Por Tiago Barbosa Ribeiro | Sexta-feira, 18 Setembro , 2009, 18:21

A direcção editorial do Público emitiu um comunicado que só agrava as suspeitas em torno da notícia encomendada ao jornal, com o intuito de atingir politicamente o PS. Numa linguagem no mínimo opaca, fomentando novas suspeições (ponto 4) , e sem negar em momento algum a autenticidade do escandaloso e-mail reproduzido pelo DN que o director do Público ainda hoje de manhã disse ser forjado, percebe-se que o Público não tem qualquer explicação lógica a oferecer aos (e)leitores.

 

Ou seja, contrariamente ao fantasma esforçadamente agitado durante todo o dia de hoje pelo PSD relativamente a uma fantasiosa coligação PS-BE, a coligação que os portugueses devem temer não é essa e ultrapassa em muito qualquer deontologia jornalística e regulação democrática. Existe mesmo uma campanha subterrânea contra o PS.


Por Tiago Barbosa Ribeiro | Sexta-feira, 18 Setembro , 2009, 12:06

O que o DN hoje noticia, a confirmar-se, representa a maior crise institucional da democracia portuguesa. O conluio entre o principal assessor de Cavaco Silva e o jornal Público demonstra a espantosa virulência das várias campanhas sujas de que o PS tem sido alvo, numa escala nunca vista.

 

Asfixia democráticaNeste contexto, a proximidade de Belém com o actual PSD suscita as maiores suspeitas em relação ao desequilíbrio institucional que o DN confirma no círculo de confiança do PR, que claramente se orientou por servir a agenda de um partido. Quanto ao Público, previsivelmente, deixou a partir de hoje de ser um jornal de referência no panorama nacional enquanto se mantiver a actual direcção.

 

Enquanto o país aguarda uma acção do PR, e não uma mera declaração, fica a certeza de que só o reforço do PS pode impedir a tomada do poder por quem o disputa na cave da democracia.


Por Sofia Loureiro dos Santos | Sexta-feira, 11 Setembro , 2009, 16:36

 

Carolina Patrocínio deu uma entrevista ao I.

 

Nela demonstra o que pensa sobre o mundo e a política, que tem preocupações de cidadania, que é corajosa em se expor e que não tem medo de dar a cara por aquilo em que acredita.

 

Ao contrário da minha perplexidade por esta escolha, declarada anteriormente neste blogue, tenho pena de que não tenhamos tido acesso a este tipo de intervenções e de entrevistas antes de e na altura em que Carolina Patrocínio foi escolhida para mandatária da juventude (embora continue a não perceber a vantagem, utilidade ou objectivo da existência de mandatários para a juventude). Fica outra perplexidade, aquela que estranha a pouca atenção que foi dada a este assunto, pela parte dos responsáveis pela campanha do PS.

 

Mas há uma coisa que me penaliza – o esquecimento da reserva e da prudência  na interpretação dos sinais e das imagens que nos inundam, que muitas vezes nos conduzem a raciocínios enviesados e preconceituosos.

 

Sugiro, portanto, que se leia a entrevista, que é excelente e que mostra uma jovem atenta ao que a rodeia e com a generosidade que, dentro das nossas certezas e seriedades, nos atinge e nos convoca.

 

Nota: Também aqui.

 


Por Leonel Moura | Sexta-feira, 04 Setembro , 2009, 09:27

Esta é a campanha eleitoral mais suja da história da nossa democracia. E é de esperar mais nojeira nas próximas semanas. O estratagema é simples. À falta de argumentos as oposições, todas elas, inundam o debate político de acusações, mentiras, insinuações, intrigas, numa verdadeira onda demagógica que tudo e todos vai envolvendo. Os media servem de caixa de amplificação.

Portugal vive assim num estado de asfixia demagógica que impede a discussão séria sobre qualquer assunto. Por isso, o PS e todos os que o apoiam devem manter a lucidez e a serenidade e não responder à histeria que se instalou na política portuguesa. Também aí se marcará a diferença entre o partido que pensa no desenvolvimento do país e os que só pensam em lançar novas campanhas de fanatismo e ódio.


Por Sofia Loureiro dos Santos | Quinta-feira, 03 Setembro , 2009, 21:38

 

Realmente hoje é um dia de que a democracia não se pode orgulhar. A total irresponsabilidade perigosa de José Aguiar Branco e de muitas outras personalidades ao acusar José Sócrates e o PS de terem forçado a demissão de Manuela Moura Guedes, é um desrespeito total pelas regras de um estado democrático.

 

É inaceitável que se levantem este tipo de suspeitas e calúnias gravíssimas sem que haja qualquer resquício de factos que comprovem as acusações.

 

A última pessoa a ganhar com esta demissão é, precisamente, José Sócrates. A decisão de demitir Manuela Moura Guedes, que conduzia um programa em que se praticava muita coisa, mas não jornalismo, muito menos jornalismo de investigação, é da competência da administração da empresa. Manuela Moura Guedes até já tinha afirmado que se a nova administração a demitisse era muito estúpida. Por coincidência Manuela Moura Guedes tinha uma reportagem fantástica sobre o caso Freeport.

 

 


Por Ana Vidigal | Quarta-feira, 02 Setembro , 2009, 11:17


Por Sofia Loureiro dos Santos | Quinta-feira, 27 Agosto , 2009, 22:41

 

Hoje Sofia Rodrigues, jornalista do Público, às 14:36h, titulava em letras mais ou menos garrafais, que a campanha das legislativas não teria debates porque o PS, claro, quem mais, se recusava a fazer debates a dois com todos os candidatos.

 

Claro que, quem se desse ao trabalho de ler a notícia, percebia apenas que José Alberto Carvalho estava desesperançado e que Ricardo Costa assegurava que só faltava a resposta do PS.

 

Às 19:18h a mesma Sofia Rodrigues afiançava, nas mesmas letras mais ou menos garrafais mas com o mesmo despudor, que o PS recuava e viabilizava os debates televisivos na campanha. O texto em si, referindo mais uma vez a anterior desesperança de José Alberto Carvalho, dizia que o PS tinha mudado de opinião e já aceitava os debates dois a dois.

 

Enfim, confirma-se, mais uma vez, a manipulação informativa do Público.

 

Nota: Também aqui.

 


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