Conviria era com clareza o PS e o José assumirem o convite e não refugiarem-se em diferenças semânticas entre «sondagens» e «convites»! Digo eu!
Tem mesmo a certeza que a diferença entre convidar e sondar é meramente semântica?
NetKingCool a 1 de Agosto de 2009 às 19:14
tenho, e vindo de onde vem ainda fico mais de pe atras
sao ja imensas as situações que no tempo da outra senhora eram chamadas de trapalhadas
acabe-se de umas vez por todas com governos trapaceiros porque a lama esta já muito perto
Segundo reza a História, Portugal nunca teve um governo que não fosse guardado como trapaceiro. Como tal arranje solução.
Não lhe respondo ao resto porque entretanto decorreu uma longa discussão post abaixo, mas pode sempre ler para saber o que cada interveniente pensa.
NetKingCool a 1 de Agosto de 2009 às 20:37
precisamente pelo que reza a historia é que eu disse que temos de acabar com governos e governantes trapaceiros
é que de tanto ser habitual , a trapaça parece que já nem sequer indigna os trapaceiros e isso so descredibiliza estes governantes tanto cá como lá fora
Caro NetKingCool, o problema está mesmo na solução que se possa defender para esse problema. Mais, não será essa uma questão sem solução e que deriva da própria natureza humana?
Por outro lado ainda podemos ver que pode dessa mesma natureza humana guardar negativamente os Governos. Bem sabemos que a crítica vende bem mais que o elogio...
Carlos Cidrais a 1 de Agosto de 2009 às 15:18
Os socialistas e seus apoiantes tem algum problema em aceitar que o cerne da questao e a negociacao de cargos publicos como moeda de troca na negociacao de listas, por dirigentes de um partido que ainda nem tinha sido eleito.
Mas presumo que tambem ache isto normalissimo.
Caro Carlos Cidrais: o cerne da questão é um só: alguém do partido socialista convidou para integrar as listas de candidato a deputado uma pessoa que tinha apoiado o partido socialista – o seu candidato – nas últimas presidenciais e que, ainda por cima, foi escorraçada do seu partido, o BE , por esse facto. Isso é normal, como normal é, na nossa democracia, para um conjunto de lugares de topo do aparelho de Estado serem escolhidas pessoas em quem se confia a execução das políticas do governo eleito. Ou pensa que o PSD, caso ganhasse as eleições, não atribuiria todos esses lugares a pessoas da sua confiança? Só uma partidarite aguda permite meter a cabeça debaixo da areia e olhar para situações normais como «atentados» não sei bem a quê. O único atentado aqui foi cometido por Louçã que lançou acusações sem fundamento. O resto é espuma, com todo o respeito.
Carlos Cidrais a 1 de Agosto de 2009 às 15:47
Caro Tomas Vasques:
Esta a branquear a questao.
Partidarite? Deve ter-me entendido mal: nao sou apoiante/militante de qualquer partido portugues.
De resto, mal vai a sociedade que nomeia pessoas nao pelas competencias que tem para desempenhar a funcao, mas porque estas se dispoe a executar a politica ( qual e o papel da consciencia critica e auto determinacao nesse modelo que voce acha normal ? ), e mais, como uma moeda de troca por se predispor a figurar nas listas de deputado.
E ainda me diz que sou eu que estou a colocar a cabeca na areia?
A isto chama-se " favores entre amigos " e e tipica de outras organizacoes que nao o governo de um povo.
Favorecimento entre amigos? A JAD é tão amiga do PS que inclusivamente terá ficado indignada com a sondagem e rejeitado o eventual lugar.
Parece-me inegável que a JAD, por muitos defeitos que tivesse, ainda que não tenha sido convidada seria uma excelente pessoa para liderar o IDT numa lógica de mérito e competência.
Quanto ao IDT como moeda de troca, parece-me que no mínimo isso se encontra por provar.
Carlos Cidrais a 1 de Agosto de 2009 às 16:02
Muita coisa esta por provar nesta e noutras historias.
O que sabe e que o as partes estao dispostas a admitir em publico.
A si nao sei...mas a mim deixa-me um travo amargo saber que a politica portuguesa e conduzida desta forma.
E ja agora esclareca-me, quais as competencias tecnicas, formacao academica, experiencia profissional previa relevantes, o que quer que seja, que voce encontra para qualificar JAD como " uma excelente pessoa para liderar o IDT numa lógica de mérito e competência. "?
