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  <title>SIMplex</title>
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    <name>simplex</name>
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  <updated>2009-10-29T19:45:10Z</updated>
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      <name>José Reis Santos</name>
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    <issued>2009-10-26T13:24:43</issued>
    <title>The end of the affair</title>
    <published>2009-10-26T13:35:48Z</published>
    <updated>2009-10-29T19:45:10Z</updated>
    <content type="html">&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Hoje tomou posse o XVIII Governo Constitucional. Um governo liderado por José Sócrates que, depois do resultado das eleições legislativas de 27 de Setembro, foi indigitado pelo Presidente da República a apresentar solução governativa. Essa era a intenção do Simplex, quando publicámos o nosso primeiro post no dia 20 de Julho. Nesse dia apresentámos no nosso manifesto inicial as nossas intenções em defesa do projecto que o PS tinha colocado em marcha quatro anos e meio antes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 10pt"&gt;A este post seguir-se-iam mais 1285, publicados por uma equipa de 40 autores; uns conhecidos bloggistas, outros estreantes nestas andanças; uns militantes do Partido Socialista, outros (muitos) independentes; uns ilustres figuras das nossas praças públicas, outros desconhecidos do grande público. A nós nada disso interessou. Quem tinha ou não cartão, quem tinha ou não visibilidade, quem tinha ou não cargo A ou B. Interessava promover o debate político &amp;ndash; sempre de forma crítica e construtiva &amp;ndash; e defender o projecto político que, em nossa opinião, melhor defendia o progresso para o País &amp;ndash; o projecto do PS.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 10pt"&gt;Nos dois meses de existência na blogosfera a defender o voto no Partido Socialista atraímos mais de 200.000 visitas, publicámos 1285 posts que suscitaram 6645 comentários. Conseguimos entrar e ganhar o debate político na blogosfera portuguesa (continuamente dominada pela direita e pela extrema esquerda) e fomos mesmo uma das atracções da campanha eleitoral.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 10pt"&gt;Hoje este projecto finda. A tomada de posse do XVIII Governo Constitucional materializa e consagra as nossas intenções. Atingimos o objectivo a que nos propusemos. Plenamente.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 10pt"&gt;Assim, resta agradecer a todos os quantos tornaram isto possível, a todos os nossos leitores e comentadores e à nossa extensa equipa (Ana Paula Fitas, Ana Vidigal, André Couto, Bruno Reis, Carlos Manuel Castro, Carlos Santos, Diogo Moreira, Eduardo Graça, Eduardo Pitta, Gonçalo Pires, Guilherme W. Oliveira Martins, Hugo Costa, Hugo Mendes, Hugo Sousa, Irene Pimentel, José Reis Santos, João Coisas, João Constâncio, João Galamba, João Paulo Pedrosa, João Pinto e Castro, Leonel Moura, Luís Novaes Tito, Mariana Vieira da Silva, Miguel Abrantes, Miguel Vale de Almeida, O Jumento, Palmira F. Silva, Paulo Ferreira, Pedro Adão e Silva, Pedro Aires Oliveira, Porfírio Silva, Rogério da Costa Pereira, Rui Herbon, Rui Pedro Nascimento, Simplex, Sofia Loureiro dos Santos, Tiago Barbosa Ribeiro, Tiago Julião Neves, Tomás Vasques e Vera Santana). &lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 10pt"&gt;Por fim, e como não podia deixar de ser, deixamos a composição do XVIII Governo Constitucional:&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 10pt"&gt;Primeiro-Ministro: José Sócrates&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 10pt"&gt;Ministro da Presidência: Pedro Silva Pereira&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 10pt"&gt;Ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros: Luís Amado&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 10pt"&gt;Ministro de Estado e das Finanças e da Administração Pública: Fernando Teixeira dos Santos&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 10pt"&gt;Ministro da Defesa Nacional: Augusto Santos Silva&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 10pt"&gt;Ministro da Administração Interna: Rui Pereira&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 10pt"&gt;Ministro da Justiça: Alberto Martins&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 10pt"&gt;Ministra do Ambiente e do Ordenamento do Território: Dulce Pássaro&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 10pt"&gt;Ministro da Economia, da Inovação e do Desenvolvimento: José Vieira da Silva&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 10pt"&gt;Ministério da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas: António Serrano&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 10pt"&gt;Ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações: António Mendonça&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 10pt"&gt;Ministra do Trabalho e da Solidariedade Social: Maria Helena André&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 10pt"&gt;Ministra da Saúde: Ana Maria Teodoro Jorge&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 10pt"&gt;Ministra da Educação: Isabel Alçada&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 10pt"&gt;Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior: Mariano Gago&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 10pt"&gt;Ministra da Cultura: Gabriela Canavilhas&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 10pt"&gt;Ministro dos Assuntos Parlamentares: Jorge Lacão&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 10pt"&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 10pt"&gt;Ana Paula Fitas, Ana Vidigal, André Couto, Carlos Manuel Castro, Carlos Santos, Eduardo Graça, Eduardo Pitta, Guilherme W. Oliveira Martins, Hugo Mendes, Irene Pimentel, José Reis Santos, Luís Novaes Tito, Mariana Vieira da Silva, Miguel Abrantes, O Jumento, Paulo Ferreira, Porfírio Silva, Rui Herbon, Rui Pedro Nascimento, Sofia Loureiro dos Santos, Palmira Silva, Tomas Vasques. João Constâncio, Miguel Vale de Almeida, Tiago Julião.  &lt;/div&gt;</content>
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    <author>
      <name>Carlos Manuel Castro</name>
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    <issued>2009-09-29T11:36:37</issued>
    <title>Novos desafios</title>
    <published>2009-09-29T10:41:36Z</published>
    <updated>2009-09-29T10:41:36Z</updated>
    <category term="lisboa"/>
