Por Hugo Costa | Sexta-feira, 31 Julho , 2009, 12:33

Partindo do mote do João Paulo Pedrosa.

 

Apresento de seguida as 7 razões pelas quais acredito que votar BE é meio voto no PSD:

 

1 – O BE é um partido de contra poder que está contra qualquer solução governativa. É um partido que apenas se interessa pelos seus votos e no ataque ao PS.
2 – O BE é um partido que mais que qualquer outro vive da sua liderança. Nas próprias Eleições Europeias foi necessário ao lado de Miguel Portas estar a foto de Louça.
3 – O BE é um partido que não se renova. Francisco Louça é o líder mais antigo à frente de um partido em Portugal. A renovação é só no discurso.
4 – O BE é o típico partido populista que promete tudo e não se compromete com nada. Diz o que o povo quer ouvir apenas para agradar.
5 – O BE é um partido que vive na intolerância da superioridade intelectual. Viu-se isto no caso Joana Amaral Dias, onde ao bom estilo “trotskista” o BE pensa ser dono das pessoas.
6 – O BE tem uma total incapacidade em concretizar soluções governativas como se viu no caso de Lisboa, onde se desfez uma coligação por interesses eleitoralistas nacionais.
7 – O BE é a muleta da direita portuguesa. Quando é para atacar o governo do PS, não olha a meios.
Por tudo isto: Votar no BE é meio voto no PSD.
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closer a 31 de Julho de 2009 às 13:02
Ena pá! Peço ao autor da mensagem o favor de avisar publicamente quando começar a apresentar argumentos racionais e consistentes de crítica ao Be. Muito Obrigado!

António da Costa a 31 de Julho de 2009 às 13:15
Tanto disparate junto e não entendo onde quer chegar.

portela menos 1 a 31 de Julho de 2009 às 13:24
8 - Este post demonstra :
a) os medos do PSD do Largo do Rato
b) que o BE é o inimigo principal do PSD do Largo do Rato
c) que votar no PSD do Largo do Rato é um voto inteirinho na direita

jojoratazana a 31 de Julho de 2009 às 14:11
Já agora votar PS qual é a percentagem de voto no PSD?
Uma vez que os donos dos dois partidos são os mesmos.
jojoratazana

Pedro Dâmaso a 31 de Julho de 2009 às 14:20
Votar no BE é sobretudo votar no retrocesso. Aconselho a quem tenha tempo a leitura do programa eleitoral do BE.

Aquilo é uma profunda estupidez, pena que estes com as suas politicas populares e populistas estejam a cativar cada vez mais adeptos.

Pedro Dâmaso

Pedro Tarquínio a 31 de Julho de 2009 às 14:40
A um post tão básico de argumentos posso experimentar uma resposta de igual calibre? Cá vai e se quiser publique.
Votar BE são zero votos no PS
1 – O PS é um partido do poder pelo poder, que diz o que achar necessário para o manter. É um partido que só é de esquerda quando está na oposição ou quando vai a eleições.
2 – O PS é um partido que mais que qualquer outro vive da conjectura que mais pode render votos. Deixa o socialismo na gaveta, é do centro ou é de esquerda conforme calha. Nas próprias Eleições Europeias foi necessário ao lado de Vital Moreira a presença constante do Sócrates.
3 – O PS é um partido que não se renova. Almeida Santos é o presidente mais antigo à frente de um partido em Portugal. O jovem Jaime Gama está na calha para a sucessão. A renovação é só no discurso.
4 – O PS é o típico partido demagógico que promete tudo e não cumpre nada. . Diz o que o povo quer ouvir apenas para agradar.
5 – O PS é um partido que vive na intolerância e do uso e abuso do aparelho do estado. Viu-se isto no caso das filmagens das crianças com o Magalhães para o tempo de antena do PS. O PS pensa ser dono das pessoas.
6 – O PS não tem espinha dorsal desde que lhe cheire a integrar soluções governativas, como se viu no caso da CM Sintra onde integrou um executivo por interesses de tacho.
7 – O PS é parte da direita portuguesa. Quando é para votar contra o código de trabalho do Bagão Félix vota, quando é para votar a sua própria proposta de código de trabalho de 2004 vota contra.