Não me agrada mas o Homem não é naturalmente bom e honesto e ainda não se inventou alternativa à Democracia.
JAD é Professora Universitária na área da Psicologia Clínica e tem bastante experiência política. É inegavelmente uma pessoa inteligente, competente e que reúne já uma vasta intervenção na área.
Seria uma solução que em nada me chocaria.
Carlos Cidrais a 1 de Agosto de 2009 às 16:35
Fico corrigido e agradeco o comentario. A falar e que a gente se entende.
Cumprimentos
Com facilidade pode ver que estou a ser isento. Politicamente o que mais convém é diminuir JAD e não foi o que fiz. Obrigado pelo diálogo sério e correcto, às vezes é complicado neste tipo de blogs.
Cumprimentos.
Francisco Cavaco a 1 de Setembro de 2009 às 16:49
Ora muito bem como é incompetente não se quer misturar....
O que o Tomás Vasques diz é certeiro.
Estaria aqui o resto da tarde não fosse o facto de ter a certeza que o amigo que faz esses comentário está careca de saber que nesse aspecto o seu Partido não é minimamente diferente e que isso não é censurável.
Carlos Cidrais a 1 de Agosto de 2009 às 15:57
Deve ter-me confundido com o meu pai ou avo, que eles sim, sao carecas e militantes do PSD. E ate partilham o meu nome.
Eu reafirmo o que disse acima, especialmente o facto singelo:
"Partidarite? Deve ter-me entendido mal: nao sou apoiante/militante de qualquer partido portugues."
Calculo então que para si estar disponível para exercer uma determinada função é a mesma coisa que aceitar exercer essa mesma função.
Ou doutro prisma, que se sondar alguém da sua disponibilidade para trabalhar, suponhamos, numa empresa sua, não se sentirá minimamente melindrado se essa pessoa à sua sondagem responder imediatamente que aceita ainda que nada tenha concretizado. Estou certo?
Sugiro-lhe uma breve incursão pelo Código Civil, Livro I e Livro II. Deve bastar para perceber a diferença.
Agradeço a sugestão mas declino. A menos que me dê os artigos exactos a ler.
Qualquer debutante a namorado sabe que convém primeiro sondar a amiga para ver se há terreno fértil... Tb sabemos das incursões militares que em terrenos desconhecidos se costuma usar um batedor...
Foi isso que Paulo Campos fez, parece-me. A menos que esteja a ver os convites investidos de uma solenidade e de um formalismo que eles não têm...
Já está a avançar o suficiente para não precisar que lhe indique os artigos, até porque felizmente estou de férias e não o Código Civil comigo.
Disse e bem que "qualquer debutante a namorado sabe que convém primeiro sondar a amiga para ver se há terreno fértil...", saberá igualmente que se sonda também para saber mais e perceber se a ideia é boa ou não. É exactamente aí que queria chegar. Isso é COMPLETAMENTE diferente de fazer um convite para namorar, certo? Ou acha que dessa sondagem que exemplificou sai um vínculo e uma expectativa?
Por falar convite, quando diz que estes não são investidos de solenidade e formalismo não lhe possa dar total razão. Não são efectivamente assinados ou registados para fé pública, mas são obviamente traçados vários cenários e apostas várias "cláusulas", uma vez que o exercício do cargo de Deputado eleito pelas listas de um Partido conhece múltiplas condicionantes, quer se concorde com elas quer não. Não é fazer o convite, esperar o sim e seguir para bingo...
Miguel Souza a 1 de Agosto de 2009 às 16:15
Liderar o IDT?????? Bebeu-se aqui ou quê?????
Repito a resposta que dei acima:
JAD é Professora Universitária na área da Psicologia Clínica e tem bastante experiência política. É inegavelmente uma pessoa inteligente, competente e que reúne já uma vasta intervenção na área.
Seria uma solução que em nada me chocaria.
Nem sabe o que me poupa, não me indicando os artigos do CC. Apesar de não ter por aí o CC, tem - como se nota - acesso à net e o que não falta são CC... mas não se incomode a pesquisar... Sobre o articulado da resposta, e mesmo sem o conhecer, fazia bingo se me deitasse a adivinhar a sua formação...