    <content type="html">&lt;p&gt;O SIMPLEX foi um espaço de grande qualidade e total abertura. Diálogo intenso, como uma eleição requer. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;As legislativas tiveram um desfecho inequívoco, com a vitória do PS. E este blog atingiu o seu principal objectivo, contribuir para o triunfo socialista no País.&lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Agora, surgem novos desafios e o próximo começa hoje. Objectivo? É simplex: promover a qualidade de vida e o bem-estar dos munícipes dos 308 concelhos de Portugal.&lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Arranco hoje com uma campanha que tem tanto de aliciante como de elevada responsabilidade, afinal &lt;a href="http://martires09.blogspot.com/" target="_blank"&gt;&lt;span style="color: #00ff00"&gt;Lisboa, e o Chiado, merecem Excelência&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;.    &lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Oxalá o sucesso seja igual ao do SIMPLEX!&lt;/p&gt;</content>
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    <author>
      <name>Miguel Vale de Almeida</name>
    </author>
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    <issued>2009-09-29T09:26:18</issued>
    <title>Dez pontos</title>
    <published>2009-09-29T08:26:31Z</published>
    <updated>2009-09-29T08:26:31Z</updated>
    <content type="html">&lt;p&gt;Ponto um: o PS ganha e tem um programa para cumprir&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ponto dois: O PS ganha mas sem maioria absoluta&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ponto três: PSD e CDS têm, juntos, mais deputados do que o PS&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ponto quatro: há maioria de esquerda, apesar de as esquerdas estarem tão divididas&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ponto cinco: um acordo de coligação com o CDS seria trágico e contrário à vontade dos eleitores - do PS, dos eleitores habituais do PS que se deslocaram para o Bloco e da maioria de esquerda nacional. Idem para o bloco central.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ponto seis: no mundo ideal, um governo de esquerda seria bom. Mas as nossas esquerdas estão demasiados cindidas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ponto sete:  numa democracia madura pode-se governar em minoria com acordos pontuais com todos os partidos, dependendo das matérias. Na actual situação (e o que há é o que há, resultante do voto popular) esta é a melhor situação&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ponto oito: seguem-se eleições autárquicas e daqui a dois anos presidenciais. Vai ser uma legislatura de negociação, esperando-se assim a dignificação do Parlamento&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ponto nove: a situação não é fácil e as próximas semanas vão ser tão difíceis como a campanha que acabou e a que agora começou. Vamos conversar. Vamos trabalhar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ponto dez (e mais da minha praia): Portugal tem agora uma maioria clara no Parlamento a favor da igualdade no acesso ao casamento civil.&lt;/p&gt;</content>
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      <name>Sofia Loureiro dos Santos</name>
    </author>
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    <issued>2009-09-28T15:13:58</issued>
    <title>SIMpleX</title>
    <published>2009-09-28T14:19:10Z</published>
    <updated>2009-09-28T14:39:03Z</updated>
    <category term="opinião"/>
    <content type="html">&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://fotos.sapo.pt:80/v06Oz4Fvuk676uqHc6NU" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" src="http://fotos.sapo.pt:80/v06Oz4Fvuk676uqHc6NU/s320x240" style="border-color: black;" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Apesar de tardarem os prometidos cargos, as devidas prebendas e os mais que certos ganhos, sabe-se lá em que géneros ou moeda, que muitos bloguers e comentadores afirmaram que estariam à minha espera, não me arrependo de ter feito parte deste projecto &lt;b&gt;SIMple&lt;/b&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;b&gt;X&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Aqui nos cruzámos provenientes de várias profissões e áreas políticas com um objecto: intervir civicamente na campanha eleitoral de forma a motivar as pessoas a votarem no &lt;b&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Partido Socialista&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O &lt;b&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;PS&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; ganhou esta batalha e muitas outras se avizinham. Desde a constituição do governo às difíceis negociações parlamentares que se adivinham nesta próxima legislatura, os tempos que aí vêm pronunciam-se difíceis, exigentes, mas muito interessantes.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Às vezes com dificuldade, porque a revolta perante comentários abjectos e provocações estúpidas era impetuosa, este foi um espaço de liberdade e de discussão de políticas, ideias, defesa da governação anterior e exposição de alternativas pouco credíveis ou mesmo inexistentes que, espero, tenha contribuído para o esclarecimento de quem nos leu.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A todos os colegas do &lt;b&gt;SIMple&lt;/b&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;b&gt;X&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; agradeço esta partilha e, quem sabe, talvez nos encontremos noutras lutas.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 255);"&gt;&lt;b&gt;Nota&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;: Também &lt;a href="http://defenderoquadrado.blogs.sapo.pt/"&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;
 &lt;/p&gt;</content>
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      <name>João Coisas</name>
    </author>
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    <issued>2009-09-28T15:10:35</issued>
    <title>Os Portugueses estão mais saudáveis...</title>
    <published>2009-09-28T14:12:02Z</published>
    <updated>2009-09-28T14:19:04Z</updated>
    <content type="html">&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" src="http://farm3.static.flickr.com/2532/3962029637_c6dbb4ab2a_o.jpg" alt="" style="border-color: black;" /&gt;&lt;/p&gt;</content>
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      <name>Eduardo Graça</name>
    </author>
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    <issued>2009-09-28T14:49:59</issued>
    <title>OBRIGADA, ATÉ JÁ!</title>
    <published>2009-09-28T13:52:06Z</published>
    <updated>2009-09-28T17:50:06Z</updated>
    <category term="simplex"/>
