometer não exercer represálias sobre as ilhas por terem votado maioritariamente PS, Manuela Ferreira Leite, não sei se ainda a recompor-se do tiro no pé acerca dos espanhois, afirmou «Acho que os açorianos são portugueses».  Pois...


Por Paulo Ferreira | Domingo, 13 Setembro , 2009, 20:34

Com tanto desprezo pelos espanhois e pela Europa que não pára em Badajoz até parece que MFL foi maltratada quando esteve na Administração do Banco Santander!Será?!

 

 

em estéreo aqui


Por Ana Vidigal | Domingo, 13 Setembro , 2009, 11:37

 

 


Por Eduardo Pitta | Domingo, 13 Setembro , 2009, 11:17

Vou agora começar a ler a imprensa diária. Estou curioso de verificar se alguém pegou na espantosa afirmação de Manuela Ferreira Leite à saída do debate com Sócrates: O que este país precisa não é de mais leis. E sublinhou, preto no branco, que as medidas necessárias não passavam pela Assembleia da República. Isto no momento em que foi inquirida sobre se governaria em minoria. Como forma de subalternização do Parlamento nunca ouvi nada tão assertivo.

 

Não curo de saber das razões do ponto de vista de MFL. Afinal, um governo, qualquer governo, deve obedecer aos seus princípios. Mas supunha que ainda não tínhamos chegado à Madeira.

 


Por João Galamba | Domingo, 13 Setembro , 2009, 03:15

Em 2003, Ferreira Leite dizia que o TGV era um investimento estruturante e fundamental para a economia portuguesa. Dado que, hoje, Ferreira Leite diz que é preciso crescer, dado que tal requer investimento (público ou privado, não interessa), em que medida é que o nosso endividamento justifica um adiamento da construção do TGV? Alguém me consegue explicar como é que algo fundamental e estruturante o deixa de ser apenas porque o País está endividado? Assumindo que Ferreira Leite não quer (intencionalmente) agravar a recessão, só há uma possibilidade: o argumento de Ferreira Leite sobre o TGV não tem nada a ver com o endividamento. A posição de Ferreira Leite tem de ser a seguinte: o TGV já não é estruturante nem fundamental — hoje, amanhá, sempre. Quanto muito, o TGV é um luxo a que nos permitiremos quando fomos ricos, isto é, o TGV já não tem qualquer relação com  a questão da competitividade da economia portuguesa.

 


Por Paulo Ferreira | Domingo, 13 Setembro , 2009, 02:03

La líder de la oposición ha señalado que no le gusta "que los españoles se metan en la política portuguesa" y ha justificado el interés de España por que el tren de alta velocidad llegue a Portugal a que, de ser así, recibirá más fondos de la Unión Europea. Sócrates, defiende en cambio las "inversiones en las redes de alta velocidad" para ayudar a superar la crisis y ha criticado que la candidata de la oposición esté dispuesta a faltar a su palabra con España y echarse atrás en un proyecto que respaldó cuando era ministra en 2003. - El País

 

"No me gustan los españoles metidos en la política portuguesa, estoy defendiendo los intereses de Portugal, que no es una provincia de España", enfatizó Manuela Ferreira Leite, exaltada, en el debate. Sócrates aprovechó el frente a frente televisivo para interrogar a su principal rival sobre la cuestión del tren de alta velocidad, uno de los temas que más polémica está causando durante esta precampaña electoral.

José Sócrates recordó a Ferreira Leite que cuando era ministra de Finanzas en el gobierno conservador de José Manuel Durao Barroso participó en la cumbre ibérica de Figueira da Foz, el 8 de noviembre de 2003, en la que se firmó el acuerdo en el que su Ejecutivo se comprometía a construir cuatro líneas de alta velocidad. Además, el candidato socialista argumentó que, posteriormente, Ferreira Leite participó en un Consejo de Ministros del que salió una resolución en la que se afirmaba que "el proyecto de inversión del AVE es estructural, contribuye al crecimiento del PIB, induce a la creación de empleo y es un factor decisivo para Portugal". El Mundo 

 

Uma verdadeira postura de Estado que demonstra a capacidade, demonstra o conhecimento de politica interna bem como externa e  revela a consciência da realidade ibérica dentro da UE...a de José Sócrates,obviamente!

A da outra senhora é mesmo a de voltar costas ao Mundo em geral e a Espanha em particular, orgulhosamente sós!Assim não há glória antiga que lhe valha!

 

em estéreo aqui


Por Eduardo Pitta | Domingo, 13 Setembro , 2009, 01:55

No debate com Sócrates, perguntada sobre credibilidade,  Manuela Ferreira Leite falou de «uma vida de estudo, uma vida académica, uma vida profissional, muitas conferências, artigos, experiência governativa», etc. Assim se constrói a credibilidade, disse. Mas o país está cheio de mamíferos com igual currículo, e eu não os queria a presidir à Junta de Freguesia do meu bairro, quanto mais à frente do governo! A líder do PSD quer um cheque em branco. Convinha explicar o que quer fazer com ele.