Para eu próprio tentar perceber, v. vê a coisa assim:
1.º Há uma «sondagem» do Paulo Campos, a qual medidante um «sim» ou um «sim, mas», segue para «convite»;
2.º O «convite» seria então feito pelo próprio Sócrates ou por quem está a organizar as listas onde se discutiriam os termos concretos da aceitação.
Dando isto assim totalmente de barato, continuo a achar que a diferença é meramente semântica. E não duvide que comigo está a maioria dos que votam, viram e ouviram as declarações de Sócrates...
Ainda aguardo por ouvir a JAD referir-se ao tal «convite» - perdão «sondagem» - para outros cargos, designadamente o de presidente do Instituto da Droga e da Toxicodependência para chancelar ou não as acusações de Louçã sobre «tráfico de influências»... Mas - acredite - Sócrates não sai bem desta «fita» e Louçã, que inclusive me parece ter ido longe demais, sairá sempre melhor...
Continua a dizer que a diferença é meramente semântica, de qualquer forma noto que teve de abandonar o exemplo anterior que me deu onde lhe demonstrei que a diferença vai bem para além disso.
No caso que diz a diferença continua a não ser semântica. Paulo Campos foi sondar JAD, saber da sua disponibilidade, vontade e condições. Pode tê-lo feito por uma panóplia enorme de motivos como por exemplo por saber que o PS estava a querer incorporar independentes e se ter lembrado que ela seria uma boa solução. Posto isto falaria com quem de direito dizendo da ideia, da disponibilidade, das condições e quem de direito analisaria a questão.
Em JAD não nasceu qualquer tipo de expectativa merecedora de tutela porque efectivamente nenhum convite lhe foi feito, apenas uma sondagem. Como JAD saberá faria o convite quem tivesse investido dessa função, desse poder, doutra forma sentir-se-ia diminuída e com razão.
Se há coisa que acho ridícula é aquela argumentação do género "aquilo que eu penso é o que pensam todos os portugueses". Limite-se a pensar por si e a não trazer argumentos desses, frases que carecem de demonstração e cuja prova é impossível.
Fale por si que já me parece bastante...
Meu caro André. Não costumo adjectivar mto a argumentação que uso. É tb por isso que como diz atrás, e bem, as discussões nos blogues são complicadas. É exactamente nesse ponto, quando se começa a usar adjectivos tais como «ridícula» e outros coisas que tal, que as discussões começam a descambar. Não tenho, obviamente, nenhuma sondagem para o demonstrar. Poder-lhe-ia dizer que v. está errado quando diz que a prova é impossível. Não é e qualquer sondagem/estudo de opinão/inquérito ou similar o demonstraria. E se vamos para a falta de prova, v. tb não pode dizer, e diz, por exemplo, que a adesão da JAD ao PS daria asneira, porque não o pode provar... etc... Isso está por demonstrar, não será assim?
Sem querer arregimentar apoios, já que isto não passa de uma simples troca de impressões, o seu colega de blogue, Bruno Reis, acaba por fazer acima, em meu entender, uma análise ajustada a esta situação...
O exemplo que dei continua de pé, eu não disse que não havia diferença entre sondagem e convite, disse que a diferença era semântica... Deixe-me dizer-lhe ainda, saindo da questão da sondagem/convite sobre a qual manifestamente não chegaremos a acordo, que v. diz primeiro e sem demonstração - e eu concordo - que a relação JAD/PS daria asneira,
e depois diz que não o choca o eventual «convite» - vai com aspas - para o IDT devido ao seu CV e tal. Sinceramente - opinião não demonstrável - eu acho que o PS pagaria caro este apoio. Pois iria arranjar lenha para se queimar e criaria ali um problema futuro...
Boas férias
Meu Caro,
Antes de mais não leve a peito quando digo que a sua expressão foi ridícula. Não pretendia obviamente dar uma força literal a esse adjectivo, enquadrei-o antes numa discussão descontraída como esta que temos alimentado.
Ao dizer que a integração de JAD no Grupo Parlamentar do PS (e não filiação no PS como disse) daria asneira, estou apenas a dar a minha opinião. Quando diz que "todos os portugueses" acham qualquer coisa, está a ancorar-se numa suposição de que a opinião de toda a gente será igual à sua para, dessa forma, dar mais força ao seu argumento. Foi apenas isto que critiquei.