    <content type="html">&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div style="margin: 0cm 0cm 10pt"&gt;Foi um gosto e um prazer ter conhecido esta equipa que se reuniu em torno do SIMPLEX. Quer-me parecer que ainda há muita gente, mesmo alguns alcandorados nas proximidades do poder, que não entenderam a importância da blogosfera no combate político e, em geral, no exercício de uma cidadania activa. Mal deles e, ainda mais, dos chefes que lhes dêem ouvidos. Não é o caso, felizmente, de José Sócrates. Pela parte que me toca gosto de partilhar projectos que misturem gente de diversas gerações e sortidas maneiras de sentir e pensar. Foi o caso do SIMPLEX. Não cito nomes pois todas, e todos, mesmo os que não cheguei a conhecer pessoalmente, me incitaram, através do seu testemunho, a persistir no caminho da luta pela liberdade e pela democracia. Aqui vos deixo um abraço e a minha saudação fraterna. A nossa disponibilidade para, de forma voluntária, nos envolvermos na defesa de uma causa justa que, apesar de todas as dificuldades, saiu vencedora será, para todo o sempre, um gesto incompreensível para os fanáticos de todos os credos. Saímos, tal como entramos, de consciência tranquila deste projecto, como sói dizer-se, com o dever cumprido. &lt;a href="http://absorto.blogspot.com/2009/09/que-fazer.html"&gt;AQUI &lt;/a&gt;lhes deixo uma primeira reflexão ainda pertença desta seara.  &lt;/div&gt;</content>
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      <name>Irene Pimentel</name>
    </author>
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    <issued>2009-09-28T13:10:31</issued>
    <title>Missão cumprida!</title>
    <published>2009-09-28T12:13:52Z</published>
    <updated>2009-09-28T12:13:52Z</updated>
    <content type="html">&lt;p style="text-align: justify"&gt;Caros companheiros «simplex»&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;Foi um enorme prazer conhecer-vos e actuar convosco.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;Até uma próxima luta neste terreno que é o da democracia!&lt;/p&gt;</content>
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      <name>O Jumento</name>
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    <issued>2009-09-28T00:53:03</issued>
    <title>José Sócrates</title>
    <published>2009-09-27T23:53:54Z</published>
    <updated>2009-09-27T23:53:54Z</updated>
    <content type="html">&lt;p style="text-align: center"&gt;&lt;img alt="" src="http://img.photobucket.com/albums/v85/jumento/019/Socrates.jpg" /&gt;&lt;/p&gt;</content>
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      <name>Luis Novaes Tito</name>
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    <issued>2009-09-28T00:50:28</issued>
    <title>Constatações</title>
    <published>2009-09-27T23:53:54Z</published>
    <updated>2009-09-27T23:53:54Z</updated>
    <category term="legislativas"/>
    <category term="#09"/>
    <category term="política"/>
    <category term="eleições"/>
    <category term="ps"/>
    <content type="html">&lt;div align="justify"&gt;&lt;img alt="Bandeira Portugal" align="right" width="220" height="164" src="http://inet.sitepac.pt/BandeiraPortugal11.jpg" /&gt;Para quem ainda tinha dúvidas fica a constatação. &lt;strong&gt;O PS ganhou as eleições&lt;/strong&gt;. A comprová-lo está o facto do Presidente da República vir a convidar Sócrates para formar o próximo Governo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Para quem ainda tinha dúvidas fica a constatação. &lt;strong&gt;O PSD perdeu as eleições&lt;/strong&gt;. Não só para o PS, como para o CDS/PP. A demagogia da mentira da verdade, o conservadorismo de Ferreira Leite, a intriga, a conspiração, a maledicência, a falsidade e a arrogância foram fortemente penalizados pelos eleitores.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Para quem ainda tinha dúvidas fica a constatação. &lt;strong&gt;O CDS/PP ganhou o prestígio da direita&lt;/strong&gt; que há mais de duas décadas não tinha. Derrotou o PSD retirando-lhe uma boa fatia do eleitorado, contribuiu para esvaziar a maioria absoluta ao Partido Socialista e marcou a diferença entre a direita civilizada e a outra que estava convencida que tudo valia para atingir os seus fins.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Para quem ainda tinha dúvidas fica a constatação. &lt;strong&gt;O BE ganhou o prestígio da extrema-esquerda&lt;/strong&gt;. Nunca em Portugal, nem sequer no tempo do PREC, a extrema-esquerda tinha conseguido tão bons resultados. Passou o PCP em importância e implementação, contribuiu para retirar a maioria absoluta ao Partido Socialista e demonstrou que o enquistamento do PCP num modelo recusado em todo o Mundo é o corolário das doutrinas retrógradas que os comunistas insistem em considerar como válidas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Para quem ainda tinha dúvidas fica a constatação. &lt;strong&gt;O PCP é o grande derrotado da esquerda&lt;/strong&gt;. Perdeu posições para todos, deixou de ser a referência da esquerda das esquerdas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Para quem ainda tinha dúvidas fica a constatação. &lt;strong&gt;A democracia é, continua a ser, o regime de preferência da esmagadora maioria dos portugueses.&lt;/strong&gt; Derrota os abstencionistas, derrota a extrema-direita, derrota os defensores do não-voto. Confirma que o poder está nas nossas mãos, ainda que seja só no momento das escolhas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 85%"&gt;&lt;strong&gt;Simultaneamente publicado nos:&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;a target="_blank" href="http://barbearialnt.blogspot.com/"&gt;&lt;span style="font-size: 85%"&gt;&lt;strong&gt;a Barbearia do Senhor Luís&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size: 85%"&gt; (a minha casa); &lt;/span&gt;&lt;a target="_blank" href="http://simplex.blogs.sapo.pt/"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 85%"&gt;&lt;span style="color: #000000"&gt;SIMple&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #ff0000"&gt;X&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size: 85%"&gt; (de quem me despeço já com saudades); &lt;/span&gt;&lt;a target="_blank" href="http://eleicoes2009.info/"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 85%"&gt;Eleições2009/o Público&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size: 85%"&gt; (onde ainda faltam as autárquicas); &lt;/span&gt;&lt;a target="_blank" href="http://www.caocomotu.net/"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 85%"&gt;Cão com tu&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size: 85%"&gt; (onde estarei em força após os períodos eleitorais) e numa outra &lt;/span&gt;&lt;a target="_blank" href="http://votememmim.blogspot.com/"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 85%"&gt;coisinha&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size: 85%"&gt; que ainda não posso divulgar (mas falta pouco para o fazer).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</content>
