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  <title>SIMplex</title>
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  <description>SIMplex - SAPO Blogs</description>
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  <pubDate>Wed, 16 Sep 2009 23:00:35 GMT</pubDate>
  <title>Ich bin ein taxista</title>
  <author>Ana Vidigal</author>
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  <description>&lt;p&gt;&lt;a target=&quot;_blank&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt:80/rPtIZAzLFevMI0DEF0rJ&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border-bottom-color: black; border-top-color: black; border-right-color: black; border-left-color: black&quot; border=&quot;0&quot; width=&quot;502&quot; height=&quot;380&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;http://fotos.sapo.pt:80/rPtIZAzLFevMI0DEF0rJ/&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description>
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  <category>rosa choque</category>
  <category>paulo portas</category>
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  <pubDate>Thu, 03 Sep 2009 00:49:12 GMT</pubDate>
  <title>Ribatejo em Debate</title>
  <author>Hugo Costa</author>
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  <description>&lt;p&gt;Acompanhei com bastante interesse o debate do círculo de Santarém na RTPN. O conhecimento do terreno dos 21 concelhos do distrito dos cabeças de lista nas legislativas do PSD, CDU, BE e CDS era risível. Alguns deles pareciam conhecer tanto do Ribatejo como eu da China.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div style=&quot;margin: 0cm 0cm 10pt&quot;&gt;Jorge Lacão pelo PS mostrou ao contrário de todos os outros conhecer o terreno que pisava e numa atitude pedagógica mostrou o que foi feito para avançar o país e o distrito. Do outro lado apenas teve demagogia.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin: 0cm 0cm 10pt&quot;&gt;Nesse debate Pacheco Pereira prometeu que o PSD ia em quinze dias travar as importantes medidas com que o PS modernizou o país. O famoso rasgar? O mentor da revolução cultural laranja em está em acção. A nível de assuntos regionais muito pouco do homem que julga ser dono da verdade. Contudo, bastante curioso que por exemplo tivesse dito que Mação, Ferreira do Zêzere e Sardoal eram concelhos desertificados. De acordo! Mas quem os governa há muito tempo? PSD!&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin: 0cm 0cm 10pt&quot;&gt;Em relação ao candidato do CDS. Resumo o mesmo como muito fraquinho e desadequado ao distrito. Do Ribatejo nada sabia. Referia sectores que estavam bem no distrito como maus. E dizer que o Ribatejo precisa mais de direita, não lembra a ninguém. Pelo que vimos o país agradece que o CDS continue sem eleger pelo distrito de Santarém.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin: 0cm 0cm 10pt&quot;&gt;Quanto aos cabeças de lista da CDU e BE o desconhecimento do distrito era visível, assim como o ataque constante ao PS. Mas quem não está já farto dessa cassete?&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin: 0cm 0cm 10pt&quot;&gt; &lt;/div&gt;</description>
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  <pubDate>Wed, 02 Sep 2009 22:54:24 GMT</pubDate>
  <title>Combate 1 - CDS/PP contra PS - rescaldo</title>
  <author>Sofia Loureiro dos Santos</author>
  <link>http://simplex.blogs.sapo.pt/207690.html</link>
  <description>&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Este combate, que se adivinhava agressivo e difícil, acabou com &lt;span style=&quot;color: rgb(0, 0, 255);&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;alguma&lt;/span&gt;&lt;b&gt; vantagem&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: rgb(0, 0, 255);&quot;&gt;&lt;b&gt; para José Sócrates&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;, que conseguiu desmontar a enorme demagogia de Portas em relação à segurança: fazer perceber aos eleitores que as &lt;span style=&quot;color: rgb(0, 0, 255);&quot;&gt;&lt;b&gt;acusações do CDS em relação ao aumento da insegurança pela alteração às leis penais foi, ao fim e ao cabo, aprovada no Parlamento pelo CDS.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Foi um momento de enervação extrema para Paulo Portas que disparou em todas as direcções, agarrando rapidamente o discurso dos idosos sem direito à reforma. &lt;span style=&quot;color: rgb(0, 0, 255);&quot;&gt;&lt;b&gt;Só comparável à pergunta mortal que Vasco Rato fez a Aguiar Branco, no debate do referendo da IVG.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; Aguiar Branco, depois de ter defendido que a pergunta apresentada no referendo não tinha qualquer sentido, teve que confessar que &lt;span style=&quot;color: rgb(0, 0, 255);&quot;&gt;&lt;b&gt;a tinha votado favoravelmente.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;a name=&quot;cutid1&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class=&quot;ljcut&quot; text=&quot;Ver mais...&quot;&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;José Sócrates insistiu, talvez um pouco em demasia, no passado governativo de Portas, cujas responsabilidades não foram tão grandes como Sócrates tentou insinuar. O problema do Iraque foi forçado e podia ter sido poupado.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: rgb(0, 0, 255);&quot;&gt;&lt;b&gt;Em tudo o resto&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;, desde a segurança social às reformas educativas, desde o aumento do ordenado mínimo até à redução do défice (pergunta inicial a que Paulo Portas fugiu, visto que não foi capaz de negar que as propostas do seu programa aumentam o défice), &lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: rgb(0, 0, 255);&quot;&gt;o governo tem obra para mostrar &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;e o CDS passeou a sua demagogia o mais que lhe foi possível. &lt;span style=&quot;color: rgb(0, 0, 255);&quot;&gt;&lt;b&gt;Mais uma vez a atitude do Primeiro-ministro, que tem contra si todos os partidos da oposição, foi firmemente convicta.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Este modelo de debate é um pouco estranho. Não percebi muito bem qual o papel de Constança Cunha e Sá.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: rgb(0, 0, 255);&quot;&gt;&lt;b&gt;Nota:&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; Também &lt;a href=&quot;http://defenderoquadrado.blogs.sapo.pt/&quot;&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;</description>