Por tudo isto: Votar no BE é um voto no BE.

João Neto a 31 de Julho de 2009 às 14:48
Por que razão o Eduardo Pitta bloqueia o seu post sobre o Estatuto dos Açores a comentários?

É pelo facto de mentir, quando diz que o PSD "aprovou o diploma sem reticências por duas vezes"?

Rui Pedro Nascimento a 31 de Julho de 2009 às 14:56
Sr. João Neto, se tivesse visto o que se passa neste blogue em vez de vir para aqui somente provocar (discutir ideias sim, provocar não vale a pena) repararia certamente que o Eduardo Pitta não permite comentários em nenhum dos seus post's.

É uma permissa que ele tem e que usa. E porquê? Porque é uma pessoa livre num blogue livre.

João Neto a 31 de Julho de 2009 às 15:04
Rui,

peço desculpa mas não tem razão nenhuma quando diz que venho apenas provocar. Quanto muito provoco a discussão. Nunca fui incorrecto com ninguém e os meus comentários costumam ser sobre a substância dos textos.

Em relação aos posts do Eduardo Pitta não me tinha apercebido que ele nunca permitia comentários, pois foi este o primeiro post dele que iria comentar. Parece-me que simplesmente prestar-me o esclarecimento que prestou seria suficiente...




Rui Pedro Nascimento a 31 de Julho de 2009 às 16:16
Peço desculpa eu, então, por o ter confundido com qualquer outra pessoa. E o uso da palavra mentir fez-me ter ainda mais a certeza que seria uma dessas outras pessoas.

O meu pedido de desculpas.

João Neto a 31 de Julho de 2009 às 15:53
Peço desculpa ao Eduardo Pitta pela acusação infundada de ter mentido em relação ao papel do PSD na aprovação do estatuto do Açores. Estava convencido que o PSD na segunda votação se tivesse abstido e não votado a favor, o que não é verdade. As minhas desculpas.


assis a 31 de Julho de 2009 às 16:08
o psd aprovou 2 vezes o diploma. só depois da polémica se absteve. e não venham com reticências. se as tivessem teriam chumbado o diploma!

Artur Sousa a 31 de Julho de 2009 às 14:59
"vive na intolerância da superioridade intelectual"

Isto ou é o argumento do coxo ou o reconhecimento da superioridade intelectual dos outros. Either way ... confesso que me preocupa...

António Monteiro a 31 de Julho de 2009 às 15:05
É sempre mau classificar e rotular um partido politico do espectro da estrema esquerda, como muleta de outro de direita, quanto à liderança do BE , em termos de competências pessoais, basta ver e comparar o currículo do Dr. Louçã e do quase Eng. Sócrates, isso basta e explica tudo.

Stran a 31 de Julho de 2009 às 17:48
Julgo que esta troca de argumentação demonstra o calcanhar de aquiles de toda a Esquerda.

E o grande poder da Esquerda a nível mundial, é que passam mais tempo a distinguir os defeitos de uns e de outros (ainda por cima por vezes apontando defeitos que não existem) do que a olhar para a base comum.

Quer se queira, quer não se queira a base entre PCP, BE e PS é comum, pelo que um voto no BE nunca é meio voto no PSD. Aliás o que tanto o PS, como o BE, como o PCP têm de aprender é que se for necessário, têm de ir buscar essa base comum e viabilizar um governo.

Julgo que começa a ser altura de para de se discutir quem é a Esquerda e aprenderem a trabalhar em comum.


E já agora não acham que esse comportamente é precisamente o oposto da ideologia que a Esquerda defende?


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