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    <author>
      <name>Sofia Loureiro dos Santos</name>
    </author>
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    <issued>2009-09-27T22:52:18</issued>
    <title>Rescaldo</title>
    <published>2009-09-27T21:53:39Z</published>
    <updated>2009-09-27T21:53:39Z</updated>
    <category term="legislativas"/>
    <category term="ps"/>
    <content type="html">&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a target="_blank" href="http://fotos.sapo.pt/rU7U4P4e9IKDShOEnZtV"&gt;&lt;img border="0" alt="" style="border-color: black;" src="http://fotos.sapo.pt/rU7U4P4e9IKDShOEnZtV/s320x240" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Ao contrário do que algumas pessoas querem fazer crer, como Francisco Louçã, o PS ganhou as eleições e ganhou-as com bastante folga, a confirmarem-se as projecções eleitorais. Não vale a pena vir agora tentar minorar essa realidade pelo facto de o PS ter perdido a maioria absoluta.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O PS ganhou e inequivocamente, com uma maioria que lhe permite formar um governo minoritário.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O PSD perdeu irremediavelmente as eleições. Tudo calhou mal, desde a famigerada asfixia democrática, até aos debates perdidos e à falta de discussão política, culminando no desastroso caso das escutas, Manuela Ferreira Leite perdeu as eleições.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Francisco Loução e Paulo Portas saem vencedores, aumentando ambos em número de votos e de deputados, capitalizaram os votos dos descontentes do PS e do PSD.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Outro derrotado da noite foi o PCP. Não pelo número de votos mas pelo facto de ter sido ultrapassado pelo BE e pelo PP.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O último grande derrotado da noite foi Cavaco Silva. Aguardamos impacientes a famosa declaração de esclarecimento dos enredos em que se enredou.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;E agora Sr. Primeiro-ministro? Vamos ao trabalho, todos, o mais que pudermos, vamos ao diálogo e a determinação, vamos avançar. Foi para isso que lhe demos, de novo, a nossa confiança.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 255);"&gt;Nota:&lt;/span&gt; Também&lt;a href="http://defenderoquadrado.blogs.sapo.pt/"&gt; aqui.&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;</content>
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    <id>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:simplex:332545</id>
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      <name>O Jumento</name>
    </author>
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    <issued>2009-09-27T20:30:36</issued>
    <title>Marmalade</title>
    <published>2009-09-27T19:34:59Z</published>
    <updated>2009-09-27T19:34:59Z</updated>
    <content type="html">&lt;p style="text-align: center; "&gt; &lt;img width="550" height="418" style="border-color:black;" alt="" src="http://img.photobucket.com/albums/v85/jumento/019/laranja1.jpg" /&gt;&lt;/p&gt;</content>
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      <name>O Jumento</name>
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    <issued>2009-09-27T20:24:48</issued>
    <title>Jamais digas "JAMAIS"</title>
    <published>2009-09-27T19:26:22Z</published>
    <updated>2009-09-27T19:26:22Z</updated>
    <content type="html">&lt;p style="text-align: center"&gt;&lt;img alt="" src="http://img.photobucket.com/albums/v85/jumento/019/rir.jpg" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center"&gt;  &lt;/p&gt;</content>
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      <name>Ana Vidigal</name>
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    <issued>2009-09-27T20:00:16</issued>
    <title>VITÓRIA!</title>
    <published>2009-09-27T19:00:35Z</published>
    <updated>2009-09-27T19:00:35Z</updated>
    <category term="rosa choque"/>
    <category term="petits fours"/>
    <category term="vitória"/>
    <category term="ps"/>
    <content type="html">&lt;p&gt;&lt;a href="http://fotos.sapo.pt:80/iArZmu7lzUMrlYCTf1UU" target="_blank"&gt;&lt;img width="600" height="450" border="0" src="http://fotos.sapo.pt:80/iArZmu7lzUMrlYCTf1UU/" alt="" style="border-color: black; width: 545px; height: 450px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</content>
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      <name>Luis Novaes Tito</name>
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    <issued>2009-09-27T19:54:54</issued>
    <title>Resultados eleitorais</title>
    <published>2009-09-27T18:55:57Z</published>
    <updated>2009-09-27T18:59:11Z</updated>
    <category term="política"/>
    <category term="resultados eleitorais"/>
    <content type="html">&lt;p&gt;&lt;img alt="Logo Legislativas" align="right" width="220" height="122" src="http://inet.sitepac.pt/LogoEleicoesLegislativas2009220.jpg" /&gt;&lt;img alt="Logo Eleições 2009" align="left" width="220" height="181" src="http://inet.sitepac.pt/LogoEleicoes2009220.jpg" /&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para acompanhar os resultados eleitorais na Net a partir das 20:00 horas:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a target="_blank" href="http://www.legislativas2009.mj.pt/index.html"&gt;&lt;strong&gt;http://www.legislativas2009.mj.pt/index.h&lt;wbr /&gt;tml&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</content>
  </entry>
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    <id>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:simplex:331141</id>
    <author>
      <name>Simplex</name>
    </author>
    <link rel="alternate" type="text/html" href="http://simplex.blogs.sapo.pt/331141.html"/>
    <issued>2009-09-25T23:59:31</issued>
    <title>Votar PS</title>
    <published>2009-09-26T11:34:32Z</published>
    <updated>2009-09-26T14:32:22Z</updated>
    <category term="valores"/>
    <content type="html">&lt;p&gt;No domingo vamos votar PS. São várias as razões deste voto. Defendemos acima de tudo a liberdade, e esta mede-se pela capacidade de garantir progresso social e económico; a diversidade de opções e escolhas; o reconhecimento e os direitos das minorias. Somos ainda pela inovação, pelo conhecimento, pela capacidade inventiva e criadora, pela sustentabilidade energética, pela ecologia. Somos por um país que mede o seu valor pelo que faz agora pelos seus cidadãos e pelas suas cidadãs, nascidos ou não aqui, falantes ou não de português.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
