dif999@yahoo.com a 16 de Setembro de 2009 às 23:28
Enfim, assim se vê a não asfixia democrática, o jornalista não pode dizer que uma certa decisão da administração seria estúpida? Enfim, ...

Carlos Laia a 17 de Setembro de 2009 às 03:09
Então devemos admitir o insulto como uma forma de tratamento nas relações de trabalho?
Devia ser bonito...Sugiro que comece já por chamar estúpido às suas chefias (se as tiver) e que informe também os seus subordinados que eles não estão "asfixiados democraticamente", sendo portante "livres" de o insultarem...
Presumo que vai ser difícil estabelecer limites para as várias possibilidades que a nossa língua permite neste domínio!

aeme a 17 de Setembro de 2009 às 11:41
A senhora em questão (até me custa escrever o nome) faz com que o "capitão gancho" tenha pronto o tal famigerado canal de noticias financeiras na televisão pela net e depois põe lá os jornalistas a tratarem o boss de estúpidos para baixo e outras especialidades de que ela e o referido capitão são peritos.Esperar por próximos episódios ? Para quê ? É só escumalha que foi habituada a olhar para a envolvente como se fossem o centro de tudo.Pobres coitados, só ressugitarão no próximo golpe se o houver.

Vera Santana a 17 de Setembro de 2009 às 12:52
A perspectiva do José Niza corresponde integralmente à minha. Trata-se de uma decisão empresarial.

Francisco Cavaco a 17 de Setembro de 2009 às 19:32
Empresarial não é pois se tinha audiências e dava dinheiro da publicidade tinha que continuar no ar.
O insulto de Moura Guedes deveria ser tratado em sede de processo disciplinar com consequências que poderiam ser de vária ordem inclusive o afastamento da aantena da TVI, isto era o que eu faria se fosse administrador.

Vera Santana a 17 de Setembro de 2009 às 23:10
Creio que estamos a dizer o mesmo: uma questão organizacional (de uma organização laboral) com o que comporta de interface com o mercado - as audiências / público / publicidade - e dentro da organização que, por sê-lo tem determinados objectivos a cumprir e regras.

Francisco Cavaco a 17 de Setembro de 2009 às 23:57
A diferença é que eu não a tirava do ar, essa poderia ser uma sanção a aplicar não significaria que fosse aplicada.

antonio batata a 17 de Setembro de 2009 às 23:17
Adoro-o. Por mim você e o Rangel iam a ministros. São o tipo ideal para um governo da actual maioria, (que Deus a conserve e o povo protuguês não). No entanto vocês podem opinar falar e ela não. Porreiro pá.
Não gosto da MMg nem da Hustler, no entanto são formas de expressão, que até podem ofender, mas a liberdade determina que possam existir.
Ainda bem que fala em Soares, uma familia exemplar e essencial na vida portuguesa um exemplo acabado de como não ser...
Pobre país com tais elites

Anónimo a 19 de Setembro de 2009 às 17:19
Bem, isso não é bem assim, António. A MMG tem falado muito mais do que qualquer outra personalidade. São dezenas as entrevistas que continua a dar em jornais e revistas. O seu palco na TVI é que foi suspenso, não a sua liberdade de expressão.

É um pouco abusivo falar em liberdade de expressão neste caso. A senhora continua a fazer-se ouvir muito mais do que qualquer outra pessoa.

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