Diz e bem que digo que a relação de JAD com o PS daria asneira. No entanto não entrei em contradição na questão do IDT. Acho em abstracto que JAD faria um bom papel no IDT pelo CV e experiência que tem, o que não significa que fizesse igualmente um bom papel como Deputada integrada no Grupo Parlamentar do PS.
No hard feelings, meu caro. Esclareço ainda sobre o caso da «sondagem» vs «convite» que:
1.º Falei em «adesão» da JAD e não em «filiação»;
2.º Não falei em «todos os portugueses» mas sim na «maioria» e nem foi dos portugueses, foi dos que votam, o que, indo dar ao mesmo, retira apesar de tudo alguma presunção à afirmação.
Quanto à JAD no IDT ou mesmo como deputada, embora no primeiro caso fosse pior - opinião minha e não demonstrável - era um ganho curto a montante e um problema a jusante. JAD tem um problema que me parece - infelizmente o digo - comum a muita gente do BE: a incapacidade de dialogar, de compreender a diferença política, de fazer compromissos... É sobretudo isso que ainda afasta algum eleitorado de esquerda do voto no BE...
Sem querer fazer publicidade, e se lhe interessar, por desfastio, leia: http://polisetc.blogspot.com/2009/06/resposta-taco-taco-que-nao-chegou-vir.html
Um abraço
Compreendi e aceito os seus dois reparos iniciais.
A sua reflexão posterior também recebe o meu acordo. É exactamente por isso que disse que o ego de JAD salvou o PS. Pouca vantagem no curto prazo e muitos problemas no longo. Como disse e bem, não compensa.
Já o porquê do voto no BE merece uma reflexão mais profunda num post a ele dedicado.
Passarei de seguida pelo link de referiu.
Abraço.
Anónimo a 1 de Agosto de 2009 às 16:17
Joana Amaral Dias é gira e boa como o milho. Merece toda a nossa consideração.
Isso em política não pode relevar minimamente. As qualidades da JAD que interessam aqui vão para além disso e é redutor fazer a sua avaliação dessa forma.
Um amigo a 1 de Agosto de 2009 às 17:00
Seja, mas que é boa como o milho e para lá de Marraquexe de gira, lá isso é; pergunto-me até se não existirá por parte do autor do texto uma contradição de índole romântica, tal não é a sanha com que aborda o tema JAD...
Anónimo a 1 de Agosto de 2009 às 17:28
Bem, e se vocês vissem a fotografia dela no DN de 5ª feira, para além de boa como milho e de gira para além de Marraquexe, ainda parecia um anjo!?
Vocês estão todos a dar demasiada importância a esta questão. Estão a ficar todos silly , como eu. Com ela, é claro.
Clara França Martins a 1 de Agosto de 2009 às 17:35
Olhem e até digo mais: não acredito em convite nenhum à JAD, pois ela, se tivesse sido efectivamente convidada e num lugar de destaque nas listas, convencida como é, aceitava de certeza. Essa é que é essa!
Anónimo a 1 de Agosto de 2009 às 18:03
Clara, agora falando a sério. Não acredito que a Joana Amaral Dias esteja a sério na política daqui a, digamos, cinco anos. E na prática já é tanto do PS como é do BE. Mas digo: não acredito que vá fazer política a sério no futuro. É o meu feeling.
Discordo. Com o devido respeito acho que fazer vaticínios desses a JAD é a mesma coisa que aqueles que se faziam a Pedro Santana Lopes. Com maior ou menor sucesso são personalidades que captam atenções, ódios e paixões e como tal há sempre lugar para eles.
Não deixa de ser um bom prisma clara. Talvez o não de JAD seja a grande incógnita desta questão.
Miguel Souza a 1 de Agosto de 2009 às 19:52
É tão professora universitária como a minha prima Miquelina. Dá aulas , em part time , numa escola privada. Não tem carreira académica nenhuma, não tem artigos científicos publicados, nada . Népias. E até se faz passar por doutorada.
Amazing, a propaganda .
Desconheço se o que diz da carreira académica de JAD é verdade ou mentira mas até acredito. Tenho-a como uma pessoa respeitada na área.
De qualquer forma não creio que isso das Universidades privadas seja critério sob pena de termos de deitar metade da classe política portuguesa para o lixo. É que Professores em Universidades públicas devem ser 3 ou 4% do total. Pelo menos do que conheço.