Apesar das razões do nosso apoio ao Partido Socialista serem muito diferentes estamos dispostos a apresentar um voto de confiança; assumido e partilhando sem complexos uma visão crítica e construtiva da política e do país. Queremos um país moderno com perspectivas de progresso. Vemos no PS a capacidade de mudança e modernização. Sem a tentação miserabilista e tacanha da direita e as utopias irresponsáveis da extrema-esquerda.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Queremos, em suma, que o Partido Socialista ganhe as eleições de 27 de Setembro próximo, de preferência com maioria absoluta. Só ele pode contribuir decisivamente para que Portugal se mantenha na vanguarda política do século XXI.&lt;/p&gt;</content>
  </entry>
  <entry>
    <id>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:simplex:331455</id>
    <author>
      <name>Tiago Barbosa Ribeiro</name>
    </author>
    <link rel="alternate" type="text/html" href="http://simplex.blogs.sapo.pt/331455.html"/>
    <issued>2009-09-25T23:55:17</issued>
    <title>Testemunho: Votar PS</title>
    <published>2009-09-26T15:04:56Z</published>
    <updated>2009-09-26T16:13:05Z</updated>
    <category term="legislativas"/>
    <category term="igualdade"/>
    <category term="ps"/>
    <content type="html">&lt;p style="text-align: justify"&gt;&lt;i&gt;«&lt;/i&gt;&lt;i&gt;Muitos temos assistido esta como outras campanhas no passado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E sempre vamos deitando o olho aqui e acolá, nos debates, nos programas e nos cartazes, e confesso que o resultado final é alguma tristeza pela forma como se vais falando uns dos outros, nos diferentes suportes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Campanha que reside os seus argumentos na base da ofensa, da caricatura barata, do argumento sem conteúdo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esperava eu, e de certo a restante população, uma campanha inteligente onde pudéssemos ouvir argumentos com substância, &amp;hellip; ideia e propostas que de facto fossem isso mesmo, propostas para fazer mais e melhor, mas aquilo que se vê é totalmente o contrario.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Temos quem faça propostas de que vai fazer isto e aquilo de forma irrealista e injustificada, sem conseguirem na realidade explicar como pensam fazer o que dizem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;
&lt;a name="cutid1"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="ljcut" text="Ver mais..."&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;&lt;i&gt;Depois temos outros que de um momento para o outro esquecem certas posições do passado, usaram batalhas para ascender ao poder, quando pensávamos que queriam estar ao lado daqueles que diziam defender, &amp;hellip; mas não se deixem iludir, o poder na mão de alguém sem estrutura corrompe e faz esquecer os ideais sociais, e se dúvidas tivéssemos essas seriam dissipadas pelas alterações do discurso, paladinos do apoio às PME são os mesmos que as querem tributar, fazendo das suas tributações melhores que aquelas que outros tenham então instituído.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Remata-se depois com os conteúdos vazios de conteúdo apresentados por outros, que nada dizem para não se comprometerem, e para no futuro poderem sempre ter o espaço de manobra ideal para dizerem o que bem entenderem em seu proveito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não se comprometem com nada, porque NADA é aquilo a que se propõe, e desta forma esperam conseguir iludir o &amp;ldquo;Zé Povinho&amp;rdquo;, tomando-os como ignorantes, pobres coitados que acreditam em tudo, talvez tenha sido assim no passado, como no passado parece viver quem nos vê assim.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Porr isso mesmo reforço a minha posição já antes tomada, tenho motivos de sérios para não votar na continuidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sou homossexual e vi as minhas garantias uma vez mais adiadas no dia 10 de Outubro.&lt;br /&gt;
O meu marido é professor, e vejo a sua carreira congelada.&lt;br /&gt;
Os meus pais foram expropriados muito com base num progresso propagandista&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas também como o disse antes tenho como cidadão de olhar alem do meu umbigo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E para além do meu umbigo está o milhar de jovens que hoje tem um portátil, uma ligação ao mundo via net, as famílias que viram o seu abono de família aumentado para mais do dobro, e aqueles que viram a sua gravidez mais facilitada por um apoio institucional, &amp;hellip; falta coisas claro que falta, algumas das que foram implementadas não chegam, claro que não, mas fez-se.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E porque falta fazer o que falta, VOTO na continuidade. Estamos mais perto da UE, o que poderá para muitos não dizer nada, mas para tantos outros quer dizer, mais progresso, mais economia, mais oportunidades, &amp;hellip; quem as tem? Quem não ficou aguardar por &amp;ldquo;sapatos de defunto&amp;rdquo; e acreditou em si mesmo e na sua capacidade de trazer riqueza a Portugal, bem como de levar o nome de Portugal mais longe.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por todas estas razões e outras que ficaram por nomear eu VOTO na continuidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na continuidade do progresso!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas não se deixem enganar porque a face das coisas tem ainda &amp;ldquo;pontos negros&amp;rdquo; que precisam ser limpos, e encontrar melhores soluções.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estarei sempre ao lado dos polícias por melhores condições de trabalho e tratamento.&lt;br /&gt;
Estarei com os professores para que seja reconhecido o seu trabalho e premiado por isso.&lt;br /&gt;
Estarei com todas e todos que dia a dia são discriminados com base em preconceitos e ou pré-conceitos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estarei de novo nas escadas da assembleia da república pelo direito que tenho à figura jurídica do Casamento Civil; na porta do IPS porque exijo que possamos dar sangue e receber sangue devidamente controlado, e por isso de qualidade. Direi presente com os alunos por uma melhor educação, por um ensino de excelência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não mudei, sou exactamente quem era, não mudou nada, apenas entre o que tenho e o que me é oferecido prefiro o que já tenho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;Para melhor está bem, para pior já basta assim!&amp;rdquo;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E é por tudo isso que VOTO na continuidade!»&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: right"&gt;&lt;b&gt;João Paulo&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;Editor &lt;a target="_blank" href="http://PortugalGay.pt"&gt;PortugalGay.pt&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
