Por Bruno Reis | Quinta-feira, 24 Setembro , 2009, 14:34

IMAGEM: www.wehavekaosinthegarden.blogspot.com

 

Os nossos amigos do PSD resolveram colocar dois textos demoradamente dizendo que falar hoje de Salazarismo e Salazarentos em relação a um(a) adversári@ polític@ é uma prova de grave falta de cultura democrática,  uma tentativa de conquistar o voto dos cidadãos assustando-os como se fossem criancinhas.

 

Só é pena que estes textos publicadas por duas pessoas que aprecio – o Nuno Gouveia e o Miguel Morgadonão tenham sortido efeito no Carlos Botelho que publicou (até ver) nada mais, nada menos do que 17 postes (!!!!!!) no blogue de apoio ao PSD (que partilha com os ilustres citados) a acusar Sócrates de salazarismo. Não notaram? Não tem o dito Carlos Botelho nada a dizer a respeito deste crítica violenta de que foi alvo? Não têm NG e MM nada a acrescentar em vista deste facto algo paradoxal? 

 


Por Bruno Reis | Quinta-feira, 17 Setembro , 2009, 14:58

Segundo Vasco Graça Moura – com o seu jeitinho sempre tão tolerante – só um burro iliterato é que não percebe sempre o que Manuela Ferreira Leite tem para dizer.

 
 
Eu proporia, antecipando o clima de democracia “à madeirense” que o PSD de MFL se propõe promover em Portugal, que sejam decretado a seguintes adenda ao Dicionário de Português das Academia da Ciências, para que todos sejamos suficientemente literatos em Manuelaferreirês (essa variante tão rica do português):
 
Asfixia democrática: Segundo MFL o regime política vigente em Portugal continental durante o governo de José Sócrates.
 
Autenticidade Depois de MFL passou a designar aquilo que anteriomente se designava por gafes, asneiras, erros, confusões, ignorância, mau uso do português.
 
Coerência Circunstancial: Designa aquela pessoa que é coerente em cada circunstância, é, portanto, coerente no contexto de cada momento, no devir. Como “todo o Mundo é composto de mudança, tomando, sempre tomando, novas qualidades” (Camões), isto significa que MFL pode ser sempre, em verdade, coerente na sua incoerência. Neologismo cunhado para designar a atitude política de MFL.
 
Democracia: Segundo MFL regime político vigente na Madeira sob Alberto João Jardim.
 
Privatizar: antes de MFL dizia-se do acto de tornar propriedade privada entidades e serviços anteriormente na posse do Estado, e.g. privatizar empresas públicas. Depois de MFL privatizar significa manter em mãos privadas o que já está em mãos privadas. 
Foi no famoso debate entre a licenciada em Economia Manuela Ferreira Leite e o mestre em Gestão José Sócrates que MFL brilhantemente explicou que quando afirmara preto no branco, em verdade, coerentemente que se podia privatizar tudo (excepto as funções de soberania, incluindo portanto a saúde, a segurança social e a educação) significava afinal -não que o Estado iria entregar a empresas privadas partes ou a totalidade da educação, assistência social e saúde públicas ou dos respectivos orçamentos - que nestas áreas continuarão a existir a empresas privadas que já existem sem nenhuma alteração na gestão e financiamento público.
Foi a propósito desta diferença fundamental entre PS e PSD que José Sócrates mais revelou a incompreensível iliteracia relativamente ao Manuelaferreirês que tanto irritou Vasco Graça Moura.
 
Jamé: o mesmo que jamais. Este francesismo foi patrioticamente nacionalizado pelos seguidores de MFL na elegante forma – jamé – geralmente seguido de ponto de exclamação.
 
Mabalarismo: antes de MFL malabarismo. Designa aquilo que Manuela Ferreira Leite faz com tanta literacia, sabedoria e jeito no seus uso da língua portuguesas e nas sua proposta políticas.
 
