Por João Galamba | Quinta-feira, 10 Setembro , 2009, 15:06

O Carlos Santos tem dedicado alguns posts ao programa económico do Bloco. A série tem o título: A estagnação como resultado inevitável da política económica do Bloco: O fim do pequeno empresário. Até agora tem três partes (I, II, III).

 

Era importante que alguém ligado ao Bloco (militante ou apoiante) respondesse aos argumentos do Carlos. Ficamos à espera.


Por Eduardo Graça | Terça-feira, 01 Setembro , 2009, 11:23

O desemprego é sempre lastimável. Mas quando se assiste a uma travagem continuada da sua subida é bom sinal. Quer dizer que a actividade económica está em recuperação credibilizando a estimativa para o resultado do PIB do 2º trimestre (subida de 0,3%). O que nos dizem as notícias de hoje é que “A taxa de desemprego em Portugal está estável desde Abril, mês em que subiu para os 9,2%, valor no qual permanece, de acordo com os dados hoje divulgados pelo Eurostat. O desemprego em Portugal continua assim abaixo da média da Zona Euro.” No contexto actual esta é uma boa notícia para os portugueses. A oposição perdeu um cavalo de batalha importante em plena campanha eleitoral. Imaginem se a notícia apontasse no sentido da subida!

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Por João Paulo Pedrosa | Quarta-feira, 26 Agosto , 2009, 23:58

O investimento público é, generalizadamente reconhecido pelos especialistas internacionais, um instrumento decisivo de recuperação da crise económica. A excepção a este entendimento é Manuela Ferreira Leite que o considera apenas uma despesa, chamando-lhe, com desprezo, simples despesa de capital. A verdade é que sem investimento público, o desemprego aumentaria ainda mais e a economia afundar-se-ia irremediavelmente.

O TGV, por exemplo, é uma obra financiada em muitos milhões de Euros pela União Europeia e é uma grande oportunidade de negócio para muitas empresas portuguesas, aumentando, em consequência, o número dos postos de trabalho e a riqueza nacional.
Para que a abordagem destes assuntos não fique confinada a discussões etéreas, cito três empresas portuguesas que empregam milhares de trabalhadores – esta, esta e esta, por exemplo – que cresceram na oportunidade dos investimentos públicos, internacionalizando-se e para quem este investimento na ferrovia é uma grande oportunidade para voltarem a crescer e a fortalecer-se ainda mais.
Não se percebe, pois, como pretende Manuela Ferreira Leite fazer diminuir o desemprego se nega às empresas a possibilidade de valorizarem e aumentarem os seus negócios.
A menos que a líder do PSD se tenha rendido aos encantos de Francisco Louçã e pretenda criar empregos por decreto.
 

Por Eduardo Pitta | Sexta-feira, 21 Agosto , 2009, 19:15

A vida não está fácil para a maioria das pequenas e médias empresas, é verdade que não. Embora qualquer português minimamente informado saiba que há excepções. Querem exemplos? Aí vão dois: a Critical Software (Coimbra) e a YDreams (Lisboa). Quando o tecido empresarial é bem dimensionado e competente não precisa do Estado para nada. Não ponho links para não ser acusado de estar a receber luvas. A vida também não está fácil para a maioria dos trabalhadores por conta de outrem. E não me atrevo a classificar o estado em que deve estar para meio milhão de desempregados. Só não percebo o que é que isto tem a ver com a derrocada da falésia de Albufeira. A falésia desabou por culpa do PS, é isso?

 

Não percebe? Eu também não. Confira na coluna de comentários ali à direita.


Por Mariana Vieira da Silva | Terça-feira, 18 Agosto , 2009, 00:25

Vale a pena ir ali, ao País Relativo, ler os três posts do João Jesus Caetano sobre o emprego: um panorama mundial, as novas qualificações e as diferenças entre o governo PSD/PP e  o governo PS.

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Por Pedro Adão e Silva | Terça-feira, 28 Julho , 2009, 11:30

Para quem está no poder, um novo ciclo assenta na avaliação combinada do que foi feito com o que de novo se propõe.

Não por acaso, o PSD, assim que o PS apresentou as suas linha programáticas, veio chamar a atenção para as promessas não cumpridas nos últimos cinco anos. E, nesta legislatura, promessas não cumpridas é sinónimo de 150 mil postos de trabalho. Sejamos claros: não fazem sentido promessas quantificadas em torno de objectivos cuja concretização não depende exclusivamente da acção governativa. Este é o caso da criação de emprego. Estando descartada a possibilidade de criar emprego público, o mais que o Estado pode fazer - e está longe de ser pouco - é criar condições que estimulem o emprego privado e intervir nos factores que alteram o padrão de especialização da nossa economia. Ora esta intervenção pública só produz efeitos no médio prazo e a sua avaliação não é compaginável com metas quantificadas. Dito isto, o que é que aconteceu, de facto, aos 150 mil postos de trabalho? a resposta está no meu artigo de hoje no Diário Económico.


Por Hugo Mendes | Sexta-feira, 24 Julho , 2009, 20:14

...sobretudo quando as sabemos interpretar (atenção à caixa de comentarios). Neste caso, quando sabemos que pode haver criação liquida de emprego e subida da taxa de desemprego.


Por Miguel Abrantes | Sexta-feira, 24 Julho , 2009, 13:16

Segundo dados do IEFP, verificou-se um acréscimo do número de desempregados inscritos nos centros de emprego. Ou seja, de Maio para Junho, esse acréscimo foi de 705 [setecentos e cinco] inscritos, o que representa mais 0,1 por cento.

 
 
A Lusa, essa agência de notícias ao serviço do Governo, prefere subvalorizar este dado e entretém-se a comparar o mês de Junho de 2009 com o mês homólogo de 2008.
 
Para a Lusa, é uma questão despicienda que tenha ocorrido, entretanto, a maior crise económica e financeira dos últimos 80 anos. Mas, como diz Pacheco, a Lusa é um poderoso instrumento de propaganda ao serviço do Governo.

 

 

[Também no CC]

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Por Hugo Mendes | Sexta-feira, 24 Julho , 2009, 12:38

Caro Nuno, sabias que enquanto o PSD esteve no Governo (entre o 1.º trimestre de 2002 e o 1.º trimestre  de 2005) foram destruídos 37.600 empregos, ou seja, mais de 1.000 empregos destruídos por mês?


Com o PS no Governo, entre o 1.º trimestre de 2005 e o 1.º trimestre de 2008 (período igual ao do PSD no Governo), tinham sido criados 96.600 empregos, ou seja, quase 2.700 empregos criados por mês. 
 

 

 


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