Eu acredito na verdade das declarações do Secretário de Estado.
closer a 2 de Agosto de 2009 às 09:12
André Couto, podia fazer o favor de me explicar quando é que a imagem de Joana Amaral Dias foi censurada dos vídeos do BE? Está a querer inventar um novo Salgado Zenha que só após a sua morte foi reabilitado pela direcção do PS afecta a Mário Soares. Se quer discutir política, faça-o mesmo que defenda o indefensável, ou seja, que o PS anda a aliciar militantes de outros partidos com prebendas e lugares públicos no Estado, como se o Estado fosse seu. Agora desconversar, disparar em todas as direcções, desviar o assunto, parece-me um comportamento típico daqueles que critica ao BE. Pior, revela, uma espécie de servilismo embotado misturado com desespero de quem vê o chão a fugir-lhe debaixo dos pés. É que, meu caro amigo, Sócrates já foi. Não se encarnice tanto e adapte-se ao que vem a seguir...
Closer,
Esse facto que referi foi narrado pela SIC Notícias na última Convenção do Bloco de Esquerda (creio ser esta a designação que atribuem ao Congresso). Foi noticiado que esse isso acompanhou a retirada de JAD da Mesa Nacional do Bloco.
Caso a imagem de JAD conste desse vídeo apresento as minhas desculpas, mas sinceramente duvido que a SIC Notícias (salvo erro o Ricardo Costa) fosse falar nisso não sendo verdade.
amália a 1 de Agosto de 2009 às 21:28
Credo, que cansaço do convidou, não convidou. Parecem tricas de comadres.Se o outro fez igualmente um convite por interposta pessoa a uma dama da PS, estão empatados. E o melhor é calarem.se que não interessa este desgaste da paciência dos leitores.
Agora o que eu gostava de saber é como se faz para pagar menos IRS. É que conheço quem ganhe mais que eu e tenha reembolsos e eu vou ter que pagar quase metade do meu dinheirinho de férias. Não está certo.
Este tema é que é giro, agora a Joana, já era.
Confesso não ser a pessoa indicada para consultas de aconselhamento fiscal, ainda para mais com a falta de dados e subjectividade de interpretação das suas palavras.
LAMENTO QUE ESTE SE ESTEJA A TORNAR NO CASO POLÍTICO.
Esta não é a minha sensibilidade, não corresponde aos meus interesses nem objectivos.
Este caso é tudo menos político. É zero. É o País a fazer um favor a JAD.
Nascimento a 2 de Agosto de 2009 às 16:05
HÁ 5 DIAS ERA ASSIM NOS JORNAIS:
1-NÃO ,NUNCA TELEFONEI...
2-NÂO ,NEM CONHEÇO....
3-NUNCA ME FOI APRESENTADA...
4-NEM TENHO "AUTORIDADE PARA TAL"....
SEXTA-FEIRA: BEM ,FOI SÓ UM "TELEFONEMAZITO", EU SÓ QUERIA "AGRADAR AO CHEFE,ETC E TAL, COMPREENDEM NÉ????
SABADO: EXIJO DESCULPAS ,TOU OFENDIDO,HUMILHADO, FOI UM TELEFONEMA DE AMOR....DASS. EU NEM SEI QUE DIZER.....QUERO ....ENFIM ,O QUE É QUE QUERO?????HÓ PÁ ACUDAM ...AÍ DO LARGO DO RATO!!!.....LINDO, CADA CAVADELA SUA MINHÓCA,
Não foi assim que isso se passou. Como bem sabe e como sabe quem acompanhou o caso.
É impressionante o tempo que dedicam a esta questão! só posso concluir que para o PS era vital seduzir a Joana. É o pânico nas hostes socialistas! Isso é falta de fé! As últimas sondagens são terríveis...pois é! A comunicação social já está mais irreverente! O problema é que povo português começa aperceber-se da vossa falta de fé no líder ( mudem-no enquanto é tempo!). Os ratos instalados no aparelho de estado estão a debandar.
Não é vital seduzir ninguém, aliás se prestar atenção ao post é exactamente isso que digo.
Quanto ao resto são os habituais cliches que surgem nesta altura. É tempo de trocar a faixa.
Olhe que não! Olhe que não!
Olhe quem sim! Olhe que sim!