Activista pelos Direitos Humanos&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;</content>
  </entry>
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    <id>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:simplex:330983</id>
    <author>
      <name>Ana Paula Fitas</name>
    </author>
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    <issued>2009-09-25T23:50:06</issued>
    <title>Reflexões Partilhadas...</title>
    <published>2009-09-26T11:14:35Z</published>
    <updated>2009-09-26T11:42:54Z</updated>
    <category term="legislativas"/>
    <content type="html">&lt;p style="text-align: justify"&gt;Houve um tempo, depois de Abril, em que o voto era pensado apenas como arma de protesto... Hoje, mantendo essa dimensão reactiva de expressão contestatária, o voto é, acima de tudo, a manifestação afirmativa das nossas escolhas... e as escolhas, caros Amigos e Leitores, não se resumem  nem podem resumir-se à negação do que rejeitamos, sob pena de ganharmos o que, também, não queremos... porque o contrário de uma coisa não é apenas o seu reverso mas, isso sim, uma variada panóplia de possibilidades, assemelhadas por certo mas, distintas... e, estou certa!, há muita coisa que não desejamos... Não podemos, por isso, trocar a preciosidade de um voto num simples &amp;quot;Não!&amp;quot; dirigido a &amp;quot;&lt;em&gt;isto&lt;/em&gt;&amp;quot; ou &amp;quot;&lt;em&gt;aquilo&lt;/em&gt;&amp;quot;... porque o voto configura um tempo de vida de 4 anos, demasiado tempo para poder ser perdido entre regressos ao passado ou discussões inférteis entre oposições - que, definitivamente, se não podem entender e cuja aspiração ao exercício do poder se esgota na vaidade de com mais frequência se verem ao espelho da comunicação social... o voto é, se em nós reside a grandeza humana de transcendermos os nossos pequenos interesses e as nossas pequenas contrariedades, a manifestação imensa da nossa universal humanidade porque, com ele, damos voz ao interesse colectivo e ao bem-comum... Por todos nós, integrados e excluídos, mais pobres e menos pobres, homens e mulheres, crianças e idosos, rurais e urbanos, é urgente responder à chamada da nossa comum capacidade decisória para, com altruísmo e confiança, participarmos na construção do presente possível, a pensar num futuro melhor!... Sejamos realistas, sejamos justos, sejamos bons... por um país melhor, para todos!... é este o voto sentido e fraterno que hoje aqui faço, com humildade cívica e o sentido da responsabilidade de uma cidadã consciente que em cada pessoa vê toda a Humanidade...  Não mataremos a esperança de um país livre, democrático e fraterno, de um país que recusa o cinzentismo triste e obcecado do lucro, de um país vivo, a lutar por si próprio, sensato e solidário, empenhado num mundo melhor, com mais emprego, menos pobreza e sem guerras inúteis! Viva a Vida! Viva a Liberdade! Viva Portugal! Até amanhã...&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;&lt;em&gt;(Este post tem publicação simultânea no A Nossa Candeia e no Público-Eleições 2009)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;</content>
  </entry>
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    <id>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:simplex:330641</id>
    <author>
      <name>GWOM</name>
    </author>
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    <issued>2009-09-25T23:46:21</issued>
    <title>No Domingo votarei em consciência...</title>
    <published>2009-09-26T02:39:58Z</published>
    <updated>2009-09-26T02:43:25Z</updated>
    <category term="27 de setembro"/>
    <content type="html">&lt;p&gt;Votarei consciente que a intervenção do Estado tem razão de ser para corrigir as desigualdades e fomentar a riqueza, quando tal seja necessário.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Votarei consciente que os operadores querem estabilidade, e não ruptura, para encararem com optimismo a retoma económica.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Votarei consciente que as gerações futuras pedem às passadas energia e acção, no pressuposto que haja partilha de custos e de benefícios.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Votarei consciente numa política fiscal responsável que passe pela não degradação indiscriminada da receita, pela percepção do mercado e pela escolha do tipo de financiamento mais adequado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Votarei consciente que todos os problemas encarados terão tratamento próprio e adequado, sem dilações, adiamentos ou confusões.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Votarei consciente que a melhor forma de dizer a verdade passa pelo reconhecimento dos próprios erros, numa lógica de auto-responsabilização própria do método da tentativa e do erro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Votarei consciente que não há salvadores, mas sim empreendedores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No Domingo votarei PS. Simplex e claro...&lt;/p&gt;</content>
  </entry>
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    <id>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:simplex:330357</id>
    <author>
      <name>João Pinto e Castro</name>
    </author>
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    <issued>2009-09-25T23:44:56</issued>
    <title>Onde estavas em 27 de Setembro?</title>
    <published>2009-09-25T23:07:46Z</published>
    <updated>2009-09-25T23:11:25Z</updated>
    <content type="html">&lt;p&gt;Há quatro anos, eu não sabia muito bem o que esperar do primeiro-ministro José Sócrates. Agora, acho que o resultado foi muito melhor do que tinhamos direito a esperar, sobretudo dadas as circunstâncias extremamente difíceis da governação, agravadas desde o Verão de 2007 pela avassaladora crise internacional.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mais, considero que tivemos o melhor governo em 35 anos de democracia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Também a presente campanha foi uma das melhores e mais entusiásticas de sempre. Poucas vezes, como agora, se discutiram tanto os programas dos partidos, a poucos sobrando dúvidas acerca do muito que distingue uns dos outros. Os debates foram tão esclarecedores como o podem ser nestas circunstâncias. Os eleitores interessaram-se e estão mobilizados para votar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Neste domingo, não somos apenas chamados a votar num rumo para o governo do país. Está também em causa saber o que pensamos sobre a tentativa de degradação do debate democrático que o PSD sistematicamente protagonizou nesta legislatura.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No dia 27 de Setembro, é indispensável que o voto popular traduza uma clara condenação da política suja que emporcalha a vida pública e boicota o debate racional e civilizado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Vocês sabem o que está em jogo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</content>
