james a 13 de Setembro de 2009 às 01:50
Foram afirmações embaraçosas e que não são condizentes com a postura de alguém que se quer alcandorar ao cargo de Primeiro Ministro.
Em termos diplomáticos foi um desastre.
Aguardemos os danos colaterais.

Manolo Heredia a 14 de Setembro de 2009 às 21:12
A mulher está a jogar para nulos! Não quer ser secretário geral e muito menos primeiro ministro! è só a fingir. Quem manda aqui é a Reserva Tederal e o Banco Europeu. Eles mandam que seja assim.

Xico a 13 de Setembro de 2009 às 01:56
MFL disse bem ao falar que a agenda de transportes em Portugal anda a reboque dos interesses de Madrid (não propriamente dos espanhóis). Já ouvi muito pior dito por responsáveis políticos espanhóis de outras comunidades que não Castela. Não sei o que vos aflige!
Em mais nenhuma parte da Europa, uma região como o Algarve ficaria separada da Andaluzia por um pequeno rio. (há estação de caminho de ferro em VRSto António e em Ayamonte)
ou o Minho separado da Galiza. É quase caricato não haver uma carreira digna desse nome entre Portugal e Santiago de Compostela, por exemplo.

Filipe a 13 de Setembro de 2009 às 10:07
Postura, diz-lhe algo?
Pela sua análise descontraído do acontecimento, como se nada fosse, é um laxismo terrível...
E olhe, com o mal dos outros podemos nós bem...
Aqui fala-se de eleições legislativas; será MFL sequer responsável? Não consigo deixar de pensar que o meu primo de 2 anos é mais capaz que ela: ao menos tem vontade de aprender e não fica parado.

Zé dos Montes a 13 de Setembro de 2009 às 14:14
Não só os fundos comunitários são maiores se a linha vier até Lisboa, como Espanha precisa do tráfego de passageiros de Lisboa para Madrid para rentabilizar a linha até Badajoz (daí a escolha deste local para ligação de Madrid a Lisboa).
Acho incrível o argumento da repercussão em Espanha de uma opinião de um candidato a parlamento. Não houve essa preocupação aquando do encerramento da maternidade em Évora com a transferência das grávidas para Badajoz.
Acontece que sou casado com uma espanhola, por acaso da Estremadura espanhola. Quando o governo português tomou a decisão de envio das grávidas de Évora para Badajoz, a opinião (de rua) na Estremadura espanhola era de surpresa e incredulidade, porque o governo português solicitava ajuda de Espanha (em particular, de uma das suas regiões menos desenvolvidas) para resolver um problema de saúde da população portuguesa. Agora, sempre que a minha esposa tem um problema de saúde, se em conversa o refere à sua mãe, esta marca-lhe sempre uma consulta em Espanha e insiste que lá seja tratada, embora vivamos em Lisboa (capital de Portugal).

Vera Santana a 14 de Setembro de 2009 às 11:24
Pois experimente ir ao Hospital de São José e verá que temos médicos fantásticos, um hospital organizado, tratamentos sofisticados. Se mora em Lisboa não precisa de apanhar o TGV. Vá de taxi e sirva de tradutor para a sua mulher, para que ela se sinta mais confiante.

Quem diz São José diz Hospital da Luz, Maternidade Alfredo da Costa, etc.

Ana Paula Fitas a 14 de Setembro de 2009 às 00:09
Faço link, eduardo. Abraço :)

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