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  <category>política</category>
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  <pubDate>Fri, 14 Aug 2009 13:48:56 GMT</pubDate>
  <title>&quot;O Rei das Farturas&quot;</title>
  <author>Ana Vidigal</author>
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  <description>&lt;p style=&quot;text-align: center&quot;&gt;&lt;a target=&quot;_blank&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt:80/Zvzcz1hhsmGUyp6mGuvI&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border-bottom-color: black; border-top-color: black; border-right-color: black; border-left-color: black&quot; border=&quot;0&quot; width=&quot;412&quot; height=&quot;615&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;http://fotos.sapo.pt:80/Zvzcz1hhsmGUyp6mGuvI/&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Fri, 07 Aug 2009 17:50:38 GMT</pubDate>
  <title>A pulsão populista</title>
  <author>Tiago Barbosa Ribeiro</author>
  <link>http://simplex.blogs.sapo.pt/95560.html</link>
  <description>&lt;p&gt;A hipotética pulverização das âncoras do centro político em Portugal provoca, em período pré-eleitoral, a inflação eleitoral dos partidos das franjas. Esse é um terreno propício à exploração de ideias que concorrem, mais do que qualquer solução, para a disputa de um populismo em prol de nichos eleitorais que só é superado pelo aprofundamento de mais populismo e mais populismo. Será sempre esse o centro de gravidade da acção política dos partidos mais radicais que, à esquerda e à direita, se apresentam ao eleitorado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Vem isto a propósito da mais recente campanha de rua do CDS-PP. Não me recordo, em tempos recentes, de uma campanha&lt;b&gt; tão boçal e radicalmente populista&lt;/b&gt;. E não me estou a esquecer do PNR, porque o papel do CDS-PP na política portuguesa permite que a sua mensagem seja naturalmente mais divulgada e naturalizada.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://fotos.sapo.pt:80/gKqIMgkZIoSNjYWMsPhl&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;img hspace=&quot;5&quot; vspace=&quot;7&quot; border=&quot;0&quot; align=&quot;middle&quot; src=&quot;http://fotos.sapo.pt:80/gKqIMgkZIoSNjYWMsPhl/s320x240&quot; alt=&quot;Campanha CDS-PP&quot; style=&quot;border-color: black;&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Recorrendo à demagogia mais baixa, o CDS-PP demonstra que o seu pensamento político está ao nível de uma taberna. O populismo, as mensagens políticas baseadas na exploração da falsidade e não em argumentos racionais, em dados e em factos reais, é uma das práticas dos partidos extremistas. O CDS, mais do que nunca, situa-se entre eles. Quando as sondagens identificam um cenário de ingovernabilidade com o reforço destes partidos numa vasta coligação anti-PS, sustentam também a vertigem populista e esta forma de fazer política radical, sem rumo nem sentido, que &lt;b&gt;só se agravará até ao dia das eleições&lt;/b&gt;. E depois dele?&lt;/p&gt;</description>
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  <category>extremismo</category>
  <category>governação nacional</category>
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  <pubDate>Fri, 31 Jul 2009 15:01:50 GMT</pubDate>
  <title>Da demagogia (e da incoerência)</title>
  <author>João Galamba</author>
  <link>http://simplex.blogs.sapo.pt/57856.html</link>
  <description>&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt;&amp;quot;&lt;a href=&quot;http://ruadireita.blogs.sapo.pt/27698.html&quot;&gt;Há medidas que o PS contribuiu para implementar, além das &amp;quot;bondosas&amp;quot; medidas que o João Galamba enuncia aqui, que também têm influências positivas na natalidade em Portugal: a diminuição das reformas e a recessão. A primeira implica um retorno aquela ideia de que os filhos serão o nosso sustento na velhice e a segunda, ao tornar-nos a todos mais pobres, reduz precisamente o sacrifício relativo que ter um filho acarreta&lt;/a&gt;&amp;quot;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt;Tomás Belchior, &lt;a href=&quot;http://ruadireita.blogs.sapo.pt/27698.html&quot;&gt;Rua Direita&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt;É salutar que o Tomás reconheça que o PS tomou medidas &amp;quot;bondosas&amp;quot; na área da natalidade. Mas, e apesar dos elogios, o Tomás não se dá por satisfeito, e critica o PS pela redução das pensões e pela recessão e, acrescento eu, tudo o que de negativo existe em Portugal. E assim se entra no campo da demagogia pura. Importa recordar que a diminuição das reformas a que o Tomás se refere está associada à reforma da segurança social, que procurou garantir a sustentabilidade do sistema. Que a medida tenha sido amplamente elogiada - em Portugal e no exterior - parece ser irrelevante. Se a crítica do Tomás fosse para levar a sério, ficariamos a saber que o CDS e o PCP partilham a mesma luta - e que se dane a sustentabilidade a médio longo prazo da segurança social. Já em relação à recessão, nem sei bem o que lhe diga. Segundo o Tomás, a recessão foi produzida pelo PS e por Sócrates - aqui e no mundo todo, claro. Houvesse recessão em Marte e a culpa também seria do PS. Já agora, e para terminar, deixo aqui uma perguntinha ao Tomás Belchior: aceitando a premissa que o CDS é o campeão das medidas pró-natalidade, como é que isso joga com o seu discurso anti-emigração?&lt;/p&gt;</description>
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