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    <id>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:simplex:331521</id>
    <author>
      <name>Tiago Barbosa Ribeiro</name>
    </author>
    <link rel="alternate" type="text/html" href="http://simplex.blogs.sapo.pt/331521.html"/>
    <issued>2009-09-25T23:43:53</issued>
    <title>BE reinstaura serviço militar obrigatório</title>
    <published>2009-09-26T15:19:09Z</published>
    <updated>2009-09-26T15:21:06Z</updated>
    <category term="serviço militar obrigatório"/>
    <category term="juventude"/>
    <category term="be"/>
    <content type="html">&lt;p&gt;Pode ler-se no &lt;a target="_blank" href="http://www.bloco.org/media/programabe.pdf"&gt;programa eleitoral do BE&lt;/a&gt; (pág. 108-109):&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;«&lt;b&gt;&lt;i&gt;Está transformada a própria natureza funcional das Forças Armadas: em nome do profissionalismo, da eficiência empresarial, duma tecnocracia pretensamente apolítica, elas tendem a agir como corpos mercenarizados de contratados de onde desapareceu qualquer eco, por retórico que fosse, do conceito republicano dos &amp;ldquo;cidadãos em armas&amp;rdquo;. Corpos de profissionais de guerras imperialistas tendem a ser, em si mesmos, uma ameaça à democracia. (...) É preciso, para isso, atacar a questão pela raiz&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;i&gt;. (...)&lt;/i&gt;»&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A recusa da profissionalização das Forças Armadas implica, obviamente, a reintrodução do Serviço Militar Obrigatório e anulação de um enquadramento com o qual a maioria dos jovens portugueses se revê. Algo a reter na hora de votar no próximo domingo.&lt;/p&gt;</content>
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    <id>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:simplex:329556</id>
    <author>
      <name>Eduardo Graça</name>
    </author>
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    <issued>2009-09-25T23:41:43</issued>
    <title>SONDAGENS (QUADRO FINAL)</title>
    <published>2009-09-25T22:44:02Z</published>
    <updated>2009-09-25T22:44:02Z</updated>
    <category term="sondagens"/>
    <content type="html">&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div style="margin: 0cm 0cm 10pt"&gt;Todos sabemos que as sondagens não votam. Mas existem. Encorajam uns e desencorajam outros. Criam expectativas e conformam decisões. Não vale a pena esconjurá-las quando os seus resultados nos são desfavoráveis, nem endeusá-las quando nos favorecem. Valem o que valem. E quer-me parecer que valem bastante. &lt;a href="http://www.marktest.com/wap/a/p/id~f8.aspx"&gt;É este o quadro síntese das mais recentes sondagens realizadas a propósito das eleições legislativas de domingo&lt;/a&gt;. E &lt;a href="http://margensdeerro.blogspot.com/"&gt;este&lt;/a&gt; um dos mais importantes espaços de reflexão acerca das mesmas. Para mais tarde comparar.&lt;/div&gt;</content>
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    <id>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:simplex:330107</id>
    <author>
      <name>Ana Vidigal</name>
    </author>
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    <issued>2009-09-25T23:36:48</issued>
    <title>Encontro de gerações</title>
    <published>2009-09-25T22:56:05Z</published>
    <updated>2009-09-26T09:02:10Z</updated>
    <category term="simplex na trindade"/>
    <category term="rosa choque"/>
    <category term="petits fours"/>
    <content type="html">&lt;p style="text-align: center"&gt;&lt;a target="_blank" href="http://fotos.sapo.pt/r9Vw52geqMeMm44Uh5D1"&gt;&lt;img style="border-bottom-color: black; border-top-color: black; border-right-color: black; border-left-color: black" border="0" alt="" width="534" height="400" src="http://fotos.sapo.pt/r9Vw52geqMeMm44Uh5D1/" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Hoje na Cervejaria Trindade, alguns &lt;b&gt;SIMplex&lt;/b&gt;:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em cima da esquerda para a direita: &lt;b&gt;Rui Herbon, João Pinto e Castro, Ana Vidigal, Sofia Loureiro dos Santos, Bruno Cardoso Reis, Porfírio Silva, João Galamba, Paulo Ferreira, Tiago Julião.&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em baixo, da esquerda para a direita: &lt;b&gt;André Couto, Eduardo Pitta, Mariana Vieira da Silva, José Sócrates, Palmira F. Silva, Irene Pimentel, Tomás  Vasques, José Reis Santos, Gonçalo Pires, João Contâncio.&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Estiveram ainda presentes &lt;b&gt;Victor Sancho, Guilherme W. de Oliveira Martins, Miguel Vale de Almeida e Eduardo Graça &lt;/b&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;(fotografia de Maria João Pires)&lt;/p&gt;</content>
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      <name>Bruno Reis</name>
    </author>
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    <issued>2009-09-25T23:00:58</issued>
    <title>Teste decisivo à Esquerda (razões de um voto no PS)</title>
    <published>2009-09-25T22:50:14Z</published>
    <updated>2009-09-25T22:54:16Z</updated>
    <category term="esquerda"/>
    <category term="declaração de intenções"/>
    <content type="html">&lt;p style="text-align: justify"&gt;&lt;b&gt;Só o PS pode guarantir uma vitória da esquerda &lt;/b&gt;nas eleições legislativas.Claro que o PCP e o BE e muita comunicação social e &amp;ldquo;comentadores&amp;rdquo; dizem que o PS não é de esquerda.&lt;/p&gt;
