Por Eduardo Pitta | Sexta-feira, 04 Setembro , 2009, 11:47

Juan Luis Cebrián, patrão da Prisa, empresa espanhola que detém a TVI, terá mandado acabar com o Jornal Nacional que MMG fazia às sextas. O director-geral da TVI opôs-se, mas não levou a melhor. A ter sido assim, como afirmam os media nacionais, foi uma interferência directa e abusiva na campanha eleitoral portuguesa. Verdade que nenhum patrão admite que um subalterno lhe chame estúpido. Mas uma acção disciplinar não pode traduzir-se em interferências editoriais. Isto tem de ser explicado.

 

Se é verdade que a TVI tem prontas peças jornalísticas sobre novos desenvolvimentos do caso Freeport, ou sobre o que seja, devia tê-las posto ontem no ar. No limite, caso a hierarquia o impedisse, essas cachas deviam ter sido passadas à concorrência. Não podem é dizer: a Manuela não está, as notícias ficam na gaveta. A TVI não é uma banda rock de garagem que fica inibida de ensaiar porque o pai do baterista, irritado com o barulho, desligou a corrente.

 

Estamos todos à espera de ver essas cachas. Nem que seja no You Tube.

 


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