Por GWOM | Domingo, 09 Agosto , 2009, 23:15

Enquanto que, por cá, a alternativa democrática fala em cortar com o Estado, pela Alemanha traçam-se objectivos bem ambiciosos, e bem mais construtivos, em função do ciclo económico. De facto, a consolidação orçamental não passa apenas por baixar a despesa, sem eira nem beira, é preciso adaptá-la aos ciclos económicos.

 

Assim, "en concreto, dos noticias recientes, que han pasado casi desapercibidas, merecen mayor atención: por un lado, la ley que elimina el déficit presupuestario y por otro, la sentencia del Tribunal Constitucional sobre el Tratado de Lisboa.

En primer lugar, está la norma constitucional que establece el objetivo del presupuesto equilibrado, con un techo de déficit del 0,35% del producto interior bruto en el ciclo económico. De hecho, en el horizonte 2020, significa que el endeudamiento del país no debe superar el 10% (frente al 60% europeo actual). Además, fija criterios restrictivos para los déficits de sus autonomías (länder), con una invitación de la señora Merkel a los socios europeos a adoptar criterios similares una vez superada la crisis. No se trata sólo de que esté en campaña, hostigada por sus euroescépticos socios bávaros de la CSU. Esta cultura de estabilidad está profundamente arraigada en el alma de un país industrial y exportador, con un excedente de ahorro que debe canalizar en el exterior. Nuestra etapa de cigarra del boom inmobiliario no hubiera sido posible sin el euro como moneda única y esta política de hormiga germánica.

 

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JPP a 9 de Agosto de 2009 às 23:30
O problema é que o governo é um fardo para a economia. Quanto menor for o governo mais fácil será para a economia recuperar desta crise. O governo ao usar políticas contra-cíclicas está a distorcer o mercado e a alocar mal os recursos. Temos de deixar ser o mercado a alocar os recursos. A intervenção governamental apenas contribui para a destruição da riqueza. Os pacotes de estímulo governamentais acabam por ser um falhanço visto que só estimulam mais maus investimentos e despesismo.

GWOM a 10 de Agosto de 2009 às 00:34
O problema é mesmo esse que V.Exa. assinala e não nota:
Enquanto eu falo de políticas concretas, V.Exa. apresenta meros chavões e ideias abstractas...

JPP a 10 de Agosto de 2009 às 01:07
Eu acredito que a única solução para uma crise é deixar o mercado funcionar. Só assim é que os recursos serão alocados para as partes mais produtivas da economia. Não me parece que a política orçamental possa ter um grande contributo para a resolução da economia. É um estímulo que acabará por se desvanecer e criará mais dívida pública. O governo não é eficiente em termos de alocação de recursos e acaba sempre para distorcer o mercado. As crises são sempre sustentadas por crescimentos não sustentados e especulativos. As crises acabam por ser a solução do mercado para se reajustar. Nesse sentido a melhor solução será reduzir as despesas do estado, pagar a dívida pública e se possível, reduzir impostos. Esta é a receita que deve ser seguida e podemos ver os excelentes resultados que teve durante a depressão de 1921 nos EUA. Mais explícito que isto não posso ser.

am a 10 de Agosto de 2009 às 13:08
Acha mesmo que a relação é linear?

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