&lt;div style="text-align: justify"&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify"&gt;Curiosamente na noite das eleições europeias o BE e o PCP vieram lembrar ao PSD que afinal quem tinha ganho a eleições não era o dito partido, mas sim o conjunto &amp;ldquo;da esquerda&amp;rdquo;. Portanto e para esse efeito o PS já era, afinal, de esquerda.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify"&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify"&gt;&lt;b&gt;Mas o problema de fundo não são palavras de esquerda mas actos. Não se trata de saber quem fala mais ou menos de esquerda, mas quem faz mais. &lt;/b&gt;O PS tem uma linha de rumo clara nas últimas décadas e sobretudo nestes quatro anos &amp;ndash; modernizar o país, e procurando criar mais riqueza e progredir economicamente, financiar de forma sustentada políticas de apoio aos trabalhadores e aos mais pobres.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify"&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify"&gt;&lt;b&gt;Nunca a desigualdade cai tanto em democracia como nestes quatro anos de governo PS.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify"&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify"&gt;&lt;b&gt;Nunca o salário mínimo subiu tanto em democracia como nestes quatro anos de governo de José Sócrates.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify"&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify"&gt;É verdade que a importância que o PS dá ao Estado como serviço público exigiu um esforço adicional a magistrados, professores e outros funcionários públicos.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify"&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify"&gt;É verdade que garantir um Estado solvente, exigiu contenção nos salários da administração pública. É normal que não fiquemos (individualmente) satisfeitos com isso. Ou até que defendamos alguns ajustamentos.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify"&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify"&gt;Mas reformas como a promoção pelo mérito, a loja do cidadão, ou o complemento solidário para idosos são actos (e não meros slogans) de esquerda; de quem quer guarantir melhores serviços públicos para todos; de quem quer faz uma opção preferencial pelos mais pobres e pelos trabalhadores com salários mínimos, mesmo sabendo que segundo os politólogos os pobres votam pouco.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify"&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify"&gt;&lt;b&gt;Há quem fale muito de esquerda para ganhar votos. E há o PS que faz muita coisa de esquerda mesmo que isso custe votos. &lt;/b&gt;Resta saber se aqueles que se dizem de esquerda estão dispostos a ter a coragem das suas convicções e não se deixam levar pelas suas conveniências corporativas.&lt;/div&gt;</content>
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    <id>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:simplex:325704</id>
    <author>
      <name>Sofia Loureiro dos Santos</name>
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    <issued>2009-09-25T23:00:35</issued>
    <title>Declaração de voto</title>
    <published>2009-09-25T17:17:09Z</published>
    <updated>2009-09-25T17:17:09Z</updated>
    <category term="legislativas"/>
    <category term="política"/>
    <category term="ps"/>
    <content type="html">&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Pergunto-me muitas vezes a razão de ser da minha necessidade de intervenção cívica, nomeadamente política, sem que esteja nos meus horizontes algo mais do que isso mesmo: escrever. Talvez a noção de compromisso com o outro, da dependência e interligação entre os seres humanos, do sentido de obrigação que, como elo de uma cadeia das relações afectivas, profissionais e sociais, devemos à construção da nossa vida.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Ao contrário do que, para outros, se basta na manifestação de vontade no acto de votar, a troca e o debate de ideias são, para mim, muito apelativos. Por isso, embora tenha uma noção muito exacta da falta de alinhamento com muitas das práticas dos nossos representantes e responsáveis políticos, não me podia de todo alhear deste combate que é a campanha para as eleições legislativas, numa altura em que &lt;span style="color: rgb(0, 0, 255);"&gt;está em causa a continuação de um projecto globalmente reformador e renovador, em oposição a uma alternativa com contornos pouco definidos, que se afirma apenas por aquilo que não quer e que não sabe,&lt;/span&gt; por muito importante que a clareza do que se nega seja um factor fundamental para as opções que vamos fazendo.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Até domingo é preciso reunir todas as formas de intervenção, as mais opinativas, as mais contemplativas, as mais silenciosas, e motivá-las para a importância de exercerem o seu direito, que é também um dever, de participarem colectivamente na decisão do que vai ser este país nos próximos quatro anos. Porque é de uma legislatura de quatro anos que falamos, da governabilidade numa altura de grandes dificuldades económicas, de desânimo e desespero para muitos desempregados, de angústia para muitas famílias.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Ao contrário do que todos os partidos da oposição propagandeiam, não é a liberdade, a censura ou a falta de transparência democrática que está em causa. &lt;span style="color: rgb(0, 0, 255);"&gt;Quem for eleito sê-lo-á em eleições democráticas e assumirá o poder com toda a legitimidade. O que importa é o que se pode e se quer fazer com esse poder. E essa é a diferença que importa à vida do dia-a-dia, à perspectiva que temos do que podemos e queremos atingir.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 255);"&gt;A minha escolha é votar PS. Seja qual for a vossa não deixem de a expressar nas urnas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 255);"&gt;Nota:&lt;/span&gt; Também &lt;a href="http://defenderoquadrado.blogs.sapo.pt/"&gt;aqui.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
 &lt;/p&gt;</content>
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    <id>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:simplex:328981</id>
    <author>
      <name>Carlos Manuel Castro</name>
    </author>
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    <issued>2009-09-25T23:00:18</issued>
    <title>É SIMpleX</title>
    <published>2009-09-25T22:00:43Z</published>
    <updated>2009-09-26T14:31:45Z</updated>
    <category term="política"/>
    <content type="html">&lt;p&gt;No próximo domingo está em causa mais do que uma simples escolha dos próximos parlamentares, está o futuro do País.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os candidatos, programas e causas de cada um, são conhecidos. As pessoas estão a par e sabem o que está em causa. Foi uma campanha longa e intensa. Nem sempre interessante, é certo, mas ainda assim foi uma campanha que soube cativar os portugueses e que fez vibrar Portugal. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Agora, depende de cada um de nós o que queremos para o futuro de Portugal. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Não custa muito, no domingo, ir à urna de voto, receber e inscrever uma cruz no boletim de voto, dobrá-lo duas vezes, depositar o voto na urna. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É um acto bem SIMpleX, mas que vale muito. Por nós, por Portugal! &lt;/p&gt;</content>
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