Por Miguel Abrantes | Quarta-feira, 16 Setembro , 2009, 08:48


 



A oposição de direita não se cansa de bramir contra a carga fiscal, que, garantem a Dr.ª Manuela e o Dr. Portas, não pára de crescer. Dizem-no por má-fé ou por ignorância? Veja-se:

1. Quando a Dr.ª Manuela Ferreira Leite foi ministra das Finanças, entre 2002 e 2004, havia prometido, no seu programa de governo, fazer o chamado “Choque Fiscal” que se traduziria numa descida generalizada de impostos.

Assim não aconteceu. Uma das primeiras medidas do governo da Dr.ª Manuela foi aumentar a taxa do IVA de 17% para 19%. Outra importante medida foi a Reforma da Tributação do Património (IMI e IMT), que teve como consequência a duplicação da carga fiscal sobre o imobiliário (as receitas do IMI e do IMT já duplicaram relativamente às da contribuição autárquica e da sisa).

2. O Governo de Sócrates tomou importantes medidas em matéria fiscal, tendo diminuído os impostos e a carga fiscal, em especial nos seguintes domínios:

    • Baixou a taxa do IRC de 25% para 12,5% para as pequenas e médias empresas. Beneficiaram dessa redução 314.000 empresas, cerca de 81% das sociedades portuguesas. Não se trata de uma diminuição qualquer. Foi a maior diminuição da taxa de IRC na sua história;
    • Baixou, já para 2009, o volume dos pagamentos por conta do IRC para as pequenas e médias empresas;
    • Baixou a taxa máxima do IMI, de 0,5% para 0,4% e de 0,8% para 0,7%. Beneficiaram dessa redução 2.494.108 contribuintes (cf. comunicado do Ministério das Finanças de 29.04.2009).
    • Aumentou as isenções do IMI para a habitação própria e permanente, de 3 para 4 anos e de 6 para 8 anos. Beneficiaram dessa medida 535.409 contribuintes. (cf. comunicado do Ministério das Finanças de 29.04.2009).

[Continua]


Anónimo a 16 de Setembro de 2009 às 10:52
fica esta pérola encontrada na conta do Twitter do secretário pessoal de Alberto João Jardim...

"Preto de merda" (sobre Anelka)

http://twitter.com/andrerodfreitas/status/4011799748

http://twitter.com/andrerodfreitas

:O



RM

info via
http://ereccoes2009.blogs.sapo.pt/

Pedro André Cerqueira a 16 de Setembro de 2009 às 23:40
O governo Sócrates também:

- Aumentou o IVA de 19% para 21% e fixou-o agora em 20%

- Incluiu a cobrança de IRS sobre pensionistas, ignorando que no cálculo das pensões já se incluía um abatimento à média para não ter de reproduzir burocracia.

-Aumentou os impostos sobre os produtos petrolíferos conforme a directiva comunitária, mas em vez de gradual e utilizando o prazo concedido fê-lo rapidamente.

- Incluiu um imposto adicional sobre veículos, fazendo com que neste ano se as vendas estagnassem a receita aumentasse 69% (dados do Diário Económico).;

- Aumentou os impostos específicos sobre tabaco (correctamente) e álcool.

- Aumentou as deduções para a ADSE de 1% para 1.5%, reduzindo as comparticipações. Já agora quem tem direito à ADSE não tem escolha, e por exemplo eu escolheria não a ter.

Também falta dizer estas alterações.

Já agora falta dizer que quase todos os aumentos foram no início da legislatura e as reduções foram quase todas no fim (IMI, e IVA de 21% para 20%)

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