 


Por Paulo Ferreira | Sábado, 12 Setembro , 2009, 14:49

Manuela Ferreira Leite é a única líder dum partido politico com assento parlamentar a recusar o convite duma estação de televisão para mostrar o lado mais pessoal numa reportagem que pretendia dar conhecer um pouco mais de quem dá a cara para nos pedir o voto. Manuela Ferreira Leite "precisa" que Judite Sousa  a "ajude" claramente no ultimo debate (na RTP com Paulo Portas) tal foi a "desorientação" e a "necessidade" de corrigir equívocos e lapsos. Manuela Ferreira Leite é única líder dum partido politico com assento parlamentar a recusar uma entrevista ao Expresso interrompendo uma série de entrevistas que o semanário vinha realizando. Manuela Ferreira Leite repete até à exaustão "que só fala Verdade" ao mesmo tempo que o seu António Preto que "aldrabou" uma perícia de caligrafia com um gesso colocado por um primo cirurgião cardiovascular está nas listas de deputados.Helena Lopes da Costa mais as suas 22 acusações de crimes de abuso de poder passeiam em arruadas do PSD de braço dado com Manuela Ferreira Leite.

Tudo isto é normal. Nada disto motiva questões pertinentes aos jornalistas. 

 

Isto no mesmo país onde sensações de suspeições de escuta são despoletadas pelo assessor do Presidente da República, Fernando Lima (de acordo com acusação de Francisco Louçã) sem que sejam depois desmentidas mas onde uma pequena conversa "escutada e gravada" em off, antes de um debate televisivo com José Sócrates e Francisco Louçã, é motivo de noticia e análise sem qualquer prurido ou pudor.No mesmo país onde atacar o PM por causa do caso Freeport justifica a campanha (manipuladora e exagerada segundo jornalistas da mesma estação televisiva) do casal Moniz mas onde o caso BPN merece nenhuma ou pouca atenção apesar de ser a maior fraude perpetrada em Portugal desde o Alves dos Reis e incluir boa parte do núcleo duro de Cavaco Silva.

 

As grainhas das uvas de Carolina Patrocínio são mais importantes que uma burla que custou vários milhares de milhões de euros ao país, enchendo os bolsos de ex-governantes sociais democratas (alegadamente até um membro do Conselho de Estado cuja honra foi publicamente atestada por Cavaco Silva) e envolvendo traficantes de armas, bancos a sério e a fingir, falsificações de documentos, desvio de capitais, fuga ao fisco, comissões gigantescas encapotadas e muitos outros crimes...além de um mar de coincidências fiscais!

 

O raio das uvas devem ser mesmo boas!

 

 

em estéreo aqui


Por João Galamba | Quinta-feira, 10 Setembro , 2009, 13:15

Pacheco Pereira está enganado. O novo crime não é ir à Madeira. O "Crime" (a escolha de palavras de Pacheco Pereira é todo um programa) consiste em ir à Madeira  e dizer o que Ferreira Leite disse — e que, ontem, voltou a dizer — sobre asfixias democráticas, as de cá (tenebrosas) e as de lá (fantasiosas). "Crime" é branquear a forma como Jardim usa (e abusa) do poder na Madeira só porque isso pode dar uns votos. "Crime" é sacrificar "a Verdade" ao calculismo político mais rasteiro e oportunista. "Crime" é confundir democracia com voto popular. "Crime" é pôr em prática a teoria populista defendida por Isaltinos e Valentins de que a justiça é o voto do povo e de que, mais do que a lei, interessa o que as "pessoas sentem". "Crime" é Ferreira Leite dizer que o Governo de Jardim é um modelo a seguir. "Crime" é brincar com os Portugueses acenando com fantasmas irresponsáveis (cá) quando na Madeira há tiros a zepelins, seguranças privados que impedem deputados democraticamente eleitos de entrar no parlamento, atropelos aos legítimos direitos da oposição no parlamento e quejandos. "Crime" é o branqueamento do PR e do PSD aos despautérios de Jardim. "Crime é Ferreira Leite ter encenado um embuste retórico com um único objectivo: a conquista do poder. Já agora, Crime (sem aspas) é quando você acusa, difama e calunia sem provas. Já pensou nisso, Pacheco Pereira?


Protocolos
comentários recentes
Ainda bem que procurei por ti na internet em geral...
A discussão sobre pagar a saúde de acordo com os r...
Espero que o José Sócrates faça um bom trabalho..
Boa tarde, gostava da vossa opinião.hoje dirigi-me...
EsclarecimentoA notícia é apenas sobre uma propost...
Venho por este meio relatar-vos uma situação que c...
Sou nova nestas andanças, da net (não em anos-57) ...
Obrigada pelos textos que nos deram a ler, a refle...
Estou de acordo com a ideia lançado por vocês impo...
Simplex , simplesmente. convido-os a visitarem o m...
já agora gostaria que observem uma iniciativa empr...
Estava a gostar deste blog...
Uma escrita muito pobre, na generalidade dos casos...
Estou numa dúvida: a oposição não foi eleita para ...
Posts mais comentados
22 comentários
18 comentários
14 comentários
9 comentários
8 comentários
8 comentários
8 comentários
arquivos
pesquisar neste blog
 

As imagens criadas pelo autor João Coisas apenas poderão ser utilizadas em blogues sem objectivo comercial, e desde que citada a respectiva origem.