Por Ana Vidigal | Sexta-feira, 25 Setembro , 2009, 02:33

"votar contra Sócrates é ainda votar contra o casamento dos homossexuais". Apontando que "cada um é o que quer, mas não se pode chamar casamento àquilo que não é”, acrescentando que é uma “pouca-vergonha” - Alberto João Jardim in http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1402269&idCanal=12
 

 


Por Ana Paula Fitas | Sábado, 19 Setembro , 2009, 23:21

Hoje, em Coimbra, no comício do Partido Socialista, Manuel Alegre confrontou o país com a demagogia inerente ao artifício demagógico de Manuela Ferreira Leite que se tem insurgido contra uma "asfixia democrática" que o olhar da líder do PSD reconhece em Portugal e não vê na acção de Alberto João Jardim... seria ingénuo pensar que o recente slogan de Manuela Ferreira Leite não resultara de um cálculo político elementar que tomara em consideração a presumida desavença de Manuel Alegre em relação ao PS... porque foi Manuel Alegre quem, num outro contexto e em relação a realidades específicas e datadas, evocara um certo "clima de medo" que só uma estratégia partidária de direita, com débeis fundamentos e paupérrimo gosto, poderia pensar em evocar para sua defesa contra a Esquerda... Por isso, foi importante a intervenção de Manuel Alegre que ergueu, poética e forte, a sua voz poderosa contra a manipulação... De forma clarividente, Manuel Alegre foi a Coimbra dizer que Portugal foi grande quando foi universal e não quando esteve "orgulhosamente só" e explicou, de forma clara e oportuna, que a asfixia democrática é, nada mais nada menos, do que a asfixia social a que conduz a pobreza resultante da aplicação de políticas de direita, valorizadoras do liberalismo e redutoras da acção social do Estado. Por isso e porque "quando se esvazia um direito social, estão a enfraquecer-se os direitos políticos", defendeu que  "Portugal precisa de um governo de esquerda e a esquerda possível é o Governo PS"  contra "a direita dos interesses", enunciando o desafio que se nos coloca nas eleições que se aproximam: "Recusar um Estado mínimo para os pobres e um Estado máximo para os poderosos"... desta intervenção deveria o PSD retirar uma lição: a de que o plágio, nomeadamente descontextualizado, é abusivo e pode fazer com que "o feitiço se volte contra o feiticeiro" porque só o original sabe defender com lisura as suas deduções porque só ele conhece a intencionalidade da sua enunciação... e é à Esquerda, com o Partido Socialista, que, neste momento, se impede a sujeição dos portugueses à anunciada asfixia democrática que tanta experiência de uso tem já na Ilha da Madeira. 

 

(Este post tem publicação simultânea no A Nossa Candeia e no Público-Eleições 2009)


Por Ana Vidigal | Quarta-feira, 09 Setembro , 2009, 15:46

 

Archie Bunker/Alberto João


Por Rogério Costa Pereira | Terça-feira, 08 Setembro , 2009, 18:08

"(...) A Senhora Dr.ª Manuela Ferreira Leite, a Quem muito prezo e respeito e que tenho pena que não esteja aqui para ouvir isto, faria um grande Serviço ao partido, não se candidatando.

Não tem hipóteses de ganhar 2009.

Se a Senhora Dr.ª Manuela Ferreira Leite, ou outros de certo modo exóticos, persistem em ir para a frente, representarão, todos, sem excepção meras facções do partido.

Com o risco de fazerem o Partido implodir, na sequência das eleições internas. Não tenham ilusões!

E nisso eu não entro. Como não entro nisso de facções. Estou como o poeta: «Sei que não vou por aí»

A responsabilidade está do Vosso lado!”

 

Alberto João Jardim, excerto do discurso ao Conselho Nacional do Partido Social Democrata, em 24 de Abril de 2008 (publicado no Jornal da Madeira)


Por Porfírio Silva | Terça-feira, 08 Setembro , 2009, 16:50

 

Está à espera de receber a tradução oficial para reagir?

 

 


Por Tiago Julião Neves | Terça-feira, 08 Setembro , 2009, 01:42

"Fuck them! Fuck them! fuck them!" grita entusiasmado o Sr. Alberto João.

Mas nem sempre foi assim...

 

Antes do PS chegar ao poder, este afável sexagenário era um homem triste. Apesar de viver numa bela ilha cheia de sol, o Sr. Alberto João sofria em silêncio por não saber falar inglês.

 

Agora, graças ao Novas Oportunidades e a muita dedicação o Sr. Alberto João voltou a ser feliz! Ainda são só duas palavrinhas, mas com mais um esforço chegará às três, quatro e um dia quem sabe... talvez Shakespeare.


Por João Paulo Pedrosa | Terça-feira, 08 Setembro , 2009, 01:29

"Seria inaceitável não vir a um exemplo típico de um bastião inamovível do PSD exemplo isto aqui de um bom governo do partido social-democrata e o local do continente, das ilhas e do Portugal inteiro onde a política social democrata tem mais efeitos visíveis".

 

(Manuela Ferreira Leite em visita à Madeira,  aqui)


Por Tiago Julião Neves | Segunda-feira, 07 Setembro , 2009, 18:37

De acordo com MFL não há "asfixia democrática" na Madeira porque "quem legitima o poder é o voto do povo e não está ninguém aqui por imposição, é em resultado dos votos", acrescentando que "há asfixia democrática no continente" onde "todos os jornalistas, todos os empresários, muitas das pessoas da sociedade civil, percebem que estão sob algum tipo de chantagem".

 

Notícia publicada no Público de hoje, jornal que se suspeita ter sido adquirido overnight por sociedades secretas ligadas ao PS via uma offshore de bivalves nas Bahamas.


Por Sofia Loureiro dos Santos | Segunda-feira, 24 Agosto , 2009, 22:02

 

 

Alberto João Jardim continua a arrastar pela lama a dignidade do lugar para o qual foi eleito, de um político, de uma pessoa com o mínimo de decoro.

 

Quem o vê aos berros em frente a uma multidão ululante, a falar do seu Portugal homofóbico, boçal e intolerante, comezinho e maledicente, cora de vergonha. Pelo que diz, pelo significado do que diz e pela ovação que o acompanha.

 

Alberto João Jardim tem-se comportado como alguém que é inimputável, gozando de uma tolerante bonomia de todos os responsáveis políticos, o que apouca a democracia e diminui a credibilidade dos nossos representantes.

 

A traição é dele. E o Portugal dele não é igual ao meu.

 

Nota: Também aqui.

 


Por Hugo Costa | Sexta-feira, 07 Agosto , 2009, 13:06

 

As listas fratricidas e “jurássicas” do PSD já são notícia há vários dias. Acredito que é altura de discutir ideias. Mas ainda sobre as listas existe um facto que me intriga:
Que faz Alberto João Jardim nas listas das legislativas do PSD como cabeça de lista da Madeira (como sempre)? Como é possível alguém dizer que é candidato, mas não quer ir para o parlamento? Não é enganar os eleitores? Como pode o PSD nacional suportar essa “fantochada”? As dúvidas ficam.

Por André Couto | Quinta-feira, 06 Agosto , 2009, 13:47

"Eu sempre concorri à Assembleia da República e nunca pus os pés na Assembleia da República. O Dr. Salazar acho que ainda lá foi três vezes, eu nem um minuto. Disse ao povo como disse das outras vezes que se Deus me der vida e saúde continuo no Governo Regional.", Alberto João Jardim à Antena 1.


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