Por João Paulo Pedrosa | Sábado, 29 Agosto , 2009, 15:05

No programa do PSD o grande suporte das propostas de redução da receita fiscal é o despedimento de 200 mil funcionários públicos. Dito por outras palavras, acabar com os serviços públicos de saúde, educação e prestações sociais e substitui-los por agentes privados e outsourcing.

No programa do PSD omite-se também que ao prescindir do investimento público o desemprego em vez de diminuir, aumenta.
No programa do PSD não há, portanto, verdade nem novidade.
Aqui não há entusiasmo, aqui regista-se a ocorrência e Manuela Ferreira Leite só quis os debates propostos por Louçã, Portas e Jerónimo.
Política de Verdade, lembrem-se! 

ds a 29 de Agosto de 2009 às 15:29
Mas, segundo o Pinto de Sousa, os funcionários públicos não são todos uma cambada de privilegiados que era preciso por na ordem e cujo número era preciso reduzir?! Se são,e se a Manela os quer despedir, então ela só estará a dar seguimento à política iniciada pelo primeiro.
E não há dúvidas que, nessa medida, sempre é mais verdadeira que o outro que diz que é a favor do Estado, mas tudo fez para iniciar a sua destruição.

João Paulo Pedrosa a 29 de Agosto de 2009 às 23:53
caro ds eu sei que custa, mas lembro-lhe que os fp ganharam este ano, pela primeira vez em muitos, poder de compra, foram aumentados 2,5% contra a opinião de MFL. E não confunda restruturar serviços e mobilidade com despedimentos. A diferença é, de facto, todo um programa.

Sofia Providência a 29 de Agosto de 2009 às 15:57
É insuportável a vossa sobranceria... E viva a demagogia pura e dura. Onde está escrito que MFL recusou o frente-a-frente com aquele a quem vocês lambem as botas? Onde está escrito essa do despedimento dos funcionários públicos? Pelo contrário, MFL fez promessas concretas e exequíveis e penso que a maioria dos funcionários públicos estão do lado dela.
Quando reconhecem que são dirigidos por alguém que não tem capacidades para tal?... Para onde remeteram no PS as vozes inteligentes de pessoas como Manuel Alegre ou Maria de Belém, entre outras?... Porque as silenciaram e adulam esse teatrinho fantoche de anedotas? Provem alguma inteligência e honrem aqueles que a têm no PS.

João Paulo Pedrosa a 29 de Agosto de 2009 às 23:56
cara Sofia, se seguir o link e as possições públicas de muitos desses protagonistas da direita encontra certamente a referência ao despedimento de 200 mil fp, não, não é uma ficção, embora pareça.
Quanto aos frente-a-frente, como sabe sócrates propôs dois com mfl a senhora em vez de aceitar, até qtos mais melhor, para afirmar a sua proposta política, preferiu debater com louçã e jerónimo. está tudo dito, não está?

Zé dos Montes a 30 de Agosto de 2009 às 14:56
Seria possível indicar a página do programa do PSD onde vem referido o despedimento dos funcionários públicos? Segui os links e não encontrei nada.
A MFL aceitou os debates propostos pelas televisões, como todos os outros partidos. O PS relativamente às propostas das televisões de debates a 2 entre todos os outros partidos fez a contra-proposta de 2 debates entre o visionário da “liberdade responsável” e da “humildade democrática” com a MFL e um com os 5 partidos. Ou seja Sócrates recusou-se a debater os assuntos com os outros partidos (pouca humidade democrática ou então conceitos errados)

João Paulo Pedrosa a 30 de Agosto de 2009 às 15:59
http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1270928&idCanal=

veja este link e há muitos mais, ou você, zé dos montes, acha que as promessas do programa do psd vão buscar sustentabilidade financeiras onde? o bpn só valorizou bem as acções de alguns, como sabe

Zé dos Montes a 30 de Agosto de 2009 às 19:10
O link diz respeito à noticia do Público de 21.09.2006 “Reacção à proposta do Compromisso Portugal - Governo recusa "cortes cegos" no número de funcionários públicos” - Estamos a falar de algo dito em 2006 e ligá-lo ao programa do PSD em 2009. Mas alguma promessa ou algo que diz um politico dura tanto tempo, já se devem ter dito e desdito isso uma centena de vezes.
O que dizer do PS que em 2005 (e no inicio do governo, com maioria absoluta) falou da extinção dos subsistemas de saúde (medida justíssima) e nada fez e agora fala “autonomizá-los”… Isto para falar em algo que não é muito referido na comunicação social, vá-se lá saber porquê.

Relativamente ao que refere às “mais-valias” do Cavaco e família cito-lhe o artigo do Mário Crespo “…Se os nossos parlamentares tivessem a independência dos congressistas americanos, Cavaco Silva nunca teria sido presidente, Sócrates primeiro-ministro, Dias Loureiro Conselheiro de Estado, Lopes da Mota representante de Portugal ou Alberto Costa ministro da Justiça. O impiedoso exame de comportamentos, curricula e carácter teria posto um fim às respectivas carreiras públicas antes delas poderem causar danos…”, ele explica o porquê no artigo http://jn.sapo.pt/Opiniao/default.aspx?content_id=1324169&opiniao=M%E1rio%20Crespo – para quem tiver curiosidade ler. Durante quanto tempo deixarão o Mário Crespo escrever no JN?

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