TVG: antes de MFL conhecido por TGV: comboio que alegadamente dizem ser da alta velocidades mas que é demasiado caro para Portugal suportar o seus custos com fundos da UE, e cuja construção só serve os interesses dos imigrantes ucranianos e cabe-verdianos e dos espanhóis (os quais note-se têm pouca ou nenhuma literacia em português). Um francesismo que MFL tratou patrioticamente e em verdade de  tornar uma palavra bem portuguesa.

 

 

PS : Imagem do Príncipe Filipe de Edimburgo (um bom par para MFL) in http://myfunnybusiness.com 


Por Carlos Manuel Castro | Sexta-feira, 11 Setembro , 2009, 00:18

Ficámos a saber, pela "política de verdade" de Manuela Ferreira Leite - no debate com Paulo Portas, que na Madeira há uma verdadeira e exemplar democracia, com Alberto João Jardim, e no continente não.

 

Mais palavras para quê?!


Por João Paulo Pedrosa | Terça-feira, 08 Setembro , 2009, 01:29

"Seria inaceitável não vir a um exemplo típico de um bastião inamovível do PSD exemplo isto aqui de um bom governo do partido social-democrata e o local do continente, das ilhas e do Portugal inteiro onde a política social democrata tem mais efeitos visíveis".

 

(Manuela Ferreira Leite em visita à Madeira,  aqui)


Por Paulo Ferreira | Segunda-feira, 07 Setembro , 2009, 13:48

Ferreira Leite elogia exemplo da Madeira como "bastião inamovível" e "bom governo PSD" 

 

Alguém explica à Dra Manuela Ferreira Leite que ESSE é exactamente o problema?!

 

A líder do PSD rejeitou a crítica de que existe "asfixia democrática" neste arquipélago, argumentando que "quem legitima o poder é o voto do povo e não está ninguém aqui por imposição, é em resultado dos votos". "Acho que há asfixia democrática no continente"

 

Mau, mau Manela!Então na Madeira das broncas, trapalhadas, pancadaria, carros de "gente inconveniente" incendiados, obras à medida com pagamentos a contento, bandeiras nazis e palhaçadas que tais, é o voto do povo que legitima, certo, de acordo.E em Portugal Continental? Devem ter sido então seres extraterrestres cor-de-rosa que votaram nas ultimas eleições legislativas!

 

Dra. Manuela Ferreira Leite, falar em asfixia democrática na Madeira, não é muito inteligente!Pergunte ao senhor do relógio ou da bandeira nazi, ele tem umas estórias para contar...que metem medo Doutora!

 

 


Por Sofia Loureiro dos Santos | Segunda-feira, 24 Agosto , 2009, 22:02

 

 

Alberto João Jardim continua a arrastar pela lama a dignidade do lugar para o qual foi eleito, de um político, de uma pessoa com o mínimo de decoro.

 

Quem o vê aos berros em frente a uma multidão ululante, a falar do seu Portugal homofóbico, boçal e intolerante, comezinho e maledicente, cora de vergonha. Pelo que diz, pelo significado do que diz e pela ovação que o acompanha.

 

Alberto João Jardim tem-se comportado como alguém que é inimputável, gozando de uma tolerante bonomia de todos os responsáveis políticos, o que apouca a democracia e diminui a credibilidade dos nossos representantes.

 

A traição é dele. E o Portugal dele não é igual ao meu.

 

Nota: Também aqui.

 


Por Hugo Costa | Sexta-feira, 07 Agosto , 2009, 13:06

 

As listas fratricidas e “jurássicas” do PSD já são notícia há vários dias. Acredito que é altura de discutir ideias. Mas ainda sobre as listas existe um facto que me intriga:
Que faz Alberto João Jardim nas listas das legislativas do PSD como cabeça de lista da Madeira (como sempre)? Como é possível alguém dizer que é candidato, mas não quer ir para o parlamento? Não é enganar os eleitores? Como pode o PSD nacional suportar essa “fantochada”? As dúvidas ficam.

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